quinta-feira, 16 de março de 2017

A minha biblioteca \\ Confia em mim



Sinopse: As irmãs Dulcie e May têm uma vida perfeitamente normal em Inglaterra… até ao dia em que o pai, por acidente, mata a mãe. Quando ele é condenado a uma pena por homicídio involuntário, as duas meninas ficam sozinhas no mundo.
É no orfanato que as irmãs percebem o verdadeiro significado da palavra crueldade. Mas a promessa de uma "vida melhor" na Austrália enche-lhes o coração de esperança… Infelizmente, a realidade reserva-lhes mais um duro golpe.
Será apenas muito mais tarde, ao conhecer o jovem Ross, também um "sobrevivente" dos orfanatos, que Dulcie tem um vislumbre da felicidade. Mas após uma vida a ouvir tantas promessas vãs, terá ela a força de espírito para confiar em alguém a ponto de lhe entregar o seu coração? E conseguirá ainda salvar May das garras de um destino trágico?

Baseado em factos reais, Confia em Mim podia ser a história de milhares de crianças vulneráveis, arrancadas aos seus lares e aos entes queridos em meados do século passado. Com a ternura a que já nos habituou, Lesley Pearse retrata a chocante realidade da migração infantil, bem como as marcas duradouras que deixa nas suas vítimas



Opinião: Os livros de Lesley Pearse que mais tenho gostado até agora são deste género, com histórias de vida duras e baseados em factos reais. Também existe romance e amor na vida da personagem principal, mas não é nisso que se foca o livro. Relata-nos a reviravolta enorme que se dá na vida de duas irmãs que perdem a mãe e cujo pai vai preso, sendo entregues aos cuidados de um orfanato. É um livro com uma história chocante, com uma personagem principal forte, que sobrevive a várias provações, umas atrás das outras e tocou-me, sobretudo, por saber que tantas crianças passaram por coisas do género. Este, definitivamente, recomendo!

quarta-feira, 15 de março de 2017

Amor a transbordar!

Quando se é mãe, percebe-se que uma coisa que parece tão insignificante para o resto do mundo pode encher o nosso coração e fazer-nos sorrir até doer. Como o meu filho de 8 anos trazer para casa um livro e dizer que o requisitou na biblioteca da escola. Ou eu perguntar-lhe porque anda com um livro na mochila, que leva de casa, e ele explicar-me que, no recreio, às vezes, não lhe apetece ir brincar e prefere sentar-se a ler. Eu sei que pode ser difícil de entender. E pode parecer que são coisas simples e sem importância. Mas, para mim, é muito. É vê-lo crescer. É saber que ele me vai escapando das mãos à medida que fica mais velho. É saber dar muito valor e apreciar os momentos em que ele ainda quer que eu fique com ele até adormecer, em que ele me pede para lhe contar uma história antes de ir dormir, ou em que ele me vem abraçar e diz que me ama até ao infinito. Ser mãe preenche, de facto. É quase inexplicável. Amor de rebentar o peito! 💕


terça-feira, 14 de março de 2017

segunda-feira, 13 de março de 2017

Parabéns, Mãe!


Parabéns pelos teus 55 anos! Que contes muitos mais. Obrigada por me teres educado para me tornar na pessoa que sou. Obrigada por me ajudares sempre. Obrigada por seres o meu maior apoio. Espero ter-te ao meu lado por muitos e muitos anos mais. Um grande beijinho da tua filha mais velha. 💓🎉🎈

sábado, 11 de março de 2017

O Meu Conto de Fadas #4


A primeira saída (a dois)

A primeira noite foi bastante atribulada, como contei na última publicação desta rubrica, e acabámos por não desfrutar nada da companhia um do outro. Com a pressa de ir para casa, a minha mala grande ficou no carro das minhas amigas (para sair à noite usava só uma malinha pequenina a tiracolo e foi só essa que levei para casa comigo). No decorrer da conversa com o B. durante a noite, por SMS, mencionei que me tinha esquecido da mala e ele, queridíssimo, ofereceu-se para ma trazer no dia seguinte. Aceitei e no dia seguinte, como combinado, veio beber café comigo e trouxe-me os meus pertences. Eu costumava ser um bocadinho tímida, no convívio assim mais íntimo, quando não estava no meio de mais pessoas. Portanto, aquilo deixava-me pouco à vontade. E também não sabia bem como agir, porque ainda não estava solteira, não estava propriamente interessada noutra relação séria, julgava que quereria estar sozinha e não sabia bem o que estava ali a fazer com ele. Só sabia que a sua pessoa me atraía e, no fundo, queria estar ali. Mesmo falando pouco com ele, agradava-me estar na sua presença. Conversámos e passámos a tarde ali. Despedimo-nos na estação dos comboios, na altura ele não tinha carta. Quão romântico, hein? Grande parte do início da nossa relação foi assim, nas estações de comboio, ora na cidade dele, ora na minha. E ele lá foi. Ainda não foi dessa que avançámos para mais. Sim, aquilo custou a arrancar! 😋

sexta-feira, 10 de março de 2017

quinta-feira, 9 de março de 2017

Isto de ser adulto cansa...

Estou cansada. De andar sempre a correr. De ter que fazer uma ginástica tremenda para conseguir fazer tudo. De não poder chegar do trabalho e ir descansar. O namorido partilha as tarefas domésticas comigo, mas ele só chega do trabalho às 20h, pelo que não posso estar à espera dele para começar a despachar coisas, quando eu chego às 17h. Há roupa para lavar e secar e/ou apanhar da corda, loiça para lavar, chão para aspirar, lanches e roupas para preparar para o dia seguinte, jantares para fazer, trabalhos de casa para supervisionar, actividades extracurriculares, ginásio. Tenho que conjugar tudo e dá um trabalho danado. Ontem fiz jantar para três dias. O meu filho, geralmente, toma banho cedo, janta cedo, deita-se cedo. E para eu poder ir à academia, também tenho que contar com a minha mãe para me ajudar de vez em quando. O que, por vezes, é difícil, pois ela também lá anda. Gostava tanto de poder chegar do trabalho e alapar-me no sofá, sem NADA para fazer, nem NADA em que pensar. Descanso. Precisa-se urgentemente! Estou cansada de ser adulta.

Novo emprego, novas aprendizagens

2024 foi um ano de muitas mudanças na minha vida, depois do que aconteceu em setembro de 2023. Mudanças essas que continuam a acontecer no m...