Estás grande para adormecer aqui. Mas é assim que adormeces. Aconchegadinha no meu colo, com a tua bochecha macia colada ao meu peito e a tua mãozinha agarrada à fralda. Já pesas nos meus braços, mas é tão reconfortante sentir a tua respiração enquanto dormes tranquilamente, sentir o teu calor e o teu cheirinho a bebé. Era capaz de ficar horas a olhar para ti assim. Com o teu irmão, aprendi que não há amor tão arrebatador como este. E com a tua chegada, veio mais uma onda deste amor. Que nos preenche como nenhum outro. Princesa 💖
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terça-feira, 22 de outubro de 2019
sexta-feira, 27 de setembro de 2019
O Meu Conto de Fadas #23
Até esta música começar a passar incessantemente na rádio, eu nunca tinha ouvido falar na Bárbara Tinoco. Mas cativou-me logo na primeira vez que a ouvi. Quando comecei a prestar realmente atenção à letra, senti que era como se estivesse a ouvir um relato sobre o início da minha relação com o B.
(...)
Ele quer mais
Ela também
Talvez por isso nesse dia
Ele foi vê-la á luz do dia
(...)
Como já aqui contei, conhecemo-nos num bar, a primeira saída foi entre amigos para o mesmo bar e, no dia seguinte, ele veio ter comigo à tarde. É como a parte do "ele quer mais, ela também". Já entrou aqui nos meus relatos desta rubrica!
(...)
Ele gosta das formas dela
E ela diz que ele tem bom ar
O mundo finge não saber
Que ele não é rapaz de fiar
(...)
Uma das primeiras coisas que ouvi sobre a opinião dele a meu respeito (apesar de não da boca do próprio) foi que, fisicamente, fazia o género dele. Assim como uma das primeiras coisas que a minha BFF me disse depois de o conhecer foi que ele era mesmo o meu tipo de rapaz.
(...)
Ele que sabia de cor
As moças mais fáceis
Engates mais rascas
Ela que ficava em casa fechada
Com medo de ser
Só mais um rabo de saias
(...)
A realidade é que o meu marido teve um passado... chamemos-lhe colorido. Felizmente para mim, é coisa que não me faz comichão. E os primeiros versos deste trecho assentam que nem uma luva na pessoa que ele era.
Quanto aos outros versos, se não é verdade que eu ficava fechada em casa, a frase aplica-se metaforicamente. Na altura que nos conhecemos, eu tinha levantado imensas barreiras emocionais para me proteger.
(...)
Ele agora diz que a ama
Dormem juntos só a dormir
Gosta dela de pijama
E ela de o corrigir
(...)
Acho curiosa a menção ao estar de pijama, porque sempre fui fã assumida desse outfit, se não sair de casa, não o tiro e é a primeira coisa que faço quando chego a casa: vesti-lo. Pudesse eu e andava na rua assim.
Quem me conhece bem, diria que "gostar de corrigir" é totalmente eu! Peço desculpa a quem leva isso a mal e, com o tempo, aprendi a calar-me, primeiro, porque percebi que muitas vezes as pessoas gostam de ser burras e não querem aprender; segundo, porque não quero ofender ninguém, então engulo.
Acho que já há muito tempo que não me relacionava tanto com uma música.
terça-feira, 17 de setembro de 2019
Amar depois de amar
Luciano - O meu nome é Luciano. Fui apaixonado pela Eugénia e hoje morro de paixão pela Irene. E agora pergunto-vos: pode amar-se depois de se amar?
Eugénia - Eu acredito nisso. Sou a Eugénia, a primeira mulher e primeiro amor do Luciano. Amei profundamente a vida que construímos juntos até ao exacto momento em que conheci o Filipe.
Filipe - E eu digo o mesmo. Amei profundamente a minha mulher Irene até ao milésimo de segundo em que pousei os olhos sobre a Eugénia. Passei a ser só dela. Dela e para sempre.
Eugénia - O acidente que nos denunciou foi também aquilo que nos permitiu avançar, tornarmo-nos pessoas melhores, sermos mais felizes... mesmo vivendo em mundos que não se tocam. Nunca desejei ser infiel... ou mentir... ou trair... ou mesmo morrer. A única coisa que desejei na vida foi amar. E foi isso que fiz... até ao último suspiro.
