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sábado, 2 de novembro de 2019

Ódio de estimação

Há dois anos, terminou uma das séries que eu seguia (2010-2017), Pretty Little Liars (disponível na Netflix). Este ano saiu um spin-off (Pretty Little Liars: The Perfectionists), com duas das personagens originais e mistérios muito ao estilo da série-mãe, que descobri agora quando instalei a HBO no telemóvel.


Claro que fui ver, vi os 10 episódios da 1ª temporada o mais rápido que consegui e, no fim, fui procurar uma data para a 2ª... E deparei-me com uma série de sites a dizer que a série tinha sido cancelada após a 1ª temporada. O que me deixou muita comichão nos nervos, principalmente, porque terminou com um grande cliffhanger. Além de várias pontas soltas e coisas a serem exploradas, ficou por desvendar a identidade e as intenções da personagem mistério!!

Portanto, epa... este post é, sobretudo, para dizer que tenho um odiozinho muito especial pelas emissoras que cancelam as séries a meio! Odeio-vos para sempre, está bem?

sábado, 14 de setembro de 2019

Ódio de estimação

Pessoas que julgam saber falar inglês, fazem publicações nas redes sociais todas confiançudas do que estão a escrever, quando, na realidade, há ali uma série de incongruências. Coisas que traduzem demasiado literalmente, perdendo o sentido na língua inglesa, como expressões portuguesas, que, por vezes, até têm uma equivalente, mas as pessoas optam por traduzir aquela, como se fizesse sentido; ou conjugando mal os verbos, ou empregando mal as palavras, restando apenas uma construção estranha de frases. Bitch, please. Algumas destas pessoas nem com o português atinam... 

sábado, 24 de agosto de 2019

Da burrice...

Uso muitas vezes a net para me desfazer de coisas que já não me interessam. Sou muito pelo destralhar. A minha mãe tem mil coisas na casa dela e nem sabe o que lhes fazer muitas vezes; pois já lhe disse que se me deixasse lá sozinha com a minha irmã, era um instante! 😂

Mas bom. Para me livrar das coisas, coloco anúncios online. Com todas as informações sobre o artigo que estou a anunciar: a zona onde estou, o valor, o estado do produto, medidas se for necessário, se faço ou não entregas, todas as especificações. 

Ainda assim, existe um sem fim de pessoas irritantes que me enviam mensagens a fazer perguntas que estão respondidas no anúncio. E eu tenho vontade de responder torto. Não o faço, até mesmo porque se acabarem por querer comprar, não posso destratar as pessoas. 

Mas a comichão que me faz... Não saberá esta gente ler? Para que é que me dou ao trabalho de escrever a informação toda, afinal? Melhor são aqueles que me pedem fotos do artigo quando também já lá estão. E melhor ainda só os que me vêm perguntar se ainda está disponível e depois nunca mais dizem nada.

Ide todos à merda.

segunda-feira, 15 de julho de 2019

Vizinhos - Ódio de estimação!

A todos os vizinhos que batem com a p*ta porta de casa e do prédio à 1 da manhã como se fosse o portão do quintal, que deixam a criança correr a bater com os pés depois das 10 da noite, que gritam e guincham como pequenos primatas, que sacodem tapetes a bater nas minhas janelas, que andam de saltos altos às 6 da manhã, que usam o berbequim às 8 da noite, que gritam dentro do prédio, que ouvem música durante o dia de modo a fazer o meu chão tremer, que abrem e fecham as persianas como se as quisessem arrancar... Desejo que tenham uma caganeira tal que vos faça perder 10kg e chamar melhor amiga à sanita. Odeio-vos a todos.

sábado, 4 de maio de 2019

Fraldários

Já não me lembrava como é frustrante ir a qualquer lado com um bebé sem possibilidade de trocar uma fralda em condições! Durante o nosso passeio, almoçámos em dois restaurantes, ambos com o mesmo problema. Num deles, já éramos os últimos clientes e acabámos por trocar a menina em cima de duas cadeiras juntas, porque a empregada era muito simpática e disse que estávamos à vontade. No outro, fui com o marido para uma casa-de-banho minúscula, ele na sanita com a bebé ao colo e eu a mudar a fralda suja. Uma operação complicada!

Acho ridículo, qualquer lugar público onde se possa circular com bebés deveria ter condições para lhes mudarmos a fralda. Há que ser desenrascada e usar a imaginação para não andarmos com um bebé de fralda a transbordar durante horas, porque, infelizmente, nem todos os espaços são baby friendly.

