terça-feira, 9 de abril de 2019

Mais de mim

Coisas random acerca da minha pessoa:

  • Usei totós e meias pelos joelhos até aos 16 anos
  • A minha primeira gravidez não foi planeada
  • A minha personagem favorita da série Friends é o Chandler
  • Durante muito tempo, apresentava-me com o meu segundo nome por não gostar do primeiro
  • Conheci o pai do meu filho online
  • A minha disciplina favorita na escola era Português
  • Só comecei a fumar com 18 anos
  • Sempre disse que não queria casar nem ter filhos (e aqui estou eu agora!😂)
  • O meu amor pela leitura começou com a colecção Os Cinco, de Enid Blyton
  • O meu livro favorito na adolescência foi A Lua de Joana (provavelmente, é mesmo dos melhores que li até hoje)
  • Conheci o meu marido na noite
  • No 12º ano, decorei a letra de uma música francesa chamada Moi Lolita (da Alizée) para um trabalho da escola
  • Quando comecei a sair à noite, a minha bebida de eleição era o Long Island Ice Tea, antes de passar para a vodka limão
  • Quando o meu filho era bebé, eu jogava Second Life
  • Estive no público do Big Show Sic e dancei com o macaco Adriano
  • Ganhei um Tamagotchi num passatempo da rádio Cidade
  • O primeiro filme que vi no cinema foi o Rei Leão
  • No 9º ano, para um trabalho escolar, cantei a I'm not a girl not yet a woman, da Britney Spears
  • Quando era miúda, queria ser cabeleireira
  • Na adolescência, arrumava a minha roupa por cores
  • Na escola, tinha mil canetas coloridas, marcadores e post-its
  • No 6º ano, usava uma saia cor-de-laranja um pouco acima do joelho, com um fecho de cima abaixo, que se estragou a meio de uma aula, deixando-me de roupa interior
  • No secundário, baldei-me algumas vezes às aulas para ir comer gelados para o McDonald's
  • A primeira novela que acompanhei foi a Explode Coração, em 1995
  • Tive uma cassete autografada do Iran Costa
  • Conheci a Ana Malhoa num open day da empresa onde a minha mãe trabalhava (a Ana Malhoa do Buereré, não a Ana Malhoa turbinada 😄)
  • Já perdi a conta às vezes que passei por lésbica nesta vida
  • Já tive o cabelo cor-de-laranja, caramelo, vermelho e preto
E pronto, por hoje é isto. Se pensasse mais um pouco, estou certa de que arranjava uma lista infinita de coisas aleatórias sobre mim, mas não vou escrever um livro com isto. Identificam-se com algum ponto? Contem-me coisas!

segunda-feira, 8 de abril de 2019

Séries viciantes \\ Supergirl



Sinopse: Momentos antes da destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada a Terra por seus pais em uma missão de cuidar de Kal-El, seu primo ainda bebé. Entretanto, a nave de Kara é atingida por uma onda de choque e lançada para dentro da sombria Zona Fantasma, uma prisão intergalática atemporal. Após um período adormecida, a cápsula de Kara deixa a Zona Fantasma e alcança a Terra, onde ela encontra Kal-El adulto e super-poderoso, agindo heroicamente como o defensor do planeta conhecido como Superman. Entregue por ele a uma família de cientistas, Kara é adotada como Kara Danvers. Anos se passam, até que ela decide se revelar ao mundo e compartilhar dos poderes e da natureza heroica do seu primo, impedindo um acidente aéreo e salvando a vida de centenas de pessoas, incluindo sua irmã adotiva, Alex. Ao lado dos amigos James Olsen, Winn Schott e do DOE, do qual Alex faz parte, Kara se divide entre o trabalho árduo de assistente pessoal da celebridade da mídia Cat Grant, e a missão árdua de defender a humanidade de ameaças hostis sob o alter-ego "Supergirl".