Filipe - A pior das mentiras é negar o amor quando ele acontece. Isso é que é a verdadeira morte. Eu continuo vivo... porque continuo a amar, mesmo depois de ter morrido.
Luciano - Quando perdi o meu primeiro grande amor, fiz uma ferida que achei que nunca mais conseguiria sarar. Mas foi por essa mesma ferida que me entrou um novo amor que me fez viver outra vez.
Irene - O amor é um movimento contínuo e perpétuo. Enquanto dura, não há passado, nem futuro. Tudo é presente. E isso quer dizer que é sempre possível amar depois de amar.
Este foi o culminar de uma novela de 70 episódios que deu ao longo deste verão, "Amar depois de amar". Confesso que foi refrescante ter durado apenas 3 meses, em vez da eternidade a que a ficção portuguesa nos tem habituado, estendendo as novelas por temporadas e criando novas histórias ao longo da produção.
"Amar depois de amar" conta a história de dois casais que se tornam amigos através dos respectivos filhos. Um membro de cada casal apaixona-se pelo outro e vivem uma relação secreta ao longo de 3 anos. Um acidente acaba com tudo, os amantes morrem (um no início e outro no final) e os respectivos cônjuges acabam juntos.
Parece simples e pouco original e foi o que pensei quando li a história, antes de começar a assistir, mas dei-lhe uma oportunidade, apesar disso. E não me arrependi. Quando sabemos de casos destes, temos tendência a julgar automaticamente as pessoas infiéis. Esta novela mostra um pouco o outro lado da moeda. Rompe um bocado alguns preconceitos.
Não quero com isto dizer que a infidelidade é correcta ou inevitável, mas em "Amar depois de amar" conhecemos a fundo a história destes protagonistas e não conseguimos deixar de sentir alguma empatia pela forma como as coisas se desenrolam, pelos sentimentos deles. É um amor tão puro, tão intenso, tão arrebatador.
Vários crimes são cometidos ao longo da história, segredos desvendados, revelações surpreendentes. Gostei bastante, já há algum tempo que não via uma novela que me cativasse tanto (e vejo novelas regularmente). E o diálogo final diz tudo.
Ah! Também me rendi à música do genérico e que acompanha os nossos personagens. É de um artista português e foi escrita numa fase difícil da vida dele em termos de saúde, como uma forma de despedida à namorada e à família. É linda, atentem na letra. E a voz dele é top.
terça-feira, 16 de julho de 2019
O Meu Conto de Fadas #22
O spot
No ano de 2013, passávamos muito tempo com duas amigas num sítio que passou a ser conhecido entre nós como "o spot". Íamos para lá muitas noites para fazer absolutamente nada. Apenas conviver, fumar (tempos houve em que eu era capaz de pegar num cigarro sem me pesar na consciência...), ouvir música, tirar fotos, conversar... e aprender a conduzir (mal e porcamente 😂), já que o B. era o único com carta e deu-nos umas amostras de aulas. Não era um sítio abandonado, até tem uma escola primária, mas é uma estrada onde não há trânsito fora do horário escolar. Sinto algumas saudades dessas noites sem preocupações.
quarta-feira, 24 de abril de 2019
Conquistas
Quando fui mãe pela primeira vez, comecei a perceber o quanto é gratificante e satisfatório acompanharmos e assistirmos à evolução e ao crescimento dos nossos filhos. Sempre que o Leo conquista qualquer coisa, toda eu me sinto a inchar de orgulho. Uma mãe verdadeiramente babada e orgulhosa da cria. As melhores recordações que tenho na vida não são (apenas) as amizades de escola, as noites de farra, os jantares de família, ou o primeiro amor. Apesar de bastante boas e inesquecíveis, todas elas ficam um degrau abaixo das memórias que fui criando dos meus filhos. O primeiro passo, a primeira palavra, o primeiro dia de escola, o primeiro aniversário. As actividades que escolhem, a descoberta da escola, o momento em que largam as fraldas, o primeiro corte de cabelo.
