quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Princesa Alice

Depois de 2 dias e 2 noites com contracções, a bebé Alice chegou. Teve que ser de cesariana, porque a dilatação parou a meio, mas a nossa princesa viu a luz do dia na 5ª feira, dia 25 de Outubro. Nasceu com 3.840kg, 50cm e cheia de cabelo!


Infelizmente, perdeu mais peso do que era esperado, pelo que tivemos que ficar um dia extra no hospital, para a engorda. Melhorou, mas teve que ser com leite de fórmula como suplemento e a amamentação tem sido um suplício. Fora isso, é uma bebé super dorminhoca, que temos que acordar para comer. "Ah, ela acorda quando tiver fome!" Hum, não. Se a deixarmos, dorme 5 e 6 horas seguidas e, para já, as indicações do pessoal médico são não deixar que ultrapasse, no limite, as 4. Temos que a acordar para comer. Problema: ela não acorda por nada. Até agora, cansamo-nos mais nas tentativas de a despertar do que noutra coisa qualquer. 😂


Passa muito tempo a dormir, mas quando está acordada, é assim, esta overdose de fofura. Fica muito atenta às vozes e não se chateia nada de passar de colo em colo. É uma linda!


Como não adorar esta carinha laroca?! 😍

terça-feira, 23 de outubro de 2018

40 semanas

Chegámos às 40 semanas e a Alice continua cá dentro. Fui hoje ao hospital fazer o toque e um CTG. Nada de dilatação. Mas hoje acordei com contracções. Acontece que ainda são um bocadinho espaçadas e, portanto, não ficava no hospital a fazer nada, sem dilatação, nem bolsa rebentada. Assim, estou em casa, a aguentar as que vão aparecendo e à espera do que aí vem. Só me querem lá se tiver contracções de 5 em 5 minutos. Ficou marcada indução para 2ª feira, dia 29, se ela não vier até lá. Contudo, acredito que, pelo andar da coisa, possa ser antes. A ver vamos...

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Halloween


É verdade que, quando era miúda, não havia nada disto de Halloween. Na escola primária, não festejávamos isto e agora os miúdos vão mascarados para a escola nesta data. Por cá, começámos a "celebrar" o Halloween mais tarde, ainda em idade escolar mas já mais velhos, andando pela rua mascarados (ainda não éramos muitos a fazê-lo) e a fazer festas temáticas em casa. Ou seja, isto já apareceu em Portugal há alguns anos... mas continuamos a ter sérios problemas em aceitar o que é mais uma festividade. 

Ainda que não tenha mais nenhum significado, porque não faz parte da nossa cultura, dá para o pessoal se divertir. Quem quiser sair à noite ou ir a uma qualquer festa de Halloween, aproveita a data para se mascarar, fazer algo diferente. E quem tem filhos deixa-os aproveitar uma coisa que é divertida para eles. Sei que isto não é uma tradição portuguesa, mas porque é que temos que nos indignar com tudo? Eu cá acho muito giro a forma como vivem o Halloween nos EUA, é engraçado. Aqui não tem o mesmo peso.

Comentários sobre como estarmos a deixar de festejar o Carnaval, e que este até já passa despercebido, para festejar o Halloween, como já vi, são só ridículos. Ainda não dei conta em ano nenhum que o Carnaval tivesse passado despercebido fosse onde fosse e continua a ter mais peso como festividade a nível nacional do que o dia das bruxas. Por isso, não digam asneiras. Além disso, porque raio não se podem festejar as duas datas? Parem lá de se preocupar com merdas que não importam, sim? Se vos passa ao lado, percebo muito bem... não sou a maior entusiasta nem de um, nem de outro, mas não há motivo para tanta indignação acerca destes festejos.

domingo, 21 de outubro de 2018

Séries viciantes #27 \\ The Gifted


Sinopse: Produzida em parceria com a Marvel Television, e tendo como cenário o universo X-Men, a série The Gifted conta a história comovente de um casal suburbano, os Struckers, cujas vidas comuns são abaladas pela descoberta de que os seus filhos adolescentes possuem poderes mutantes. Forçada a fugir de um governo hostil, a família procura ajuda numa rede clandestina de mutantes e tem de lutar para sobreviver.






Opinião: Estou a gostar desta série. A primeira que vi baseada assim no universo X-Men foi Legion e não conseguiu cativar-me. The Gifted relata, no fundo, uma luta contra o preconceito. O ser humano nunca soube lidar com o que é diferente. Como qualquer característica que pareça estranha à humanidade, o gene que existe nos mutantes é razão suficiente para os renegarem, criando-se uma guerra entre mutantes e humanos, sem ter em conta que são seres que também sentem, também amam, também se magoam e também querem ser respeitados. Ao mesmo tempo, a família dos Struckers, que vê os poderes surgirem nos filhos, tem que encontrar uma forma para lidar com as mudanças no seio familiar que esta nova dinâmica acarreta.

sábado, 20 de outubro de 2018

Dormir é um desperdício


Eu sempre disse que dormir era um desperdício de tempo útil. Tanta coisa que existe para fazer e todos nós sabemos que, muitas vezes, as 24h do dia parecem não chegar. Andamos sempre em correria e nem sempre conseguimos fazer tudo o que gostaríamos. Mesmo quando a maioria das pessoas dorme menos horas do que devia. Porém, a realidade é que todos nós temos que o fazer. Todos temos que dormir, por questões de saúde e porque é fisicamente impossível funcionar sem isso.

