Mostrar mensagens com a etiqueta amniocentese. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta amniocentese. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Período de descanso

Depois de fazer a amniocentese, todas as recomendações foram no sentido de fazer repouso absoluto durante 3 dias e depois uma semana de cuidados, sem levantar pesos, sem fazer grandes esforços. Sabendo que se não seguisse estas indicações, podia não deixar fechar o furo no útero, obviamente que as segui à risca, mas devo dizer que é das coisas mais difíceis de fazer! Ficar 3 dias deitada, é um sacrifício imenso, já me doíam os ossinhos todos e já não podia com as costas, sem posição para estar. As horas arrastavam-se, parecia que o dia nunca mais passava, tinha que comer sempre na cama. É uma tortura, só vos digo! Admito que gosto muito de não fazer nada, mas calma... preciso de me mexer.

Por outro lado, a parte positiva deste descanso obrigatório foi que me actualizei em algumas coisas que andava a ver; também não havia, literalmente, mais nada que pudesse fazer! Vi uns quantos episódios da terceira temporada da Supergirl e comecei a ver a segunda temporada da 13 reasons why. Terminei a sétima e última temporada da Once Upon a Time, deixando assim mais uma série acabada. Acabei a quarta temporada da The Flash e vi as 3 temporadas da Outlander (que andava para ver há séculos, mas ainda não tinha conseguido!). Ainda vi o filme O Bebé de Bridget Jones. Portanto, sempre foi qualquer coisa de produtivo.

terça-feira, 12 de junho de 2018

A amniocentese

Estou de volta.

Primeiro, quero pedir desculpa por não ter reparado nos comentários aos posts anteriores, mas, aparentemente, pelo que percebi, porque não é só o meu, o blogger ou está com algum problema, ou fez alguma alteração sem avisar os utilizadores, já que não estamos a receber as notificações por email quando alguém comenta as publicações.

Segundo, agradecer a todas as pessoas que comentaram o meu último post, as palavras de apoio, força e esperança. Como me disseram aqui, muitas vezes o resultado do rastreio bioquímico fora de tempo dá resultados não tão fiáveis e isso foi-me logo dito, até porque as medições estavam todas boas, mas já devem imaginar como é difícil ficar descansada quando há um alerta destes, mesmo sabendo que há muitas probabilidades de não ser nada.

Por último, anunciar que, felizmente, está tudo bem com a nossa Alice. Fiz o exame na 4ª feira de manhã e na 5ª, às 16h30, o médico ligou-me a dizer que o laboratório já tinha o resultado e que estava tudo normal. Foi assim um peso enorme que nos saiu de cima e fiquei muito contente por nos ligarem tão rápido, pois julgava que ia ser uma espera um pouco mais longa.

Sobre a amniocentese em si, li algumas opiniões de mulheres que já passaram por isso e são muito diferentes, algumas dizem que dói mais tirar sangue, outras afirmam que é doloroso. Claro que tudo depende do médico que está a fazer o exame, bem como da nossa própria tolerância à dor. A minha opinião é que dói, sim. Não é comparável a tirar sangue, que é uma picada ligeira na veia, pelo menos eu não achei. Sente-se duas picadas, a primeira na barriga, que, essa sim, parece a que levamos quando fazemos análises; a segunda no útero, para poder extrair o líquido amniótico e essa, minha nossa, se doeu. Nem senti a agulha sair, só senti a entrar e o desconforto permaneceu ainda durante um bocado.

Quanto ao facto de não ter feito no primeiro trimestre, nem percebo porque é que não é procedimento standard para quem é seguida no centro de saúde fazer-se esse rastreio. Ele serve para mulheres abaixo dos 35 saberem se há necessidade ou não de fazer a amniocentese, se há probabilidade de o bebé nascer com alguma deficiência genética. Não me faz sentido que tenha que se esperar até ao nascimento para detectar uma coisa que pode ser, facilmente, vista durante a gestação. Parece que estamos noutro século...

Novo emprego, novas aprendizagens

2024 foi um ano de muitas mudanças na minha vida, depois do que aconteceu em setembro de 2023. Mudanças essas que continuam a acontecer no m...