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sexta-feira, 23 de março de 2018

Collateral Beauty


Sinopse: Howard (Will Smith), um homem que perdeu a filha de seis anos, vive bloqueado numa espiral de luto, que ameaça a empresa que fundou com o seu sócio e amigo Whit (Edward Norton). Este, juntamente com os seus dois colegas Claire e Simon (Kate Winslet e Michael Peña), decide então fazer algo para afastar o amigo da empresa, alegando insanidade deste. Primeiro, contratam uma investigadora particular para seguir os seus passos; ao violar a correspondência de Howard, os colegas descobrem que ele anda a escrever a três entidades: a Morte, o Amor e o Tempo, sobre a morte da filha. Contratam um trio de actores (interpretdos por Helen Mirren, Keira Knightley e Jacob Latimore) para desempenhar estes papéis e abordar Howard para lhe responder às cartas, fazendo com que Howard sinta que só ele os consegue ver.

A obsessão de Howard pelo dominó, em memória da filha

Howard e o Amor

Howard e Madeline

Howard e a Morte

Howard e o Tempo

Opinião: Bom, apesar de já ter saído há algum tempo e de o querer ver desde essa altura, só agora surgiu oportunidade. E foi um filme que gerou opiniões muito acesas, discordantes e que foi massacrado pela crítica. Eu ia com expectativas altas e, apesar de não ser um filme perfeito, não posso dizer que me desiludiu. O elenco é bastante bom e acho que a produção falhou ali um pouco em explorá-lo, nisso concordo com a opinião geral. Tive sentimentos contraditórios em relação a este filme ao longo de todo ele e só consegui reflectir depois de este acabar. Não esperava o final, a revelação sobre Madeline, a mulher que dirige o grupo de apoio, passou-me mesmo ao lado. Para olhos mais perspicazes, talvez não tenha passado. Também tem sido grande ponto de discórdia a veracidade da existência do Amor, do Tempo e da Morte ou se eram, de facto, apenas actores contratados. A minha leitura, depois de ver o filme do princípio ao fim, foi que não eram apenas actores. Uma coisa que tenho visto ser muito criticada é o facto de haver histórias secundárias além da depressão de Howard para superar a morte da filha. E com isso não concordo. Achei brilhante que cada um dos amigos de Howard tenha ficado encarregue de orientar a "entidade" que mais podia ajudar cada um deles com os seus problemas pessoais (relacionados com o amor, o tempo e a morte, respectivamente). Acho que é um filme que mexe muito com as nossas emoções e, definitivamente, eu recomendo!

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