Hoje acordei com perda de sangue, como se estivesse menstruada, assustei-me imenso e fui a correr para o hospital. Fizeram-me uma eco nas urgências obstétricas e está tudo a parecer-me irreal. Foi uma ameaça de aborto. E o médico que me fez a eco diz que é impossível eu estar de 11 semanas (como supostamente estaria, era para completar 11 semanas na 3ª feira, segundo as contas do centro de saúde pela data da última menstruação). Eu não fiz testes de ovulação e, por isso, não sei se ovulei mais tarde... portanto, estava à espera da possibilidade de ter uma ou duas semanas de diferença dos cálculos pela menstruação. Mas não assim tanta diferença, disseram-me no hospital que devo estar de 4 ou 5 semanas!! Ora, eu tive a última menstruação dia 3 de Novembro e o positivo de dois testes a 2 de Dezembro (para nem falar na barriga, que já se nota imenso!), como é que posso estar de tão pouco tempo?? E o que é facto é que na eco não se vê nada para além do saco gestacional... estou aqui com a cabeça a mil e já farta de chorar. Fui ao posto médico e passaram-me baixa, repouso absoluto. Vou fazer nova eco numa clínica na 4ª feira e consulta com a médica de família na 6ª... e vamos ver o que me dizem. Agora estou cheia de medo...
domingo, 17 de janeiro de 2016
Pesadelo...
Hoje acordei com perda de sangue, como se estivesse menstruada, assustei-me imenso e fui a correr para o hospital. Fizeram-me uma eco nas urgências obstétricas e está tudo a parecer-me irreal. Foi uma ameaça de aborto. E o médico que me fez a eco diz que é impossível eu estar de 11 semanas (como supostamente estaria, era para completar 11 semanas na 3ª feira, segundo as contas do centro de saúde pela data da última menstruação). Eu não fiz testes de ovulação e, por isso, não sei se ovulei mais tarde... portanto, estava à espera da possibilidade de ter uma ou duas semanas de diferença dos cálculos pela menstruação. Mas não assim tanta diferença, disseram-me no hospital que devo estar de 4 ou 5 semanas!! Ora, eu tive a última menstruação dia 3 de Novembro e o positivo de dois testes a 2 de Dezembro (para nem falar na barriga, que já se nota imenso!), como é que posso estar de tão pouco tempo?? E o que é facto é que na eco não se vê nada para além do saco gestacional... estou aqui com a cabeça a mil e já farta de chorar. Fui ao posto médico e passaram-me baixa, repouso absoluto. Vou fazer nova eco numa clínica na 4ª feira e consulta com a médica de família na 6ª... e vamos ver o que me dizem. Agora estou cheia de medo...
sábado, 16 de janeiro de 2016
The Amityville Horror
Sinopse: A família Lutz muda-se para a casa dos seus sonhos, um ano após ela ter sido cenário de uma terrível chacina: Ronnie DeFeo matou toda a sua família durante o sono, ao fim de 28 dias a viver na casa. Mas os Lutz não estão sozinhos. Rapidamente se apercebem que dividem a casa com um perigo decidido a coleccionar mais vidas.
Opinião: Ok, estes filmes são sempre parecidos uns com os outros, os mesmos clichés em todos. Mas para quem gosta do género... eu, pessoalmente, durante muito tempo vi quase exclusivamente este tipo de filmes, devorava! Depois, cansei-me e mudei radicalmente aquilo que via. Já há bastante tempo que não tinha sequer curiosidade em ver filmes assim, até porque este filme já tem uns 10 anos e nunca o tinha visto. Mas hoje decidi que me apetecia. E confesso que já tinha saudades, ahah! O suspense que se vive ao longo do filme... bom, era o que me apetecia no momento e gostei.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2016
Body Balance
Neste momento, estou assim:
E por isso tive que abdicar de quase todas as modalidades que fazia na academia de dança: zumba, zumba step, power step... Só mantive zumba toning e muito mais moderado, o que, definitivamente, não é a mesma coisa, mas é o que posso fazer de momento. Agora, estrearam duas modalidades novas, Bokwa e Balance. Hoje experimentei o Balance.
É uma aula que une o Yoga, o Tai-Chi e o Pilates num treino calmo e equilibrado, onde força e flexibilidade são o desafio. Concentração, controle da respiração, exercícios de flexibilidade criteriosamente estruturados, movimentos e posturas enquadradas na música, criam um treino holístico que “transportam” o corpo a um estado de equilibrio e harmonia.
Não é a minha onda, nunca pensei fazer tal coisa, aliás, inscrevi-me numa academia de dança porque gosto de dançar. Mas isto posso fazer e, inclusivé, acho que é uma boa modalidade para grávidas. É interessante! Mas eu tenho grandes problemas de equilíbrio. Pode ser que com isto melhore! Eheh!
terça-feira, 12 de janeiro de 2016
Amamentação em público
Este casal fez a experiência de amamentar em público e vejam a maior parte da reacções... Francamente, não entendo desde quando é que dar mama em público se tornou tão incómodo para o mundo. Não tenho noção que isto, em tempos, fosse um problema tão grande para toda a gente, agora é uma questão polémica e é um acto muitas vezes visto como "nojento" ou "indecente". Mas porquê? Não é uma coisa natural? Tem que procurar um sítio privado para fazê-lo porquê? Se o bebé tiver fome ali, porque não alimentá-lo? Se a própria mulher se sentir embaraçada, compreendo que ponha qualquer coisa por cima a tapar, caso contrário, porque é que os outros se sentem incomodados?? Eu, pessoalmente, prefiro não o fazer à frente de ninguém, mas por mim, não por eles. Não me faz qualquer diferença se uma mulher fizer isto perto de mim. Acho que primeiro está o bebé e depois, MUITO DEPOIS, a opinião alheia. Não querem ver, não olhem. Ninguém os obriga a fixar as mamas de ninguém, só porque estão à vista (para alimentar uma criança, diga-se de passagem). E muitas vezes, com o tipo de roupa e soutien orientado para isso, mal se vê! E isso de ter uma fraldinha a tapar é bonito, mas saibam que há bebés que não acham a menor graça a essa situação e passam o tempo a destapar-se, nem comem descansados. Especialmente quando nascem em pleno verão, até tenho pena das crianças. É uma coisa tão pura e maternal, um laço tão íntimo entre mãe e bebé, como é que podem olhar para aquilo com maldade?
segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
sexta-feira, 8 de janeiro de 2016
7 aninhos de ti, meu rei
Tenho tido uns dias atribulados e não tenho conseguido vir cá, mas não queria deixar de registar o aniversário do meu amor, que fez 7 anos no dia 6. Tem sido uma correria a comprar tudo o que é necessário e hoje a fazer gelatinas, pudins, enfim... já se sabe o que a casa gasta. A festa é amanhã e todo o trabalho que dá é compensado pelo seu sorriso e felicidade ao ver que o dia é para ele e que os amiguinhos vêm celebrar com ele a passagem de mais um ano. Que nunca te falte o essencial na vida, meu pequeno amor: saúde e muita felicidade! Amo-te e muitos parabéns!
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
A vida nos states
Após tanta televisão americana, confesso que tenho alguma curiosidade em conhecer melhor aquilo que vemos na TV e que é tao diferente da nossa cultura.
Ao assistir às séries e aos filmes americanos, fiquei com a sensação que eles jantam cedo como o caraças! Tipo 17h, 18h... E também devem levantar-se cedo, porque, na maioria das vezes, os pequenos-almoços são em família e tomados à mesa (não me baseio só no que vejo na TV - apesar de ser maioritariamente por aí - e claro que não é geral, acredito que haja excepções). Por cá, a experiência que tenho é que, mesmo que as pessoas que vivem na mesma casa se levantem e saiam à mesma hora, é tudo com tempo contado e que não se dá grande importância a essa refeição.
Outra grande diferença, ainda relativamente ao pequeno-almoço, é o que eles comem versus o que nós comemos pela manhã. Em Portugal, aposta-se num pequeno-almoço mais leve (o que é um erro, dado que deveria ser a refeição mais importante do dia), geralmente composto por leite, cereais, uma sandes, torradas, café, iogurte, esse tipo de coisas. E lá começa-se o dia com bacon e ovos mexidos. Óbvio que é uma questão cultural e de hábitos que se vão criando, conforme a educação que levamos.
Curiosamente, aquilo que para nós é normalíssimo num pequeno-almoço ou lanche, para eles é a bebida de eleição muitas vezes às refeições: o leite. Em Portugal, se alguém fizer isso, e beber leite ao mesmo tempo que come um hambúrguer com batatas fritas, é olhado de lado e visto como esquisito. Admitamos que, para nós, um copo de leite não cai bem com uma refeição! Ainda hei-de experimentar, para ver se combina bem. E em relação ao café? Lá bebem grandes canecas de café, enquanto aqui nos ficamos pelo cafezinho.
Uma das coisas a que se dá bastante ênfase na TV e, principalmente, naquelas séries que se focam mais na família, são os subúrbios. A mim parecem-me sempre bem as ruas deste género, mesmo à "Desperate Housewives".
São sempre sítios bonitinhos, onde todas as casas têm um alpendre pipi, muitas vezes com um baloiço e/ou um cadeirão, com relva e flores e uma rua onde as crianças brincam e andam de bicicleta. Não sei se a realidade que se vive lá é mesmo esta, mas que é bonito, é.
E que dizer das soccer moms? Pelo que percebo são aquelas mães que, em Portugal, são as mães a tempo inteiro. Nos EUA, são as mães que não trabalham e se dedicam, exclusivamente, à casa e aos filhos, levam-nos às actividades extracurriculares, organizam playdates (que também é uma prática corrente lá, juntar regularmente os filhos para brincar).
Em relação ao desporto, em Portugal só se vê futebol à frente. Apesar de existirem outros, o futebol é O desporto, pouca importância se dá ao resto. Nos EUA, acho que é o futebol americano, a par com o basketball. E depois vê-se também muito hóquei no gelo e baseball. O futebol (soccer), a meu ver, é bastante menos popular por lá.
Na política, enquanto em Portugal se vive Esquerda vs. Direita, lá vive-se Democratas vs. Republicanos.
Cá, a maioridade para poder beber álcool atinge-se aos 18 (penso eu... com tantas alterações nas leis, já nem tenho a certeza). E nos EUA é aos 21.
Por outro lado, enquanto cá se tira a carta aos 18 anos, por lá já o podem fazer com 16.
E as festividades lá? Apesar de, cada vez mais, tentarem incutir o Halloween nas tradições portuguesas, nunca será como nos EUA, onde esta celebração está profundamente enraizada, onde enfeitam as casas como nós fazemos no Natal e onde estão preparados com doces em todas as casas para receber as crianças mascaradas que andam pelas ruas. Têm também o Dia de Acção de Graças, o 4 de Julho...
Cá também não se dá a importância que lá dão ao final do secundário (apesar de se fazer baile de finalistas), onde fazem uma grande celebração com todos os alunos.
Enfim, certamente, existirão muito mais coisas que diferenciam a nossa cultura da deles, mas são estas as que mais se destacam aos meus olhos.
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