Já agora, é só a mim que me encanita o facto de a maioria dos sítios com fraldário tê-lo localizado dentro da casa-de-banho feminina? É assumir que as crianças andam sempre com a mãe? É suposto nesses locais o pai ir com o bebé para dentro da casa-de-banho das mulheres para trocar a fralda? Absurdo!

terça-feira, 23 de abril de 2019

Coisas que me comicham...

Ler/ouvir que certas coisas são peças indispensáveis no roupeiro/mala/vida em geral de qualquer mulher (ex: vestidos, peça de determinada cor, sapatos de salto alto, batom). Acho que perpetua um bocado a ideia de que somos todas iguais, gostamos do mesmo tipo de coisas e todas temos que seguir as modas e as tendências. Porque mulher que é mulher gosta de malas e sapatos. Mulher que é mulher gosta de maquilhagem. Mulher que é mulher adora ir às compras. Mulher que é mulher não dispensa um vestido no guarda-roupa. Mulher que é mulher pinta as unhas e vai ao cabeleireiro.

O que não falta neste mundo são mulheres que nunca calçaram um salto alto na vida, que não usam malas, que não se maquilham, não usam as unhas pintadas e que não vestem vestidos; que não tentam conciliar o seu gosto pessoal com o que está na moda no momento, mas antes escolhem usar o que gostam sem se importar se já passou de moda há 3 anos.

Pessoalmente, acho que o que é, realmente, indispensável na vida de qualquer mulher é usar o que querem e fazer o que gostam, sem pensar se é adequado ao que os outros acham. Não vejo mal algum que se goste de todas essas coisas, mas é errado assumir que somos todas feitas do mesmo molde.

Já agora, aproveito para dizer o seguinte: não limitem a escolha da vossa da roupa para eventos como casamentos/baptizados/whatever só porque vos dizem que não se pode usar branco/preto/vermelho/ou-o-raio-que-o-parta, ou porque acham que um determinado calçado não fica bem com o que vocês querem vestir, ou porque dizem que o vestido que vocês escolheram é demasiado curto, com um decote pouco apropriado, com um formato inadequado, porque tem bolinhas... enfim, a escolha é vossa. Sempre!

quinta-feira, 4 de abril de 2019

Sem noção...

Há dias, fui lanchar com um grupo de mães que fizeram as aulas de preparação para o parto comigo e cujos bebés têm poucos dias de diferença da minha Alice. Uma delas estava com o bebé no colo, mas virado para ela, com a cabeça apoiada no ombro da mãe. Ou seja, quem estava na mesa de trás estabelecia contacto visual com o pequeno. 

Eu estava numa posição em que via a mãe enquanto conversava connosco, ao mesmo tempo que conseguia ver o que se passava na mesa de trás. Sucede que quem estava nessa mesa a lanchar era um casal mais velho, assim talvez na casa dos 70, e qual não é o meu espanto quando vejo a senhora a esticar-se toda com um pedaço de bolo na mão em direcção ao bebé. 

Pouco faltava para ele jogar a mão àquilo quando eu passei sinal à rapariga e ela se virou para dizer à senhora que não lhe podia dar aquilo que ele só comia da maminha ainda. Virou logo o bebé para a frente e fez-nos uma cara como quem diz "A sério que isto aconteceu?". 

Na realidade, o espanto não foi tanto assim, porque isto é até bastante frequente, esta falta de noção das pessoas no contacto com os filhos dos outros. A desculpa da idade da senhora não serve, porque o marido, da mesma faixa etária, não parava de lhe dizer para ela não dar o bolo ao miúdo. Alguém sensato...

Pessoas, não façam este tipo de coisas! Um bebé de 5 meses está a começar a alimentação complementar (alguns, aquele até estava exclusivamente a leite materno) e cabe aos pais decidirem o que lhes vão dar, não a mais ninguém e, certamente, não a estranhos. 

