quarta-feira, 14 de novembro de 2018

As inimigas


Praticamente todos os dias vejo posts deste género no facebook e, geralmente, feitos pelas mesmas pessoas. Gente a mandar indirectas, a gritar aos sete ventos que são maravilhosas e que as outras são mal-amadas, que se estão a cagar para quem fala mal delas. Dizem que estão acima dessas coisas, mas chegam a dar esclarecimentos no facebook para quem quiser ler, muito indignadas porque se estão a meter na vida delas. E que tal ignorar? E se essas "inimigas" estão pelo facebook, porque não eliminá-las? E têm assim tanta gente importada com a sua existência a falar mal delas? E lavar roupa suja nos comentários? Muito menos... É algo que me faz confusão e me cheira sempre a dramas adolescentes...

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Da estupidez alheia

Não sei se já referi aqui no blog, mas sou um bocado comichosa com a sujidade em casa. Detesto que me andem calçados em casa com sapatos da rua. Inclusivamente, já comprei chinelos para as visitas. Contudo, encontro sempre resistência em algumas pessoas e é uma guerra da qual me estou a cansar. Por isso e porque não estou disposta a desistir de uma coisa que eu quero mesmo manter, por questões de higiene e porque não me apetece, nem tenho tempo para andar sempre a limpar, decidi aceitar uma sugestão da minha mãe: aquelas coisas descartáveis que cobrem os sapatos, usadas nos hospitais. Assim, quem se sente desconfortável a descalçar-se, pode servir-se daquilo e acho que é um bom meio-termo, que agrada a ambas as partes, pois podem manter os sapatos nos pés e eu a casa limpa. 

Porém, não sabia onde encontrar isto e coloquei a questão num grupo do facebook. Cometi foi o erro crasso de explicar demais, disse porque queria encontrar o artigo. E todo o post, que era só uma pergunta simples, virou um banzé todo o tamanho. Até desisti de responder aos comentários que não eram direccionados para o que eu tinha perguntado. Mas surgiram algumas muito indignadas com a MINHA opção de como receber as pessoas na MINHA casa, o que acho extraordinário. Por saber que algumas pessoas não gostam muito desta prática é que estou a tentar encontrar uma forma de todos se sentirem confortáveis: eu e as visitas! Mas várias a dizer que nunca entrariam numa casa onde lhes pedissem para deixar os sapatos à porta, que é falta de ética (na minha terra, ética é um conjunto de regras de conduta, pelo que devem ter um dicionário diferente do meu...), que não se sentiriam bem-vindas e toda uma série de coisas, até me disseram para ir ao médico, vejam bem. 😂

Já aprendi a rir-me destes comentários ridículos e a ignorar opiniões não solicitadas, porque não estou para me chatear, ainda por cima com pessoas que não conheço de parte alguma. Em muitos países, isto é uma prática habitual e todos o fazem, mas como não faz parte da nossa cultura, já é um bicho de 7 cabeças se alguém o quer fazer. E não é porque gostamos de ter a casa limpa ou livre de bactérias, ou para evitar que crianças andem em cima de toda a porcaria que vem da rua, não! É porque queremos ser diferentes e não passa de uma paneleirice.

Acho que nunca uma publicação minha teve tantos comentários, foi assim uma coisa do outro mundo. Só porque as pessoas não sabem respeitar o que é diferente da sua realidade. Quem lesse alguns dos comentários, pensaria até que eu estava a convidar a malta do grupo para vir cá a casa! 😂

Amor


Provavelmente, o melhor momento do meu domingo. Há lá coisa melhor? Tanto amor! 💕

domingo, 11 de novembro de 2018

Em Modo Saudosista #23

Pescaria

Sei que ainda se vende isto, porque o meu filho já teve uma coisa destas. Quando era criança, adorava brincar com isto. Uma coisa tão simples e que nos podia entreter um tempão!

sábado, 10 de novembro de 2018

TAG O que eu mais gosto


Fui nomeada pela Teresa, do Ontem é só memória, para responder a esta TAG. Assim, aproveitando uns minutinhos em que a pulguinha está a dormir, deixo-vos as minhas respostas.

1- Carnaval ou ficar em casa?
Preferia ficar em casa, mas como tenho um filho com 9 anos, geralmente, ando com ele na rua. Eu faço um frete enorme, mas ele adora :)

2- Beber refrigerante ou beber água?
Água.

3- Jogar playstation ou no telemóvel?
Tempos houve em que jogava muita PS, agora não. Fico-me pelo telemóvel, mas pouco, que também já não sou muito dada a jogos.

4- Apanhar sol ou fugir dele?
Fugir sempre que posso!

5- Calça jeans ou bermudas?
Leggings ou jeggings. Não uso jeans, nem bermudas.

6- Som alto ou fones?
Depende da música e do estado de espírito no momento.

7- Lavar o cabelo todos os dias ou de vez em quando?
Quando fica um dia por lavar, é ocasional. Geralmente, faz-me confusão não o lavar todos os dias.

8- Pintar o cabelo ou deixar natural?
Passo muito tempo sem o pintar, mas se não tivesse que dispender tanto tempo e dinheiro nisso, fazia-o regularmente, gosto muito.

9- Acampar ou ir a concerto?
Pouco fui a concertos, mas vou optar por essa. Odeio acampar.

10- Comer à mesa ou no sofá?
Quase sempre no sofá. Eu sei, maus hábitos, ahah!

11- Computador fixo ou portátil?
Portátil.

12- Falar muito, ou escutar muito?
Mais escutar do que falar.