Alex

James e Winn

Kara e Mon-El


Supergirl e Flash

Supergirl e Indigo

Opinião: A minha opinião acerca desta série segue a mesma linha da The Flash, Arrow e Legends of Tomorrow. Não são todas iguais, claro, mas movem-se no mesmo universo e traz-nos os dilemas inerentes à vida de super-herói. Equilibrar a vida normal com o dever de salvar pessoas. Gosto da personagem da Kara, mas a minha favorita é a Alex, a irmã adoptiva. Muito badass! Cada episódio, basicamente, nos traz um novo problema para resolver, mas, paralelamente, vai-se desenrolando a vida dos personagens e é curioso ver a sua evolução. Mais uma vez, à semelhança de outras séries do género, não há muito a contar sobre ela, mas que é gira para quem gosta de cenas de super-heróis e constantes confrontos entre o bem e o mal.

domingo, 7 de abril de 2019

O novo projecto

Como referi por aqui, a minha vida mudou com a chegada da pequena em todos os sentidos, sendo um deles a vertente profissional. Não me renovaram o contrato (choque...) e eu, como as contas não deixam de chegar por causa disso e porque tenho dois filhos para sustentar, decidi não baixar os braços. 

Em janeiro, tirei uma formação em unhas de gel, oferecida como prenda de natal pela minha tia e em boa hora veio. Assim que soube que ia ser despedida, fui comprar algumas coisas para me poder iniciar nesta área. Ainda há muito a aprender e um mundo de coisas que tenho/quero comprar, mas com calma lá chegaremos.

Para já, venho mostrar o que tenho andado a fazer!




sexta-feira, 5 de abril de 2019

Separadas à nascença #26


À esquerda - Elizabeth Banks
À direita - Rachel McAdams

Elizabeth participou em filmes como Zack and Miri make a porno, Spiderman, The 40-year-old virgin e a saga The Hunger Games. Rachel era a personagem principal em The Notebook, cuja interpretação lhe valeu uma nomeação na categoria de Melhor Actriz e participou no filme Mean girls, bem como na segunda temporada da série True Detective.

quinta-feira, 4 de abril de 2019

Sem noção...

Há dias, fui lanchar com um grupo de mães que fizeram as aulas de preparação para o parto comigo e cujos bebés têm poucos dias de diferença da minha Alice. Uma delas estava com o bebé no colo, mas virado para ela, com a cabeça apoiada no ombro da mãe. Ou seja, quem estava na mesa de trás estabelecia contacto visual com o pequeno. 

Eu estava numa posição em que via a mãe enquanto conversava connosco, ao mesmo tempo que conseguia ver o que se passava na mesa de trás. Sucede que quem estava nessa mesa a lanchar era um casal mais velho, assim talvez na casa dos 70, e qual não é o meu espanto quando vejo a senhora a esticar-se toda com um pedaço de bolo na mão em direcção ao bebé. 

Pouco faltava para ele jogar a mão àquilo quando eu passei sinal à rapariga e ela se virou para dizer à senhora que não lhe podia dar aquilo que ele só comia da maminha ainda. Virou logo o bebé para a frente e fez-nos uma cara como quem diz "A sério que isto aconteceu?". 

Na realidade, o espanto não foi tanto assim, porque isto é até bastante frequente, esta falta de noção das pessoas no contacto com os filhos dos outros. A desculpa da idade da senhora não serve, porque o marido, da mesma faixa etária, não parava de lhe dizer para ela não dar o bolo ao miúdo. Alguém sensato...

Pessoas, não façam este tipo de coisas! Um bebé de 5 meses está a começar a alimentação complementar (alguns, aquele até estava exclusivamente a leite materno) e cabe aos pais decidirem o que lhes vão dar, não a mais ninguém e, certamente, não a estranhos. 