Em primeiro lugar, vocês não sabem se os pais autorizam esse tipo de coisas na alimentação da criança. Em segundo, não fazem ideia se eles têm alguma alergia, de maneiras que abstenham-se dessas ideias parvas, sim? Grata.

domingo, 23 de dezembro de 2018

Falta de civismo

Há pouco vi uma publicação no facebook de uma pessoa indignada com o facto de muita gente não levantar os tabuleiros na zona de restauração dos shoppings. Salientou o facto de existirem ilhas nessas zonas para colocar os tabuleiros e despejar o lixo e afirmou que os funcionários que por ali andam é para garantir que tudo continue organizado, passar um pano nas mesas para limpar e ir à copa despejar e limpar as ilhas. Chocou-me, apesar de saber que há gente mal formada em todo o lado e não é pouca, a quantidade de pessoas a discordar e a fazer comentários idiotas como "Se quisesse arrumar loiça, comia em casa"... Really? Pessoas a fazer comparações com um qualquer restaurante, quando o conceito nem é o mesmo. Num restaurante, não têm tabuleiros, por norma... e os empregados vão anotar os pedidos à mesa, bem como recolher a loiça. Não podem comparar o que não é comparável. Pior e mais triste, muitos comentários a dizer que não levantam porque estariam a tirar o emprego aos funcionários que lá estão. São, com certeza, as mesmas pessoas que mandam lixo para o chão para dar trabalho a quem limpa as ruas. Por essa ordem de ideias, meus amigos, talvez um murro nas trombas que vos partisse um dentinho ou outro não fosse má ideia de todo, sabem... para dar trabalho aos dentistas.

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

As mamas das outras

O fundamentalismo da amamentação chateia-me. Mas acho que ainda me chateiam mais aquelas mulheres que dizem respeitar quem não dá mama e que acham muito bem que cada uma faça as suas próprias escolhas (há as que o dizem sinceramente e não é para essas que estou a falar), mas depois toda a postura e comentários pouco subtis sobre essa decisão é todo um julgamento. 

Como dizerem que não entendem "como é que algumas mulheres não conseguem e simplesmente desistem". Simplesmente?? Nem para todas a amamentação é uma coisa fácil e nem todas conseguem facilmente ultrapassar os obstáculos que ela acarreta. E a desistência de simples nada tem. Não entendem porque não passaram por isso.

Ou dizerem que é a coisa mais natural do mundo porque todos os mamíferos o fazem e que a dificuldade está toda na nossa cabeça. Não está. E quem diz isto é porque não passou, claramente, por grande dificuldade em amamentar. Não quero com isto dizer que é impossível, mas entendam, minhas senhoras: um bebé não pegar correctamente na mama, não conseguirmos perceber se mamou suficiente porque não temos como medir, mulheres com mamilos invertidos que podem dificultar a pega, as fissuras que podem surgir... não são coisas que se passam na nossa imaginação, acontecem na realidade e há que saber ultrapassá-las. E, às vezes, não é tão simples como vocês fazem parecer!

Outra pérola é afirmarem que, se por alguma razão, a mãe deixar de amamentar, tem tudo a ver com a alimentação dela, porque ela é que não se está a alimentar correctamente e, como tal, isso afecta o leite materno. Isto é só ridículo. Não é ridículo que isto possa incluir-se nos motivos que dificultam a coisa... mas sim assumir que isto é A RAZÃO para deixar de se dar mama. Todos os outros factores já referidos são só coisas inventadas!

E ainda comentários paternalistas do género "todas as mães que querem o melhor para o seu bebé, deviam fazê-lo". Mais precioso é ouvir isto da boca de algumas que nem nunca foram mães. Como se as outras, as que não dão mama, seja qual for o motivo, que é irrelevante, fossem todas más mães, que, obviamente, não querem o melhor para os seus filhos! Guardem essa diarreia verbal para vocês, sim?

Nem todas estão dispostas a sangrar enquanto dão mama, a morder um paninho para aguentar as dores enquanto o bebé está ali a massacrar o mamilo, nem sempre a bomba é tão espectacular como se diz para tirar o leite materno; e, pasme-se, algumas querem ter essa tarefa dividida com o pai do bebé e não ser exclusivamente responsabilidade delas. Todos os motivos são válidos. Até mesmo os que nos possam parecer mais fúteis, porque existem alternativas ao leite materno e, como tal, não cabe a ninguém decidir que motivos são aceitáveis ou não.