Com a Alice, estou a recomeçar tudo e a adorar. Todas as pequenas grandes conquistas de um bebé são absolutamente deliciosas! O primeiro sorriso, a primeira gargalhada. Quando começam a aperceber-se de que têm mãos e pés! Quando começam a conseguir agarrar os brinquedos e a comer sopinhas. A gargalhada genuína quando lhes fazemos cócegas. O reconhecimento das pessoas que os rodeiam e que fazem parte da vida deles. A felicidade quando aprendem a chapinhar no banho. A descoberta de novos sabores e texturas e do mundo em geral.
Os filhos, meus amigos, dão o maior trabalho do mundo, mas caraças, se vale a pena! Um trabalho de que se gosta? É muito bom. Uma família chegada? Espectacular. Bons amigos que estão sempre lá? Perfeito. Um companheiro que nos preenche? Óptimo! Mas os filhos... são TUDO. Aquele pedacinho de nós que nos faz transbordar de amor, aquele amor tão puro e incondicional que não acaba mais. A minha vida era boa e eu era feliz antes de os ter. Mas estava longe de imaginar que podia ser muito mais e do quanto eles podiam acrescentar-me.
quinta-feira, 3 de janeiro de 2019
Natal e Passagem de Ano
Os últimos posts foram agendados, porque o tempo não abundava. Assim, venho contar-vos agora como foram as minhas festividades. O Natal, à medida que a família cresce, começa a ter que ser dividido, penso que já referi aqui como era costume fazer-se quando vivia com os meus pais. Depois, o meu pequeno nasceu e o Natal dele começou logo a ser repartido. Entretanto, juntei-me com o B. e agora nasceu a pequena Alice.
Na noite de 24, o Leo foi passar a consoada com a família do pai dele. Eu, o B. e a bebé Alice jantámos com a família do meu pai em casa dos meus padrinhos. A Alicinha foi apresentada a quem ainda não tinha tido oportunidade de a conhecer e fez as delícias de toda a gente (os bebés fazem sempre, não é?). Ali, todos os jantares de natal são feitos da mesma forma: cada um leva uma coisinha. Assim, tivemos muita comidinha boa. Havia esparguete à bolonhesa, bacalhau no forno, perú assado, arroz árabe, frango assado no forno e lasanha de tofu (prima vegetariana). Para sobremesa: diospiros, bolo de espinafres, bolo de iogurte, arroz doce, bolo Red Velvet e baba de camelo (a da minha mãe, que faz sempre sucesso e desapareceu em segundos!!).
O almoço de 25 foi passado com a família da minha mãe, com uma nuvem negra pela ausência do meu tio, mas com dois pequenos raios de sol recém-chegados à família: a Alice e a Maria. Comi menos, mas tivemos pastelinhos de bacalhau da minha avó (adoro!), cabrito, frango e batatinha frita. Broinhas, mousse de chocolate, sonhos, molotof, salada de frutas e salame. Nesse dia, oferecemos um hoverboard ao Leo. Delirou!
Jantámos com os meus sogros e cunhados depois cá em casa. Comprámos um bolo de bolacha (meh) e uma torta de laranja (di-vi-nal). A minha sogra é que cozinhou. Bifinhos com cogumelos, natas e castanhas com batata frita e salada a acompanhar. Estava de lamber os dedinhos. Também tivemos direito a choco frito e camarões, tudo pela mão dela.
E o que é que recebi?
- Agenda Mr. Wonderful - Marido
- Gel de banho perfumado + spray corporal - Sogros
- Livro - Cunhada
- Livro - Irmã
- Livro - Pais
- Conjunto de tachos - Pais
- Curso de unhas de gel - Tia
A passagem de ano foi calma, um jantar em casa dos meus pais com o marido e os filhos. Comemos caldo verde, camarão, tostinhas com patê, queijo, frango assado e batatas fritas. Bebi frizante de melão e comi tarte de côco e bolo mármore. Assisti ao concerto do Tony Carreira na TV, eu, que nem ligo à música do homem. 😂 Acabámos por passar lá a noite, porque a Alicinha estava a dormir e estava demasiado frio de madrugada para andarmos com ela de um lado para o outro. Este ano tinha a bebé pequenina e não podia aventurar-me em grandes noitadas, mas a verdade é que entrei no ano de 2019 com as pessoas que mais me importam no mundo (faltava a minha irmã, que foi para a ramboiada!).