Antes de ter o meu filho, era dessas pessoas que dormem pouco. Conseguia dormir entre 2h a 5h e ficar bem as restantes. E aproveitava cada uma delas para estar ocupada fosse com o que fosse. Depois de o Leo nascer, tudo mudou. Toda eu fui consumida pelo sono durante a gravidez e, infelizmente, isso não me passou. Tornei-me numa pessoa incapaz de fazer directas, mas perfeitamente capaz de adormecer no sofá de uma discoteca ou em pé no posto de trabalho! Adormeço a qualquer hora do dia, em qualquer lugar, sem dificuldade alguma. E se, por um lado, é bom não ter insónias, por outro, é bastante chato não ser capaz de me manter acordada quando quero.

Ora, ontem fiquei a saber que o meu rico filho deve sair mesmo à mãezinha dele. Aliás, eu já sabia que ele era duro de dormir... Nunca foi um bebé que me desse péssimas noites, porque, caindo no sono, dormia lindamente. Mas até adormecer, era um castigo. Não chorava, nem esperneava, mas ficava ali simplesmente acordado. Sempre lutou contra o sono. À medida que foi ficando maiorzinho, ganhou o hábito de falar com os bonecos durante imenso tempo e, mais tarde, sozinho, na cama, até adormecer. Actualmente, já com 9 anos, o que acontece é que se lembra de mil coisas para dizer/fazer quando já está deitado, como sejam: contar-me coisas sobre o dia dele, fazer-me perguntas, ir beber água, ir à casa de banho, queixar-se da barriga ou da cabeça, tem frio, tem calor... e tudo o que se possam lembrar.

Ou seja, sempre soube que ele não era adepto desta coisa de perder tempo a dormir. Mas ontem confirmou-se. Quando se estava a despachar para ir para a cama (e já mais tarde do que o habitual, por ser 6ª feira), disse-me que a parte do dia que menos gostava era quando tinha que ir dormir. Pois então ele acha que não devia ser necessário dormir para termos energia, mas antes se pudéssemos ficar 1 ou 2 horas a carregar ligadinhos à tomada, era o ideal.😂

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

O Meu Conto de Fadas #18

Momentos românticos


Foi assim que iniciámos uma noite romântica nos inícios de 2013, ainda antes de vivermos juntos. Fui eu que preparei o quarto com muito amor e carinho.😂 Na foto não tem um ambiente tão giro como estava na realidade, porque tirei a foto com flash e estragou o efeito da iluminação das velas, que dá sempre aquele ar mais intimista. Uma dica, que eu sou amiga... quando quiserem preparar uma surpresa do género, façam como eu: usem pétalas falsas. Não começam a ficar com um ar murcho e podem reutilizar!



Estas duas foram tiradas em 2015, por ocasião do São Valentim, e a surpresa, desta vez, partiu dele. Não é uma data que comemoremos frequentemente, aliás, é até raro o ano em que nos lembramos disso e ainda mais raro sairmos para fazer qualquer coisa, até mesmo porque é um dia terrível para andar na rua! Neste ano, comemorámos em casa. Julgo que o jantar e o serão foi por cá, mas tive direito a flores (raro, raro!), a chocolates e a pétalas na cama (as mesmas que usei em 2013, lá está... reciclagem!).

Não precisamos de muito para fazer a nossa cara-metade sorrir, minha gente. O amor é uma coisa muito bonita e revela-se, sobretudo, em pequenos gestos.

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Destilar ódio...

Toda esta polémica sobre o professor universitário tem trazido ao de cima, mais uma vez, toda a capacidade humana de ser estúpido e cegar completamente. Às vezes, acho que parecemos burros, com as palas nos olhos, incapazes de ver um bocadinho mais além. Já aprendi que não vale a pena responder com a minha opinião e os meus argumentos a tudo o que vejo, porque vai dar merda no final e só me vou enervar. Escolho as minhas batalhas nesse campo e opto por dar opinião quando sinto que, mesmo não concordando, não me irão atacar, como eu não ataco os outros pelas opiniões deles. 

Já me sinto um bocado cansada de ler tanto ódio nas redes sociais dirigido ao homem. Principalmente, porque me apercebo que a maioria das pessoas nem atingiu o que ele quis dizer... E porque continuam a bater na tecla de que as crianças não podem fazer o que lhes apetece e que deixá-las não beijar os avós é igual a deixá-las faltar à escola, comer gelado e batatas fritas ao jantar ou jogar no tablet 24h por dia. E por pensarem que é tudo a mesma coisa é que tem que haver mais sensibilização no sentido de fazer as pessoas entenderem que nenhuma dessas coisas interfere com o espaço pessoal nem com o corpo da criança... Dar-lhes liberdade para cumprimentar sem beijos não é igual a deixá-las fazer tudo o que querem. Será que é mesmo assim tão difícil de perceber isto? Serão as pessoas assim tão ignorantes ou só não querem entender?

Outro argumento que me deixa os nervos em franja é o facto de que aos avós se devem dar beijos e ponto final. Sem abertura para mais nada! Avós são avós. E os netos devem cumprimentá-los com beijinhos. Estas pessoas serão, certamente, as mesmas que pensam que não há avós no mundo capazes de molestar os netos. E, obviamente, nunca no seio da sua própria família! Não se foquem na parte de serem avós ou não, gente... são adultos como qualquer outro. Se a criança se sente fisicamente desconfortável, acham bonito forçá-la? Eu cá só acho um abuso. E, definitivamente, não é a mesma coisa que obrigá-la a ir à escola ou a lavar os dentes depois das refeições. Tanto quanto sei, isso não a obriga a ter intimidade nem contacto físico com ninguém, nem aqui, nem na China.

Girl crush

Todos nós temos uma certa admiração, seja porque motivo for, por algum artista ou personalidade. Eu tenho vários, o que julgo ser normal na...