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terça-feira, 8 de outubro de 2019

Do meu aniversário


Pictionary. Optámos por contornar as regras e jogar com mímica em vez de desenhos. Foi o melhor que fizemos. Há algum tempo que não me ria tanto! E a minha equipa ganhou. 😏


Sabem aqueles amigos que vocês sentem que serão para sempre? Podem passar semanas, meses, sem os ver. Mas quando se encontram é como se tivesse sido ontem a última vez. Estas pessoas são esses amigos para mim. É sempre uma paródia!


Conheci-o a ele no primeiro ano da escola primária, há 25 anos. As duas meninas do meio quando entrei para o 7º ano, há 19 anos. E a da ponta quando comecei a namorar com o pai do meu filho, há 15. Continuam a ser das pessoas com quem mais me identifico. E com quem passo sempre momentos hilariantes quando estamos todos!


A minha melhor amiga a fazer a sua segunda tatuagem na garagem dos meus pais. Masoquista, a mim não me apanham nisso 😁 (lá está... não dizer desta água não beberei. Mas acho difícil!).


O terror da festa (filho de uma amiga), seis anos de gente, que esteve o tempo todo alapado às raparigas, encantado, que queria colar-se a todas as fotografias, que passou a festa inteira a perguntar pelo bolo e que decidiu usar o meu batom vermelho que estava na casa-de-banho para fazer uma pintura rupestre no cesto da roupa dos meus pais.


A minha irmã e a minha cunhada em malabarismos.😂


As minhas antigas colegas de trabalho, da fábrica de onde saí há dois anos para me enfiar no buraco negro que foi a Autoeuropa.


O maridinho. Pobre, que passou a noite cheio de dores de dentes e que acabou por ir para casa mais cedo, porque já não se aguentava de maneira nenhuma.😘


Uma das pessoas com quem passei mais tempo durante o secundário.




Aquele grupo que vem dos tempos de escola.💖


O meu príncipe, que já nos acompanha, que qualquer dia está a fazer as suas próprias festas, que está um crescido e que eu amo tanto.


Os parabéns! Sim, a minha avó saiu do sofá para também vir cantar connosco (e comer bolo, claro. É pouco gulosa, é).


O soprar das velas dos 31. Como podem ver pela expressão dela, a minha filha estava intrigadíssima com toda aquela movimentação.


O saudoso diablo.


O pogo stick do meu filho que acabou partido porque os adultos não têm juízo.😂


Pareciam as velhas na cusquice.


A dar-lhe no arco cheio de feeling e a ser super bem sucedido... Só que não.




O jogo das cadeiras. Um dos pontos altos da noite. Spoiler: houve cadeiras partidas com direito a uma queda épica.😂



A minha boneca, princesa mais linda com os seus totós.



No início do serão, com o cabelo ainda a cheirar a champô e maquilhagem acabada de ser feita. Pronta para festejar os 31!


Com o meu homenzinho.😍



Brincadeiras entre avó e neta. Aquele amor.💜


A queda épica previamente mencionada.😂





O hoverboard do meu filho também fez sucesso.😁

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Parabéns!


A minha melhor amiga está de parabéns porque completou 31 anos dia 30 de abril. Esta colagem é apenas uma pequeníssima amostra do nosso percurso ao longo dos anos. Somamos 18 anos de amizade e continuamos a compreender-nos melhor que ninguém. Entendemo-nos tão perfeitamente que creio que nenhuma das nossas amizades é como esta. Não há como. 

Tornámo-nos adultas ao lado uma da outra. Conhecemos muitas pessoas juntas, celebrámos muitos aniversários, passámos férias, fizemos viagens. Muitas idas ao cinema, muitos filmes alugados no verão, muitas festas e noitadas. 

Vivemos os primeiros amores, sofremos desilusões, terminámos a escola, arranjámos o primeiro emprego. Ela foi tia (duas vezes), eu fui mãe (duas vezes). Ambas já perdemos pessoas importantes para nós. Fizemos as nossas asneiras e estávamos cá para nos apoiar uma à outra em tudo.

