Uma aulinha de zumba! (Sou a redondinha de preto cá atrás)
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domingo, 16 de abril de 2017
quinta-feira, 2 de março de 2017
Pedaços do meu mundo #4
Há dois ou três anos, eu e o mais-que-tudo decidimos ir ao Fórum Almada jantar e ir ao cinema. É muito raro lá irmos, não sei que lojas lá há, não sei quantos pisos tem, nem quais são os restaurantes. Não me lembro de nada disso. Nem me lembro do filme que fomos ver. Ou do que jantámos. Aquilo de que me lembro foi do que aconteceu quando saímos de lá. Como não estamos habituados a ir para ali, nem conhecemos bem aquilo, andámos um pouco perdidos a ver onde íamos deixar o carro. Se o fórum tem estacionamento? Provavelmente, mas nem reparámos, com certeza. É mais uma coisa da qual não me lembro. Ali ao lado tem um Leroy Merlin com estacionamento subterrâneo. O que fizemos? Perguntámos a uns polícias que ali estavam a que horas fechava o parque de estacionamento e a resposta foi que estava aberto toda a noite. Deixámos lá o carro. E para não andarmos o tempo todo com os casacos na mão, deixámo-los no carro, porque era um pulinho até ao fórum e não estava assim tanto frio. Aproveitámos o jantar e a sessão de cinema e saímos já depois da meia-noite. Chovia. Não tínhamos guarda-chuva e eu estava com aquelas botas tipo pantufas (absolutamente maravilhosas para a chuva). Demos uma corridinha, até à entrada do estacionamento, mas chovia tanto que ficámos encharcados. Tudo bem, pensámos, agora vamos para casa e aquecemo-nos, antes à saída do que à entrada, certo? Certíssimo. Como estávamos enganados! O parque estava fechado. Era uma cancela, para, pelo menos, irmos para dentro do carro? Não, não era. Era mesmo uma grade, sem possibilidade alguma de passarmos para o outro lado. Víamos o carro, solitário, no parque e nós do outro lado. Ensopados e cheios de frio. Não se via ninguém, nem o raio dos polícias que nos deram a informação errada. Subimos até ao Leroy Merlin, claro que estava fechado, nada de seguranças, em busca até de um número para onde pudéssemos ligar. Nada. Ligámos para a polícia, para ver se nos podiam ajudar, mas também não tivemos sorte. Voltámos para baixo. Tivemos que ligar a várias pessoas, àquelas bonitas horas, para ver quem nos podia ir buscar, porque não tínhamos como sair dali. Lá conseguimos boleia do meu primo. Esperámos por ele uma vida, porque o carro decidiu dar-lhe a travadinha pelo caminho. Quando, finalmente, chegou, estávamos encharcados e a morrer de frio, com os casacos dentro do carro, trancado no estacionamento. Demos-lhe dinheiro para a gasolina e, no dia seguinte, o mais-que-tudo foi com o pai buscar o carro. Mais gasolina. Mais portagens. Tudo muito mais que o necessário. Enfim. Nunca mais lá voltámos!
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
Pedaços do meu mundo #3
No verão deste ano, numa das vezes em que fui à praia, vi uma cena que me fez alguma comichão. Um puto com os seus 10 anos, mais coisa, menos coisa, ia atrás dos pais, que nem olhavam para ele, com a distância de cerca de um metro entre eles. E o puto ia em direcção ao saco do lixo aos pontapés a uma garrafa de iogurte e a um pacote de sumo que tinha mandado para a areia. Ainda pensei que ia lá chegar e ia pegar no lixo para deitar no saco. Em vez disso, passou por ele como se fosse invisível e continuou aos pontapés ao lixo até se cansar e deixá-lo no meio da praia. Really?
sábado, 24 de setembro de 2016
Pedaços do meu mundo #2
Ok, isto são coisas que não se deviam partilhar com ninguém! É verdade. Mas aqui me exponho, com as minhas figuras tristes também, porque também fazem parte de mim. Mas há piores, acreditem! Muito piores. Este vídeo que vos vou deixar aqui é um karaoke meu e da minha melhor amiga, no aniversário dela, há 8 anos, vejam bem. Divirtam-se!
quinta-feira, 25 de agosto de 2016
Pedaços do meu mundo #1
Penso que as rubricas são uma óptima maneira de me conhecerem melhor e nesta nova rubrica vou contar-vos alguns episódios aleatórios, sem qualquer ordem cronológica, da minha vida, conforme me forem ocorrendo, bem como coisas que vou presenciando por esse mundo fora.
E hoje vou contar-vos algo a que assisti ontem. Como se tornou habitual nas férias (que, infelizmente, estão no fim), depois de jantar fui beber uma Frize de groselha (deliciosa, recomendo!) com a minha melhor amiga. Naquela praceta, há sempre miúdos a brincar e ontem não foi excepção.
Sabem aquelas bolas de plástico com brinde que se tiram nas máquinas?
Uma das raparigas, já com os seus 13 anos, talvez, andava com as duas metades de uma bola dessas nos pés. Visualizem: a piquena calçava chinelos e aquilo servia para simular um sapato de salto alto, com as duas metades entre o calcanhar e o chinelo. O que, só por si, já era uma situação caricata. Mas, depois, um rapazinho com cerca de 10 anos perguntou-lhe o porquê e a resposta dela foi que era a nova tendência da Vogue, artigo reciclagem. Ahah!
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