Há mães que não amamentam pelos mais variados motivos. Mas quando é por opção, são sempre olhadas de lado. Não têm que ser. Quem são vocês para julgar as outras e a forma como escolhem alimentar os filhos? Não os estão a fazer passar fome, nem a alimentá-los a merda, pois não? Então ponham-se lá no vosso lugar e fiquem caladinhas, que fazem melhor figura.

terça-feira, 25 de setembro de 2018

Carteiros preguiçosos

Se há coisa que me enerva sobremaneira é estar o dia todo em casa e o carteiro passar por cá e deixar na caixa do correio um papel para ir levantar uma encomenda aos CTT, assinalando no dito, ainda por cima, que o motivo é "Não atendeu". Mas que merda é essa?  Nem sequer tocaram à campainha, como assim, não atendi?! É que sobe uma raiva por mim acima... obrigam-me a ir lá levantar uma porcaria que me podiam ter entregue em mãos na minha casa, sem ter que me deslocar! Não lhes apetece é carregar com as coisas, então deixam-nas na estação dos correios e vão logo preparadinhos para deixar um papel odioso, que obriga o destinatário a lá ir buscá-las. Senhores carteiros, ide para o raio que vos parta. Só assim para não ser mesmo muito mal-educada.😤😠

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Sabichonas

Há dias, à porta da escola, encontrei uma conhecida, que me perguntou quando nascia a bebé. E depois me disse que também já sabia como era, porque já era a segunda vez. E eu respondi que, no entanto, a primeira, foi cesariana, pelo que não sei o que é um parto normal. Estava outra mulher ao lado, que não conheço de parte alguma, a não ser de vista ali da escola, que disse "Ai, não posso ouvir isso... é um parto à mesma!".

Eu estou grávida de 8 meses, com um humor de cão, super farta desta fase e a desejar que passe depressa para poder ter a minha bebé cá fora, mas mordi-me toda para não lhe responder torto. E disse apenas, educadamente, que não é a mesma coisa e, portanto, não sei como é passar por um parto normal.

Obviamente que a cesariana também é um parto. Defecar e urinar são expulsões corporais que implicam idas à casa de banho e não são a mesma coisa. Beber água e comer um bife implicam ingestão, mas não são a mesma coisa. Todos os bebés sujam fraldas, sejam meninos ou meninas, mas os órgãos genitais são diferentes, pelo que a limpeza também não é igual, apesar de ambos serem bebés. E por aí adiante...

Na cesariana, não expulsamos um bebé pelo canal vaginal. Não temos que fazer força até os olhinhos saltarem para fora. Não há episiotomia, o corte é na barriga e os pontos são diferentes, bem como a recuperação. A sensação que descrevem de ter que fazer força para o bebé sair para fora quando temos contracções? Não sei o que é! Nunca senti. Portanto, mulheres que se acham muito sabichonas, tentem lá compreender algo que é fácil de entender... quem passou por uma cesariana, não faz ideia do que é um parto normal. E vice-versa. Tá? Portanto, é perfeitamente natural que haja ansiedade pelo desconhecido que é passar por um tipo de parto que não se teve antes.

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Boazinhas

Se há coisa que, geralmente, me irrita na ficção são as personagens "boazinhas". Há uma ou outra que escapa, vá. Que conseguem suscitar em mim uma simpatia. Porém, na sua maioria, só me passam a imagem de coisinha sem sal, nojentinha, crédula e ingénua, que quer sempre fazer "a coisa certa", que não tem defeitos, que é um anjo na terra, de quem toda a gente gosta, excepto, obviamente, os vilões. Ugh! Não consigo simpatizar com esta espécie. Lamento.

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Animais na varanda


Vi uma publicação no facebook de um senhor a dizer que estes cãezitos estão 24h sobre 24h à torreira do sol e que, inclusivamente, falou com uma vizinha, que lhe disse que dantes ficavam fechados na casa-de-banho. Claro que depois tem 1000 comentários a incentivar toda a espécie de castigo horrendo para os donos, que se chamem as autoridades, que se faça justiça popular, que os pobres não têm comida, nem água, etc.

Vejamos, em primeiro lugar, no Cacém faz sol 24h por dia? Segundo, há aqui uma série de coisas que não nos deixa julgar esta situação concretamente e as pessoas tratam logo de tirar conclusões porque alguém se lembrou de ir para as redes sociais fazer queixa. E algumas mentes sãs realçaram isso no meio de todo o ódio destilado pela maioria dos comentários: os estores não estão fechados até abaixo, minha gente, quem é que consegue saber, através desta foto, que eles não têm acesso ao interior da casa? Quem é que consegue ver que não existe comida, nem água na varanda? 