Também na passagem de ano comemorámos 7 anos juntos, eu e o B. 7 anos de muito amor e paciência. 😂 Parabéns a nós! 💖
E as vossas festas como foram? Muitas prendinhas? Ressaca? Muita comidinha boa no bucho? Contem-me tudo.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2018
O Meu Conto de Fadas #20
O pedido de casamento
Apesar de só termos casado este ano, o pedido já foi feito em 2013. Sim, estivemos noivos durante 5 anos!
O B. escolheu o dia do meu 25º aniversário para me pedir em casamento. Esteve a noite toda nervoso e eu andei o tempo todo a tentar perceber o que se passava com ele, sem sucesso. Depois percebi! Organizei um jantar em casa dos meus pais, cerca de 20 pessoas, e logo depois de me cantarem os parabéns, começou a tocar uma música especial para nós (estava combinado com a minha irmã e os meus pais), ele ajoelhou-se, sacou do anel e perguntou "Queres casar comigo?".
Um anel simples, que eu adorei e que usei até meio da gravidez da Alice. Tive que deixar de usar, com muita pena minha, porque os dedos incharam, mas continua a ser um anel muito especial!
domingo, 25 de novembro de 2018
1 mês de Alice
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| No dia em que nasceu |
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| Agora |
É espantoso como a minha bebé cresceu e já mudou tanto ao fim de um mês. E como já sinto saudades daqueles primeiros dias ainda no hospital. A partir do momento em que os nossos bebés nascem, o tempo voa. Voa mesmo. Há 9 anos que sinto isto com o Leo, ter uma criança a crescer em casa faz-nos sentir muito mais a passagem do tempo.
Ao fim de um mês, já experimentámos 3 leites diferentes, porque a pequena tinha muita dificuldade em fazer cocós e vomitava. Com este (Nutribén AR Pro Alfa), estava a correr melhor, ou parecia que sim. Começou a fazer mais regularmente e sem ajuda de clister. E deixou de vomitar. Até agora. Voltou ao mesmo, pelo que o próximo passo é marcar uma ecografia para ver o que se passa com a pequerrucha.
Nos primeiros dias, nem pegava na chucha. Agora, vai pegando, mas ainda não é de muito boa vontade. Acho que ela prefere resmungar até se fartar e decidir que sempre é melhor agarrar na chucha para se acalmar.
Nos primeiros dias, chorava imenso durante o banho, mas passou-lhe depressa, agora é uma delícia. Só chora quando a tiramos para vestir e, aí sim, fica mesmo zangada. Passa-lhe apenas e só quando lhe pomos o biberão na boca.
Se inicialmente dormia imenso e lindamente, agora continua a dormir imenso mas de dia. E não adianta muito tentar acordá-la, porque só funciona quando a despimos. Dormir à noite não é para ela, temos menina de noitadas. Só dorme profundamente a partir das 4 da manhã. Uma maravilha!
Tem muito mau feitio, detesta que lhe lave os braços e lhe vista a parte de cima, porque fica super danada quando lhe prendo as mãos. Grita que se desunha quando tem fome e ataca o biberão como se lhe fôssemos roubar a comida. Mas já se ri muito quando está bem disposta e reage com muitos sorrisinhos quando lhe fazemos festinhas (é uma maricas!).
Tem sido uma adaptação. Com um filho à porta dos 10 anos, já muito independente em todas as tarefas básicas, já não estava habituada e mal me lembrava como era a vida com um recém-nascido. Tem sido cansativo e consome-me imenso tempo. Estava habituada a ter o tempo mais ou menos controlado, as tarefas domésticas em dia e agora tudo isso foi ao ar. Mas a bebé Alice é a luz dos meus olhos.
Ter filhos é nunca mais viver sem preocupações, é ter sempre um coração a bater fora do peito. Mas é também um amor que não cabe em nós, que nos preenche e nos deixa a flutuar. Não trocava a maternidade por nada. Ter filhos é tudo de bom.💜
sábado, 24 de novembro de 2018
Amor de irmão
O meu filho é um mano babado. Adora ver a irmã tomar banho, vem sempre a correr dar-lhe um beijinho quando chega da escola, fica todo contente quando o deixamos pegá-la ao colo e farta-se de falar com ela, dar-lhe miminhos e até cantar para ela. Os meus meninos são o meu orgulho.😍
segunda-feira, 12 de novembro de 2018
sexta-feira, 19 de outubro de 2018
O Meu Conto de Fadas #18
Momentos românticos
Foi assim que iniciámos uma noite romântica nos inícios de 2013, ainda antes de vivermos juntos. Fui eu que preparei o quarto com muito amor e carinho.😂 Na foto não tem um ambiente tão giro como estava na realidade, porque tirei a foto com flash e estragou o efeito da iluminação das velas, que dá sempre aquele ar mais intimista. Uma dica, que eu sou amiga... quando quiserem preparar uma surpresa do género, façam como eu: usem pétalas falsas. Não começam a ficar com um ar murcho e podem reutilizar!
