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quarta-feira, 3 de outubro de 2018

O mais querido

Amanhã é o meu aniversário. Os trinta! Mas o meu filho parece não concordar com isto. Hoje, enquanto se despachava para a escola, diz-me que pareço demasiado nova para já ter 30. Que rico filho, coisa mais boa da sua mãe! A ver se me dizes o mesmo daqui a 10 anos, quando estiver à porta dos 40. 😂 

domingo, 7 de janeiro de 2018

Parabéns, meu pequeno amor!


Parabéns, amor da minha vida! Ainda me custa a acreditar que ontem já fez 9 anos que nasceste. Há 9 anos, a tua mãozinha segurava assim na minha, ainda tão frágil, tão indefeso e pequenino. Que a vida te sorria sempre e que eu te possa proteger. Estarei sempre ao teu lado. Eu e este amor que não me cabe no peito.

















domingo, 29 de outubro de 2017

A decisão final


Como mencionei por aqui há uns dias, andávamos cá por casa a ponderar a hipótese de o B. emigrar para França durante algum tempo, para termos uma vida um bocadinho mais desafogada e estabilizar um pouco mais as nossas economias. Não é uma escolha fácil, mas o que aconteceu hoje cá em casa facilitou-nos a decisão. O meu filho foi dar um beijinho de boa noite ao B. e veio ter comigo ao quarto para eu o aconchegar na cama. Já era tarde, hoje esticámo-nos na hora de deitar dele, porque fomos jantar à casa da madrinha, mas como é sábado, também não havia problema em adormecer um pouco fora de horas. 

Como o B. tem trabalhado 7 dias por semana e já era 00h, o meu filho disse-me "O pai tem pouco tempo de descanso!", ao que eu respondi "Pois, ele trabalha muito... para ganhar dinheirinho cá para casa". E a resposta dele foi esta "Pois, mas eu não gosto de estar tanto tempo sem o ver... Tenho saudades do pai, gostava que ele passasse mais tempo connosco em casa". Apertou-se-me o coração, ficou pequenino, pequenino... Chamei o B. e pedi ao L. para lhe repetir o que me tinha dito a mim. O B. deu-lhe um beijinho e prometeu que no próximo fim de semana tirava um dia de folga para passar connosco. Depois disto, decidimos que ele ia ficar cá. Com a família. 

O meu filho, aos 2 anos, viu o pai biológico partir para Inglaterra. Era pequenino, mas nunca se esqueceu que tinha um pai. Ele nunca viveu connosco, mas era presente na vida dele. O L. ficou triste com a ausência do pai, revoltou-se pelo facto de ele não estar presente nas festas de aniversário, não queria falar com ele quando ligava, perguntava-me se os bonecos na TV choravam porque não tinham o pai com eles... enfim, não foi fácil. Quem cá ficou para lidar com tudo isso fui eu e só eu sei como foi complicado para ele.

Quando ele tinha 3 anos, o B. entrou na nossa vida. E há 4 anos que ele faz o papel de pai, desde que viemos viver juntos. Ocupou na vida do meu filho o lugar que o pai deixou vazio no coraçãozinho dele. O L. tem perfeita noção de quem é o pai dele e gosta do pai, mas quem esteve sempre presente quando ele precisou, foi o B. E eu não quero que ele volte a passar pelo mesmo. Agora mais velho, com mais noção e pela segunda vez, ver o um pai a partir para longe. Sei bem como custou da primeira vez e não vamos sujeitá-lo a isso novamente.

O dinheiro é importante e faz muita falta, mas não é tudo. A família, sim, é tudo. 💓

domingo, 10 de setembro de 2017

InstaLife #21

O meu bebé no desfile dos tambores

Almoço de preguiçosa

A brincar com o drone

Cerejinhas giras nas unhas




No autocarro a caminho de casa

Uma pausa num dia de trabalho

Brincadeiras

A brincar com o Snapchat

Uma meia transformada em bolsa para telemóvel

Passeio nocturno de trotinete

As unhas que tenho neste momento

O meu ciclista preferido

Mais uma voltinha ao parque depois de jantar

Babyluv

Saladinha boa e fresquinha

Ressuscitei os pins da adolescência

Almoço fora em família

Viagem de comboio. Ele adora!

De volta ao trabalho depois das férias

terça-feira, 13 de junho de 2017

O Meu Conto de Fadas #7


O momento em que ele conheceu o meu filho

Como referi aqui, na última publicação desta rubrica, o B. acabou por confessar-me que gostava de levar a nossa relação para um nível mais sério. Eu não estava preparada para isso, mas também não queria deixar de estar com ele. Não deixei que a conversa desenvolvesse muito no sentido de oficializar a nossa relação (até porque eu ainda não estava solteira, tampouco), mas continuámos a ver-nos. E, embora eu não quisesse admitir, aquilo que sentia por ele começava a evoluir e prova disso foi deixar que ele conhecesse o meu filho. Um dia, em que eu não estava a trabalhar, o B. veio ter comigo a casa dos meus pais. O meu filhote estava a dormir a sesta (tinha 2 aninhos na altura) e nós ficámos a conversar e a ouvir música (vá... e um beijinho ou outro!) até ele acordar. Acordou, vesti-o e levámo-lo ao parque. Dei-lhe lanche antes de ir brincar. Estava fresco e era dia de semana em horário laboral e escolar, pelo que não havia ninguém no parque. Ele andou no que bem quis e cravou o B. para andar com ele de escorrega e tudo. Não estranhou a presença dele, deram-se bem e inclusivé passaram uma série de tempo num banco de jardim a brincar com as folhas secas de outono. Apanhavam as folhas, colocavam-nas em cima do banco e depois mandavam-nas para o passeio novamente. E repetiam o processo, enquanto o pequeno se divertia imenso com aquilo. Sim, o meu filho entretinha-se com pouco (ainda hoje, é assim). Quando chegou a hora, fomos levar o B. ao comboio e ele tentou dar-me um beijo de despedida, que eu recusei. Sim, gostava dele o suficiente para o apresentar ao meu filho, mas não achei que fosse ainda altura de lhe mostrar que não éramos simples amigos. Claro que ele ficou desconcertado, mas entendeu quando eu, mais tarde, lhe mandei SMS a explicar que não queria que se passasse nada entre nós à frente do pimpolho. Foi um momento constrangedor, aquela despedida, mas guardo essa tarde com carinho na memória.

domingo, 11 de junho de 2017

Fim de semana preenchido

Ensaio

Sangria com a bff

Um baloiço original

O meu macaquinho

O pequeno na euforia dos carrinhos de choque

No carrossel Royal

Mais-que-tudo

Manhã de domingo no parque

Passeio matinal de bicicleta com uma amiguinha



Girl crush

Todos nós temos uma certa admiração, seja porque motivo for, por algum artista ou personalidade. Eu tenho vários, o que julgo ser normal na...