A dona (poucas vezes vejo isto acontecer neste género de publicações) veio comentar, encarar todo o veneno que lhe foi dirigido e dizer que o sol só bate ali até ao meio dia, que existe uma casota, água e comida na varanda. Disse ainda que as autoridades já estiveram lá e que não detectaram qualquer irregularidade. Ainda publicou uma foto dos ditos cães, afirmando que os mesmos estavam muito bem tratados, que iam à rua regularmente passear e que não havia necessidade de tanta preocupação.


Disse ainda, relativamente à vizinha mencionada, que não se lembrava de nenhuma ter dormido lá em casa para afirmar que os cães ficavam presos na casa-de-banho. Na verdade, acho até que a senhora foi bastante bem-educada, tendo em conta todos os insultos e comentários venenosos que publicaram dirigidos à sua pessoa. Eu sei que há, de facto, gente que não tem consideração pelos animais e os mantém sempre em espaços pequenos, fechados, sem condições algumas. Contudo, só porque cães estão numa varanda não significa, automaticamente, que estão a ser mal tratados!

As pessoas deduziram logo, depois de ela comentar, que a água estava quente, que estava lá, juntamente com a comida, há horas e se ela fazia o mesmo para ela. Mas quem é que pode saber isto só de olhar para a foto?! Quem é que pode afirmar que eles passam os dias e noites inteiros na varanda sem acesso ao interior ou a passeios exteriores? Caramba, não vejo o motivo deste alarido neste caso. Mesmo que os animais durmam na varanda, na dita casota, desde quando é que passou a ser um choque tão grande que os cães durmam na rua?! Quem tem quintal, não coloca lá também uma casota para os cães? Não é também na rua? Ou agora é obrigatório que os bichos durmam dentro de casa?!

Um dos comentários mais sensatos que li dizia o seguinte: "Um processo por incentivo à violência também era giro. Se não está nada contra a lei e PAN ou IRA não fazem nada, nada têm a fazer. Cada um toma conta dos animais como entende dentro da lei. Nem para todos animais são como filhos... até porque não está contemplado serem!!!". Vá lá, vamos para de nos insurgir como se não houvesse amanhã por tudo o que vemos sem factos comprovados, sim?

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Coisas que me irritam na televisão

Sentarem-se a tomar o pequeno-almoço, às vezes acabado de ser feito e posto na mesa, e de repente lembrarem-se que estão atrasadíssimos, que têm que se ir embora imediatamente e pisgarem-se, praticamente sem comer, quando acabaram de se sentar, deixando lá a comida.

Todas as indicações médicas (e o bom senso) ditam que não se misture álcool com medicamentos, certo? Daí que, geralmente, a regra é não consumir bebidas alcoólicas quando se está medicado. Pois que nas novelas, séries e filmes há sempre alguém que, não só o faz, como toma os comprimidos com um copo de vinho.

Em imensos filmes e séries, isto acontece. Acendem um cigarro (por vezes até acabaram de sair à rua, não mostrando sinais de pressa para irem para um sítio fechado), dão duas ou três passas e apagam-no. Nunca ninguém acaba os cigarros na ficção!

Senhoras que acordam cheias de maquilhagem, anéis, pulseiras, fios... e toda uma série de enfeites. Mas na vida real alguém dorme com acessórios??

Sair da cama enrolada no lençol. Uma invenção destinada mesmo à ficção. Não há mulher na vida real que saia da cama e arranque o lençol da cama para se embrulhar...

terça-feira, 21 de agosto de 2018

Gente abelhuda

Há umas semanas, abriu um mini mercado mesmo por baixo do meu prédio. O que acho maravilhoso, na verdade. Dá imenso jeito! Posso comprar pão fresco todos os dias, se me faltar pequenas coisas como leite, manteiga, queijo, papel higiénico... enfim, para desenrascar, é só descer e ir comprar, em vez de ter que me deslocar ao supermercado para trazer duas ou três coisas. Contudo, cada vez que tenho que lá ir, preciso de respirar fundo e mentalizar-me que é para me despachar. E porquê? Há duas pessoas a atender lá, um casal, alternadamente. O senhor é top, super bem educado e simpático, cumprimenta os clientes ao entrarem na loja, tudo normal. Já ela... lá simpática é. Demais. É uma intrometida que não se pode. Não aguento a senhora... Trata-nos como se nos conhecesse há uma vida, querida isto, querida aquilo. Onde trabalho, que idade tenho, se vou ter menino ou menina, se já tenho um menino, se depois já não penso ter mais (esta ficou sem resposta)... hoje até me perguntou, quando lhe disse que trabalhava na Autoeuropa, se recebia 1000€!!! Mas que...? A sério? Só lhe respondi um não seco, não lhe disse o valor, mas que tem ela a ver com isso afinal? E com tudo o resto, já agora? Faço os possíveis para não olhar para ela e respondo-lhe com monossílabos, mas acho que se habilita, um destes dias, a levar uma resposta torta. Ando a evitar, porque quero continuar a ir ali sem criar mau ambiente, mas é das coisas que mais abomino... gente intrometida, a fazer-me perguntas sobre a minha vida, sem me conhecerem de lado nenhum! É que não lhe dei confiança para isso. Saio de lá sempre a espumar de raiva! 😂