Ela é a minha madrinha de casamento, a madrinha do meu filho mais velho e a tia honorária dos meus dois filhos. É aquela pessoa que está sempre presente em todos os momentos importantes. Que cuida da minha filha, que mima os meus dois rebentos, que aparece com um jantar e uma garrafa de vinho. 

É a pessoa que eu estou certa de ter ao meu lado toda a vida. Parabéns!

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Daquelas amizades duradouras


Para quem vê de fora, provavelmente, esta parece só uma fotografia parvinha. Mas, para mim, tem um significado. Foi tirada em meados de novembro de 2006, portanto, há uma vida atrás. Há 12 anos, eu era uma pessoa diferente, com um contexto diferente e ainda com tanta coisa por acontecer que eu não fazia ideia. Era uma miúda de 18 anos e este foi o dia em que terminei a minha relação mais duradoura até à data. E foi das coisas mais difíceis que tive de fazer. Porque terminar uma relação nunca foi o meu forte e porque, como já referi numa das minhas publicações, acho sempre triste que exista uma separação, que o tempo que investimos naquela relação acabe por ir por água abaixo. Principalmente, porque, neste caso, eu ainda gostava da pessoa em questão, mas uma terceira andava a baralhar-me e eu só queria estar sozinha para evitar magoar qualquer uma das partes (eu incluída). As duas meninas que estão comigo na foto estavam à espera que a conversa terminasse para me receberem de braços abertos e passar a noite comigo, em casa de uma delas, onde fizemos muitas palhaçadas, tirámos fotos e conversámos muito. Foi um grande apoio para mim e evitou que me fosse enfiar no meu quarto sozinha a ter pena de mim própria. Duas boas amigas, que ainda conservo e que estarão, igualmente, lá para mim hoje em dia, quando precisar. Relativamente ao término da relação, o meu objectivo de não magoar nenhuma das partes falhou miseravelmente, porque acabei por magoar todos. A pessoa que foi o motivo da separação, porque ficou esperançosa e eu acabei por não ficar com ele, a mim própria por me sentir imensamente culpada por deixar uma terceira pessoa entrar no meu coração e arrependida de me separar de quem gostava e a pessoa de quem me separei. Que teve reticências em voltar a assumir uma relação comigo, mas que acabou por fazê-lo. Acredito que nem todas as relações sofram da mesma forma, porque nem todas as pessoas são iguais, mas a minha experiência pessoal é que não volta a ser a mesma. Nunca. No nosso caso, não voltou, nem da minha parte, nem da dele. Houve alguma coisa que quebrou ali e, dois anos mais tarde, acabámos por nos separar definitivamente.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Conversar no trabalho


Desde que entrei para a nova empresa, toda a gente me mói a cabeça porque eu não falo. Recordo-me que, há 5 anos, quando entrei para o meu anterior emprego, também me perguntavam se eu era sempre assim tão caladinha. Claro que, com o tempo, começo a ficar um pouco mais conversadora, mas a verdade é que eu não sou mesmo muito de grandes conversas. Inclusivamente, saí da fábrica onde estive todo esse tempo sem deixar lá amigos. Deixei colegas de quem gostava, pessoas porreiras, divertidas, mas não criei raízes. Porque eu sou mesmo assim, não me ligo às pessoas. Uma das minhas colegas disse-me que devia falar com eles, que faço parte da equipa, que assim o tempo passa mais rápido, nem que seja para dizer disparates e que, se não falar, vão começar a pensar todo o tipo de coisas, como por exemplo que eu não gosto de estar ali ou que não gosto das pessoas com quem trabalho. Vamos lá a ver... eu sei que sou um bichinho antissocial, mas, afinal, eu estou lá para fazer conversa ou para trabalhar? Não sabia que ser faladora era um pré-requisito para ser funcionária ali. Não tenho que fazer conversa de circunstância só porque podem pensar isto ou aquilo. Sou uma pessoa que não gosta de falar, nem de grandes confianças com desconhecidos, que é aquilo que eles são para mim. Não tenho nada contra as pessoas, nem razão de queixa, na verdade, todos têm sido impecáveis comigo, explicam-me tudo, tiram-me todas as dúvidas que eu possa ter, são simpáticos. Contudo, eu não estou ali para conversar e se eu quiser estar só na minha a trabalhar, é isso que vou fazer, ora essa.

