quinta-feira, 13 de junho de 2019

Unhas dos bebés

As pessoas mais velhas (algumas) tendem a acreditar que a melhor maneira de cortar as unhas aos bebés é com os dentes. O que me espanta é que malta nova também o faça. Acho uma prática muito pouco higiénica! E não é recomendado... digam lá o que disserem. Há tantas bactérias na boca de um adulto, essa é uma forma muito eficaz de infectar o bebé, caso tenha uma pequena lesão nos dedos, por exemplo, ainda que invisível aos nossos olhos. 

Além disso, como é que pode ser mais prático do que um corta-unhas ou uma tesoura próprios para bebé? Eu sei como é difícil e aflitivo cortar as unhas a um fofinho tão pequenino; com o primeiro filho, como vivia com os meus pais, era a minha mãe que o fazia, porque eu tinha medo de o magoar e agora com a segunda, obviamente, já o fiz desde o início, mas sempre com o mesmo receio, nunca cortando muito curtas e sempre com bastante luz para ver bem o que estou a fazer e evitar magoá-la. Com os dentes, além de não se estar a ver onde estamos efectivamente a pôr a boca, parece-me muito mais complicado, o tamanho de um dente nosso é enorme comparado ao dedinho de um bebé.

É só a mim que isto faz imensa confusão?!

domingo, 9 de junho de 2019

Abraçar durante uma birra

Li aqui que devemos abraçar os nossos filhos quando se portam mal, para que se sintam acarinhados. Porque quando fazem asneiras, sentem que não merecem carinho e amor e nós devemos mostrar-lhes o contrário. E que devemos insistir mesmo quando eles rejeitam o abraço, o que pode acontecer com mais frequência na pré-adolescência ou adolescência.

E eu não sei se concordo muito com isto. Talvez possa resultar em miúdos pequenos, que não sabem ainda muito bem como exprimir e lidar com as suas frustrações, que ainda estão a aprender como funciona o mundo. Talvez. Porém, em pré-adolescentes e, principalmente, em adolescentes, isto parece-me só parvo. Já têm idade para perceber que estão a fazer merda em muitos casos, sobretudo quando, muitas das vezes, as atitudes são propositadas para desafiar/testar a paciência e os limites dos pais (falo apenas em idades mais avançadas!).

Não me parece que esta coisa dos abraços quando os putos fazem asneiras seja muito eficaz, pois não consigo ver como é que, a partir dali, eles vão perceber que estiveram mal. Vão sentir-se amados, claro, certamente, mas não sentirão também que os pais estão a validar as atitudes menos positivas? Acho que pode ser um pau de dois bicos...

sábado, 8 de junho de 2019

Criem filhos, não animais


Um pedido capaz de gerar polémica e de atiçar todos aqueles que não pretendem ter filhos. Não faço parte do rol, portanto não me sinto afectada. Contudo, devo dizer que é um bocadinho arrogante fazer um apelo destes. Se eu concordo que as crianças são infinitamente melhor que os animais? Sem a menor dúvida. Se eu acho que toda a gente tem que pensar como eu? Não, como é óbvio. Sou pela liberdade de escolha, sempre e em qualquer circunstância. 

Apesar de não perceber esta preferência, acho que qualquer pessoa tem o direito de tomar as suas decisões e viver tranquilamente com as escolhas que faz, sem se sentir pressionado para optar por um caminho diferente. Se querem viver sem filhos, porque não? Não conseguimos mudar a forma como alguém se sente em relação isso só pela força de vontade, portanto, a opção é ter filhos sem os querer verdadeiramente só para "garantir a continuidade da espécie"? Mais vale estarem quietos.

Nunca fui aquela pessoa que queria muito ter filhos, não fazia questão. Depois, aconteceu o Leo. E eu descobri com ele que a coisa de que mais gosto no mundo é ser mãe. Preenche-me realmente. Mas consigo perceber que haja quem não sente o mesmo. E não tento mudar isso, porque não me diz respeito. Porém, desde que os meus avós, neste último ano, deixaram de ser capazes de estar sozinhos, pergunto-me o que será, nessa altura da vida, das pessoas que escolhem não ter filhos.

E antes que se sintam tentados a dizer-me que há filhos que abandonam os pais, eu já sei. Mas também há aqueles, felizmente, como a minha mãe e a minha tia, que fazem tudo por eles. Não vos vou descrever a saga que tem sido desde que eles tiveram que sair de casa deles por já não poderem estar sozinhos, mas garanto-vos que não tem sido nada fácil.

O que acontece a um casal sem filhos nessa situação? Quem vai estar lá para ajudar? E quando um dos dois morre primeiro? Acho isso completamente assustador e é muito triste chegarmos ao fim da vida sozinhos e sem família. Será que essas pessoas pensam nisso? Não quero com isto mudar a visão de ninguém, mas tenho genuína curiosidade.

segunda-feira, 3 de junho de 2019

Na Cozinha da Cy #42

Massa com carne em molho de churrasco

Sou super fã de massas e molhos, comida com sabor, condimentos! Mas esta é uma receita básica, básica. É apenas cozer massa e fritar a carne naquele molho de churrasco de compra. E misturar tudo no fim. A quantidade de molho é ao gosto de cada um, bem como a massa e a carne (eu usei laços e carne de porco).

domingo, 2 de junho de 2019

Recordar é viver!

