Mostrar mensagens com a etiqueta compras. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta compras. Mostrar todas as mensagens

sábado, 1 de setembro de 2018

Compras online

Este ano, para a aquisição gratuita dos manuais escolares, foi implementado um novo sistema, em que os encarregados de educação fazem o registo numa plataforma online, recebendo posteriormente uns vouchers através da mesma e podendo usá-los então para adquirir os manuais nas papelarias/livrarias aderentes. 

No facebook, faço parte de dois grupos de mães aqui da zona (um mais geral, outro só de meninos da turma do meu filho) e temos vindo a informar-nos umas às outras sobre qualquer evolução ou esclarecimento de dúvidas através desse meio.

Não sei se nas outras zonas do país tem estado a acontecer isto também, mas, aqui, a informação que consta na plataforma com a lista das papelarias aderentes não está correcta e/ou actualizada. Aparecem algumas que já não são aderentes e outras que são não têm lá o nome. Por isto, uma das dúvidas que surgiu no facebook era acerca disto mesmo: onde levantar os livros dos pequenos.

Ora, reparo que devo ter sido das poucas a fazer a encomenda online, através da Wook. Respondi a algumas mães, a informar que era possível fazer assim, que eles aceitam os vouchers. Porém, a maioria decidiu deslocar-se às papelarias ou livrarias aqui, ou até mesmo numa cidade vizinha, para fazer a encomenda. E com isto veio mais uma série de dúvidas: era preciso imprimir os vouchers? Bastava levar a foto no telemóvel? É possível lerem o código?

Apesar de haver alguma dificuldade em perceber quais os espaços que são, de facto, aderentes e de não saberem ao certo o procedimento, não optaram por ficar sentadinhas no sofá e inserir o código no site da Wook. Preferiram andar às aranhas e perder tempo, sabendo que, quando os livros chegarem, terão que se deslocar novamente para os ir levantar, enquanto que, online, até vêm ter a casa e a dificuldade é, literalmente, zero. Aquilo deixa-nos escolher o distrito e a escola e aparecem os nomes dos livros, o que nos permite confirmar se são os mesmos que constam na plataforma. A partir daí é só inserir o código de cada manual e confirmar a encomenda. Simples assim e no conforto do lar.

Já não é a primeira, nem a segunda e não será, certamente, a última vez que vejo pessoas a recusar-se a fazer compras na Internet. Mesmo sendo mais simples (em alguns casos, como este). Por exemplo, roupa ou sapatos, ou coisas que eu queira mesmo confirmar alguma característica fisicamente, não compro online. De resto, tudo o que puder, é assim que compro! É tão, mas tão mais fácil, que me custa entender porque é que a malta é tão quadrada neste aspecto...

sábado, 10 de dezembro de 2016

52 semanas: Semana 35 #As minhas piores compras foram...

Bikini de tiras fininhas

Mamilos de silicone para amamentação

Maquilhagem dos chineses

Sandálias de cunha um número acima do meu

Tops cai-cai

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Das lojas dos chineses

Há aquelas pessoas que se recusam, terminantemente, a comprar seja o que for nos chineses porque julgam sempre que todos os produtos são de má qualidade, que, por ser barato, é fraco, que não presta, enfim. E depois, há aquelas que SÓ compram coisas nos chineses e porquê comprar seja o que for noutras lojas, mais caras, quando se pode ir ali e arranjar tudo o que se precisa?

Ora, não entendo estes extremos. Eu compro muitas vezes em lojas dos chineses. Não tendo muito dinheiro, confesso que dá jeito. Não acho que os produtos dessas lojas sejam todos maus, como não acho que os das lojas de marca são todos bons. Há dois anos, comprei umas botas nos chineses que se estragaram em menos de nada. No ano passado, comprei outras, também nos chineses, por menos de 15€ e que me estão a durar já tanto tempo como umas que me custaram 60€ na Stradivarius. Também posso dizer que tenho umas sandálias há anos, compradas numa loja de marca e que, há dois verões atrás, comprei umas semelhantes noutra loja, também ela de marca, e que se estragaram numa questão de semanas.

A única coisa, assim mais flagrante, que temo comprar nos chineses é maquilhagem e cremes. Mas não se trata de discriminação por ser nos chineses, mas apenas da questão de não querer comprar maquilhagem que não seja reconhecidamente boa, por questões de saúde. Colocar algo na pele, que pode provocar alergias ou algo do género não é boa ideia, mas isso aplica-se a produtos dos chineses, do mercado ou de qualquer loja de marca da qual nunca tenha ouvido falar e que nunca tenha experimentado. O receio é o mesmo.

Não devemos generalizar!

Novo emprego, novas aprendizagens

2024 foi um ano de muitas mudanças na minha vida, depois do que aconteceu em setembro de 2023. Mudanças essas que continuam a acontecer no m...