sábado, 24 de setembro de 2016

Karaokando

Ok, isto são coisas que não se deviam partilhar com ninguém! É verdade. Mas aqui me exponho, com as minhas figuras tristes também, porque também fazem parte de mim. Mas há piores, acreditem! Muito piores. Este vídeo que vos vou deixar aqui é um karaoke meu e da minha melhor amiga, no aniversário dela, há 8 anos, vejam bem. Divirtam-se!





sábado, 27 de fevereiro de 2016

As várias facetas da Cy


Eu e a minha melhor amiga temos conversas parvas e sem sentido todos os dias. É, provavelmente, a única pessoa com quem consigo ter este tipo de conversas, a única que compreende tudo o que digo, ainda que não faça qualquer sentido para mais ninguém. Vai daí, ela resolveu mostrar-me todas as minhas facetas em stickers do facebook. E eu compilei-as, não resisti, porque são tão realistas! Ahah, ela conhece-me como ninguém.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

A BFF

Hoje venho falar um bocadinho da minha relação com a minha melhor amiga. "Aquela" amiga! É certo que, quando nos conhecemos, não nos suportávamos. Mas isso era só porque eu ainda não tinha descoberto a rebelde que há em mim. Foi com ela que fiz essa maravilhosa descoberta e agradeço a todos os santinhos. Porque, vá lá, vamos concordar que ser certinha e aborrecida não tem a menor piada! Já perdi a conta à quantidade de recordações que tenho com esta miúda, mas sei que a maior parte é parvoíce atrás de parvoíce. E o que nós gostamos de parvoíce (sempre saudável)! A primeira dessas recordações que, assim de repente, me ocorre, foi quando decidimos, na inteligência dos nossos 14 anos, começar a mandar mensagens a um certo rapaz a gozar com a cara dele (mal sabia eu onde me estava a meter!). E assim o informámos que uma tal de Bebel (cof cof) fazia uns servicinhos por uns preços jeitosos. Não é que o rapaz já estava a alinhar e a perguntar onde e por quanto? O que o desespero faz... Foi com ela que fui, pela primeira vez, ao Bairro Alto; foi com ela que participei no primeiro jantar de um canal do saudoso mIRC (medo!); foi com ela que conheci meio mundo na net e, depois, pessoalmente; foi com ela que apanhei as primeiras bebedeiras (e muitas das que se seguiram, LOL); foi com ela que passei momentos inesquecíveis na Guarda (e o que se passa na Guarda, fica na Guarda - pelo bem da nossa sanidade mental); foi ela que me aturou todos os desgostos amorosos, organizou todas as festas comigo, passou inúmeras noites na minha casa e eu na dela, tirou fotos parvas comigo; foi com ela que me baldei a tantas aulas. Com ela, confesso que fiz a vida negra a uma professora de Física-Química, cantei muito Singstar, passei noites na discoteca Kaxaça, festejei Halloweens, bebi muita vodka preta; partilhámos momentos hilariantes a jogar pictionary, comemos muitos gelados do McDonald's na altura da escola, vivemos um momento triste de vomitar no comboio (ela! ahah), fizemos um caderninho das calinadas, fomos a um baile de finalistas na Guarda, onde tanto se passou, fizemos refeições preguiçosas em dias de nada fazer no Soda Cáustica; também na Guarda, vivemos aventuras até nas pensões onde ficámos, como receber uma rosa na porta do nosso quarto e ela pintar-me o cabelo de preto (super bem, diga-se de passagem) e sujar de tinta todas as toalhas que tínhamos; a passagem de ano em casa de uma amiga onde apanhámos uma bebedeira terrível de Carolans e shots estranhos, as idas à praia de Sesimbra, os cafezinhos no Sonho Real... e podia ficar aqui horas a contar-vos as nossas memórias infinitas! Afinal, sempre são quase dez anos. Não é por acaso que ela é a madrinha do meu filho! ;)

Novo emprego, novas aprendizagens

2024 foi um ano de muitas mudanças na minha vida, depois do que aconteceu em setembro de 2023. Mudanças essas que continuam a acontecer no m...