Em primeiro lugar, vocês não sabem se os pais autorizam esse tipo de coisas na alimentação da criança. Em segundo, não fazem ideia se eles têm alguma alergia, de maneiras que abstenham-se dessas ideias parvas, sim? Grata.

quarta-feira, 3 de abril de 2019

Movie review \\ Fantastic beasts and where to find them


Sinopse: EUA, 1926. Os perigos estão a aumentar no Mundo Mágico. Algo está a deixar um rasto de destruição, ameaçando expor a comunidade de feiticeiros a um grupo de fanáticos SemMages – seres desprovidos de magia – que não descansa enquanto não destruir todas as formas de magia. É neste contexto que o excêntrico magizoologista Newt Scamander chega a Nova Iorque com a sua mala onde, sem que ninguém desconfie, transporta um sem-número de monstros fantásticos que foi coleccionando ao longo das suas viagens. Mas quando o SemMages Jacob Kowalski solta inadvertidamente algumas das criaturas de Newt, deixa toda a cidade em estado de sítio. Esta falha grave nos "Estatutos de Sigilo" faz com que Tina Goldstein, numa tentativa de recuperar o seu posto de trabalho de auror (agente do Congresso Mágico), faça uma investigação por conta própria. Tudo se complica ainda mais quando Percival Graves, o Director de Segurança de Magia, usa Newt e Tina como bodes expiatórios para tudo o que está a acontecer…








Opinião: Apesar de a história se passar muitos anos antes do nascimento do Harry Potter, os fãs da saga irão reconhecer algumas referências, contextualizando-nos um pouco no passado do mundo mágico. Claro que não podemos esperar que a história seja toda sobre o Harry Potter (e quem o vai ver com essa expectativa, vai desiludir-se), já que a época é outra, anterior ao personagem, mas a verdade é que encontramos elos de ligação suficientes para nos transportar para aquele universo e compreender algumas coisas. Bons efeitos especiais e thumbs up para quem projectou as criaturas mágicas. Toda a saga Harry Potter, à medida que o tempo foi passando, se foi tornando mais adulta, como era expectável, já que as próprias personagens cresceram, e também mais obscura. Este filme segue um pouco essa linha, todo ele muito cinzento, mas não de uma forma negativa, acho até que funciona como um ponto a favor na construção do filme.

terça-feira, 2 de abril de 2019

Tanta indignação!


Este mundo de agora é sem dúvida o mundo dos revoltados, todos se sentem ofendidos pela mínima coisa. Acho que em vez de evoluirmos, estamos a regredir! E, infelizmente, a internet tem contribuído para isso, porque as pessoas valem-se dela para destilar ódio sobre tudo e mais alguma coisa.

Alguém é capaz de me explicar porque raio a colecção Happy da Zippy está a dar tanto que falar? É porque usaram as palavras sem género numa altura em que cada vez mais se fala na questão da identidade de género? É que uma colecção de roupa sem género não é, nada mais, nada menos, do que roupa unissexo!

Corrijam-me se estiver em erro, mas roupa que dá tanto para menina, como para menino, sempre existiu, ou não?! Não é uma coisa propriamente nova. E nunca foi um problema para ninguém, que eu saiba... vestiam os vossos filhos assim e ninguém se queixava.

Talvez a intenção da marca tenha passado um pouco por abordar esse tema, já que a própria afirma que esta colecção celebra a individualidade e a liberdade de expressão de cada um, mas não estão propriamente a impingir a ninguém que se assuma com um género diferente.

E, francamente, acho que é louvável promover a liberdade de expressão individual e só ridículo que haja críticas a isto. Não é uma iniciativa reprovável, pelo contrário! Não queremos todos poder dizer e pensar o que sentimos e agir de acordo, sem ninguém nos julgar? Isto só é problemático quando interferimos com a liberdade dos outros e não foi isso que se passou aqui.

Se mostrarmos uma peça de roupa a uma criança, ela não vai imediatamente pensar nesse assunto! Vai ver uma peça de roupa que gosta ou não e nada mais. Aliás, perguntem lá a uma criança o que julgam ser isso da identidade de género. Sabem lá elas.

Pais deste país, poupem as mentes evoluídas a comentários infelizes. Há gente que é simplesmente como os burros, têm palas nos olhos e nada do que se diga vai mudar isso, mas, pelo menos, guardem essas parvoíces para vocês. E pena tenho eu dos filhos que são educados nestes moldes para se tornarem adultos idiotas!

Novo emprego, novas aprendizagens

2024 foi um ano de muitas mudanças na minha vida, depois do que aconteceu em setembro de 2023. Mudanças essas que continuam a acontecer no m...