domingo, 5 de agosto de 2018

Inferno

Pequenos demónios adoradores do verão, sei que queriam muito que viesse mais calor, mas não exageraram nas preces? Que raio de inferno é este, minha gente?? Este é o motivo pelo qual não tenho dado a cara por aqui, não consigo fazer nada, nem estar sentada ao computador. Grávida de 6 meses e já a odiar o verão, mesmo sem a gravidez, imagine-se. A passar mal como o raio. Estarei por aqui quando conseguir fazer algo que preste e não me deixe a escorrer suor pelo simples facto de coordenar uma simples tarefa com o acto de respirar. Volta, meu querido inverno! 

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Morning hater!


Tens a confirmação (porque saber, já o sabes há muitos anos...) de que não foste feita para acordar cedo quando sais de casa para ir trabalhar com as duas perneiras na mesma perna e só te dás conta quando lá chegas... True story.

domingo, 25 de junho de 2017

Odeio provadores


Primeiro, sou um bocado claustrofóbica, pelo que me sinto comprimida nos provadores. Mas, principalmente, todo aquele veste e despe... tira-me do sério. Odeio, sinto-me sempre mal amanhada quando volto a vestir-me, fico cheia de calor, transpirada, a bufar por todo o lado, nunca consigo colocar a roupa nos cabides como estava... enfim! Acabo a sair de lá toda desgrenhada, esbaforida e com a roupa fora dos cabides ou lá pendurada de qualquer maneira. Hoje, teve que ser. Precisei comprar umas peças e eu detesto comprar roupa sem experimentar e ver como fica. Obviamente acabou como de todas as outras vezes: comigo a odiar mais um bocadinho os provadores desta vida.

sábado, 10 de junho de 2017

Bom português (parte 2)

Mais umas pérolas que, infelizmente, oiço com mais frequência do que devia:
- Rabuçados (rebuçados)
- Saluços (soluços)
- A gente não se entendemos ("a gente não se entende" ou "nós não nos entendemos")
- Onteontem (anteontem)
- Trocer (torcer)
- Comprensa (compressa)
- Tijóis (tijolos)
- Arreceber (receber)

terça-feira, 6 de junho de 2017

Mexe-me com os nervos

Pessoas que não mexem os pezinhos. Não é que precise de andar sempre a correr, que eu até sou rapariga de perna curta e não consigo andar extremamente depressa, mas também não gosto de ir a passo de caracol. E irrita-me sobremaneira pessoas que precisam que um pé peça licença ao outro para se mexer, que andam devagar-devagarinho-parado. Como à saída do trabalho. Do balneário ao estacionamento dos autocarros. Ou da área fabril para o balneário. Escolhem o momento de saída para se porem a conversar, o único momento em todo o dia em que uma pessoa tem vontade de se mexer, o único momento em que, realmente, tenho pressa e elas vão ali como se fossem a passear na avenida. Num espaço de passagem, decidem ir lado a lado em vez de em fila, para dar espaço a quem quiser passar. Parece eu que vou na procissão atrás das madames. E isto acontece também muito nos supermercados. Eu também faço compras, pelo que compreendo a necessidade de ter que abrandar para ver os produtos e os preços. Mas se vejo que estou no caminho de alguém, desvio-me. Tento colocar-me, bem como ao carrinho das compras, sempre de forma a deixar espaço de passagem. E sobe-me a mostarda ao nariz com pessoas que andam ali como se fossem os únicos a circular. Que nervos!

Do Natal

Este ano vamos ter um Natal diferente. Infelizmente, não poderemos comprar prendas a ninguém. Estamos numa situação delicada neste momento ...