Estas duas foram tiradas em 2015, por ocasião do São Valentim, e a surpresa, desta vez, partiu dele. Não é uma data que comemoremos frequentemente, aliás, é até raro o ano em que nos lembramos disso e ainda mais raro sairmos para fazer qualquer coisa, até mesmo porque é um dia terrível para andar na rua! Neste ano, comemorámos em casa. Julgo que o jantar e o serão foi por cá, mas tive direito a flores (raro, raro!), a chocolates e a pétalas na cama (as mesmas que usei em 2013, lá está... reciclagem!).
Não precisamos de muito para fazer a nossa cara-metade sorrir, minha gente. O amor é uma coisa muito bonita e revela-se, sobretudo, em pequenos gestos.
sábado, 14 de julho de 2018
O Meu Conto de Fadas #15
Música ao som da qual o ensinei a dançar kizomba
Não sou nenhuma pro a dançar kizomba, longe disso, aliás. Mas gosto muito e ajeito-me nos passos mais básicos. Quando conheci o B., ele não ouvia kizomba, nem sequer faz o género dele e naquela altura ainda menos. Contudo, quis aprender, talvez por ser uma dança sensual e na qual dá para estarmos agarradinhos. E foi ao som desta música que o ensinei a dançar. Transporta-me sempre para os primeiros tempos do nosso namoro.
sábado, 28 de abril de 2018
Mulher casada
O meu casamento não foi tradicional. Aliás, não está a ser, porque o dividi em duas fases. A primeira foi dedicada exclusivamente à família directa e aos padrinhos, com quem almoçámos ontem, depois de dizermos o sim no registo. A segunda será hoje ao jantar, com mais alguns amigos, num restaurante e não numa quinta, nem num salão reservado para a festa. Não tenho bouquet, véu, nem vestido de noiva; ele não tem fato, nem gravata; casámos de ténis nos pés. O bolo é simples e pequeno, feito pela madrinha; não contratámos fotógrafo, todas as fotos foram/serão tiradas por nós; as lembranças são saquinhos de organza com bombons (azul para os homens e rosa para as mulheres), com uma mensagem de agradecimento, e espetadas de gomas para as crianças; o photobooth são placas feitas home made e uns acessórios que comprámos. E estamos muito felizes com o nosso casamento pequenino e diferente. Logo à noite há festa, mas aqui estão as fotos do dia de ontem.
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| Eu e a madrinha de casamento |
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| Eu e a mana |
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| Eu e o pai |
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| Eu e a mana |
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| Eu e a mãe |
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| Eu com a madrinha e o marido |
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| Filhote e marido |
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| Marido com o padrinho de casamento |
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| Eu e o maridão |
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| O meu filhote com a tia |
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| O meu tio/padrinho com o maridão |
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| Eu com o meu padrinho |
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| Com a madrinha, a mana e o marido |
| O menino das alianças |
| Put a ring on it |
| Pode beijar a noiva! |
| Mãe e filhote |
| A nossa família linda |
| Os pais e a mana |
| Os padrinhos de casamento |
| Com os meus pais |
| Com os meus pais, a mana e o filhote |
| O gang todo |
| Com a barriguinha que já se nota |
| Finalmente casados |
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Do Natal
Este ano vamos ter um Natal diferente. Infelizmente, não poderemos comprar prendas a ninguém. Estamos numa situação delicada neste momento ...
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Tenho uma gordinha com 67,5cm e 7,900kg. Aos 6 meses, temos uma Alice muito engraçadinha, que palra imenso e dá muitas gargalhad...
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Foi passado em família, a modos que para celebrar o nosso primeiro ano de casados, completado no dia 27, num alojamento do qual só tenho co...
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