13- Óculos de sol ou boné?
Óculos de sol.

14- Comer em casa ou na rua?
Sou muito preguiçosa para sair, mas também o sou para cozinhar (não que não o saiba fazer, mas é com cada preguiça!), portanto, se puder ser comida comprada na rua para comer em casa, é o ideal para mim, eheh!

15- Ver um filme em casa ou no cinema?
Quase sempre em casa, não é muito frequente ir ao cinema. Também o preço dos bilhetes está pela hora da morte...


Quem não figurar nos nomeados e quiser levar a TAG na mesma, estão à vontade, depois passo nos vossos cantinhos para espreitar as respostas! 

Nomeados
Cláudia, do Marés
J*, do Jus à Ju
Susana, do Ao Virar da Esquina
Ana Rita, do Margherita
Titica Deia, d'A Titica

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

2 semanas depois


Duas semanas de bebé Alice. 52 cm e 4 kg.

A amamentação não tem corrido muito bem, a pequena na maminha fica com fome, mesmo depois de se ter habituado a pegar. De maneiras que, como estava a ser um stress para as duas, optámos por dar leite adaptado e pronto. Sempre disse que iria tentar (e tenho, realmente, pena por ela não ficar satisfeita), mas que não iria massacrar até à exaustão, se visse que não resultava. Está neste momento a 120 ml.

Já apanhou a manha do colinho (se eles não aprendem depressa o que é bom!) e é difícil de ficar sossegada na alcofa ou na cama se ainda estiver acordada. Adormece no colo, o que é uma chatice. Durante a noite não contrariamos isto para que não acorde o prédio inteiro, mas durante o dia, de vez em quando, vai ficando na alcofa a chorar até perceber que não a vamos pegar. Passei por isto com o meu filho e até bem tarde me adormeceu no colo, sendo que nem sentada podia estar, tinha que ser de um lado para o outro e a embalá-lo. Não queria passar por isso com esta também.

Gosta de adormecer na maminha, no colo ou a beber biberão, mas chucha é coisa que não lhe agrada muito. Já vai pegando, uma vez por outra, mas gosta é de sentir o leite quentinho a escorregar-lhe pela goela para se deixar dormir. Ora, a chucha não deita nada, pelo que lhe dura pouco tempo na boca, depressa é cuspida.

Detesta quando lhe lavamos a cabeça no banho, grita desalmadamente (ainda lhe lavamos a cabeça com ela fora da banheira) e fica vermelha, vermelha! Mas quando a deitamos dentro da banheira, com o rabinho de molho, cala-se logo. Só volta a abrir a goela quando o banho acaba e berra o tempo todo enquanto a limpamos e vestimos, até ao momento em que lhe damos o biberão.

Já tirei os agrafos da cesariana e hoje, finalmente, tomei banho em condições e sozinha pela primeira vez desde que tive a bebé. Até aqui, estava sempre condicionada, fosse porque tinha os agrafos, porque não me dobrava, ou não podia molhar o penso, ou porque fiz alergia ao penso impermeável, ou tinha dores, a cicatriz inflamou um bocadinho e levou mais tempo a sarar, ou não me conseguia limpar sozinha, ou tinha que tomar banho de gato, enfim. Hoje foi-me devolvida a minha independência para fazer uma coisa tão simples como tomar um duche completo sozinha.

Não tenho tempo para nada neste momento, ela consome-me o tempo todo e o pouco que tenho livre acabo por usar para ir fazendo coisas cá por casa ou, muitas vezes, dormir! Que bem falta me faz. Mas, como é óbvio, é a menina mais linda, a princesinha da família. Está a ser uma fase de adaptação, mas estou muito contente por tê-la, enfim, cá fora. É uma lindona! 

sábado, 3 de novembro de 2018

Ser pai

Ontem veio jantar cá a casa um casal, pais de uma bebé de dois meses, que me fez perceber a sorte que tenho com o marido que escolhi. O Bruno é um paizão babado mesmo, a Alice é a menina do papá e ele anda sempre de roda dela, a tentar perceber se está tudo bem, se comeu o suficiente, se quer arrotar, se tem a fralda limpa, se tem sono, se tem soluços, se não parou de respirar, se tem o pescocinho limpo ou se escorreu para lá leite, se tem frio... enfim, questiona tudo e está sempre atento. 

É capaz de passar imenso tempo com ela ao colo e faz tudo: dá-lhe banho, muda-lhe as fraldas, veste-a, adormece-a, coloca-a para arrotar, prepara-lhe o leite quando é hora de dar o da lata, dá-lhe o suplemento. Até canta para ela! Também tem colaborado na limpeza da casa, na preparação das refeições e nas tarefas domésticas em geral. E sempre que é preciso alguma coisa do supermercado ou da farmácia lá vai ele. Como passei por uma cesariana e me custa um bocadinho limpar as pernas depois do banho, ele ajuda-me. Se a Alice chora durante a noite, ele levanta-se, tal como eu.

A dinâmica deste casal que cá veio é completamente diferente. O pai não troca uma fralda, nem dá banho à filha, porque lhe faz confusão, por "ser menina". Desculpas, digo eu... Quando a filha chora, se ele lhe pega, é para ir levar à mãe. A rapariga não pode ir à sanita ou tomar banho sem que o marido lhe leve a criança, porque esta estava a chorar. E só ela é que acorda durante a noite para cuidar da bebé. Meu rico marido...

Girl crush

Todos nós temos uma certa admiração, seja porque motivo for, por algum artista ou personalidade. Eu tenho vários, o que julgo ser normal na...