A melhor turma por onde passei na minha vida escolar foi, sem qualquer sombra de dúvida, a do nono ano. Dessa turma, faziam parte várias pessoas que vieram comigo da primária, mais as que se foram juntando pelo caminho. 

Desde que saímos daquela escola, em 2003, fomo-nos afastando, como naturalmente acontece à maior parte das pessoas. No entanto, ocasionalmente, juntamo-nos para relembrar os velhos tempos. Passámos por tantas coisas juntos, existem tantas memórias da nossa adolescência que partilhamos que é muito bom reviver. 

Muitos de nós passam meses, anos, sem falar, sem nos vermos, alguns sem saber sequer uns dos outros. Contudo, nestas reuniões, parece que os anos não passaram. Claro, estamos todos mais velhos, somos adultos, trabalhadores, pais e mães, todos nós temos vidas completamente diferentes e com imensas coisas a acontecer, mas a cumplicidade que nos unia vem sempre ao de cima. 

Estes jantares dão-se sempre em casa dos meus pais, que era O spot na altura da escola, onde fazíamos imensas festas, e sou sempre eu que organizo. A vida vai acontecendo e dei-me conta de que o último já tinha sido em 2012! Eu e a minha melhor amiga (a única dessa malta toda que me continuou a acompanhar ao longo destes anos) entrámos em contacto com eles e lá decidimos fazer mais um. 

Só conseguimos reunir alguns, é difícil conciliar a vida e a disponibilidade de 20 e tal pessoas, principalmente se tivermos em conta que muitos de nós estão emigrados. Mas ainda que sendo poucos e faltando muitos membros, estes momentos são sempre tão bons...











Tentarei fazer disto uma coisa anual. A ver vamos se consigo! E se aproveito para retomar um contacto mais frequente com, pelo menos, os que sempre me foram mais próximos. E vocês, como é a vossa relação com a malta que vos acompanhou na escola? Ainda dura? Contem-me tudo.

sábado, 1 de junho de 2019

Livros que recomendo #30 \\ O Assassino do Crucifixo


Sinopse: Um corpo mutilado.
Um assassino impiedoso. 
Um pesadelo que parece não ter fim.

O corpo de uma jovem é encontrado numa cabana abandonada, no meio de uma floresta. Quando é chamado ao local do crime, o detetive Robert Hunter vê-se no meio de um cenário que parece saído de um filme de terror.
Nua e presa pelos braços a dois postes, a vítima foi torturada até à morte e no seu corpo foi entalhada uma cruz que o detetive reconhece de imediato: é a assinatura de um psicopata conhecido como Assassino do Crucifixo. Mas como é possível, se o Assassino do Crucifixo foi condenado e executado há dois anos?
Poderá este criminoso ser um imitador? Ou será que o impensável aconteceu e ele está, afinal, vivo e à solta? O detetive Robert Hunter e o seu parceiro embarcam numa investigação perigosa para descobrir a verdade e capturar de uma vez por todas este violento assassino.
Mal sabem eles que estão, na verdade, prestes a entrar no mais terrível dos pesadelos.


Opinião: Uma das coisas que me cativou neste livro de Chris Carter foi começar logo com a acção no início da história, espicaçando-nos a curiosidade para perceber como se chegou até ali. 

Outro ponto positivo é ter capítulos curtos, que é sempre uma coisa que me atrai nos livros, devido ao facto de nem darmos pela velocidade a que estamos a ler, não se tornando cansativo. 

De salientar também que o enredo está tão perfeitamente elaborado que não nos deixa perceber quem é o assassino até chegarmos, de facto, à revelação da sua identidade.

Agora, relativamente à história propriamente dita, é brilhante. Dos melhores policiais que li até ao momento, com rasgos macabros à moda do Saw, sem censura nas descrições gráficas, que nos chocam e prendem ao mesmo tempo, com pormenores sórdidos dos crimes e das autópsias.

sexta-feira, 31 de maio de 2019

Séries fantasiosas

Eu vejo imensas séries e algumas delas decorrem num mundo de fantasia, onde, obviamente, as coisas não são reais e não têm explicação. Contudo, dentro desta fantasia toda, existe alguma lógica e se há coisa que me faz comichão é a identidade secreta de um super-herói. Se nas séries The Flash e Arrow, tolero as identidades do Oliver Queen e do Barry Allen, já a Kara Danvers da Supergirl é uma anedota!

Este é o Arrow

Este é o Oliver Queen

A personagem usa um capuz, uma máscara e um dispositivo para modular a voz, movendo-se sempre nas sombras.

Este é o Flash

Este é o Barry Allen

A personagem usa uma máscara e serve-se da supervelocidade para disfarçar o aspecto e a voz quando comunica com pessoas que conhece.

Esta é a Supergirl

Esta é a Kara Danvers
A personagem usa o quê? Um par de óculos. Que servem, na realidade, para controlar a sua visão raio-x. Mas vamos lá a ver... é extremamente parvo que se possa considerar um disfarce! Sei que é uma série de fantasia, mas vá lá... um esforcinho não era nada mal pensado! 

Nota: Serve também para o Super-Homem, cujo Clark Kent (primo da Kara Danvers) usa exactamente o mesmo disfarce: um par de óculos, andando igualmente de cara descoberta quando surge como Super-Homem.

Unhas dos bebés

As pessoas mais velhas (algumas) tendem a acreditar que a melhor maneira de cortar as unhas aos bebés é com os dentes. O que me espanta é q...