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quarta-feira, 8 de abril de 2020

Throwback

Quem me lê há algum tempo e com alguma atenção, provavelmente, já percebeu que sou uma pessoa nostálgica por natureza. Apesar de ter vivido inúmeros momentos felizes em todas as fases da minha vida, assumo que os melhores anos foram os anos da minha adolescência. Reconheço que a evolução dos tempos nos trouxe imensas coisas boas, mas o final da década de 90 e início de 2000 ficaram-me no coração. Se me dessem a oportunidade de voltar atrás no tempo e só pudesse escolher uma época, seria, sem dúvida, essa. Voltava já hoje. E sem saber o que sei hoje, porque perdia toda a graça.

Assim, tudo o que me remete para aquela época tem um lugarzinho especial na minha memória. Confesso que a série Morangos com Açúcar é uma dessas coisas. Não as últimas temporadas... mas as primeiras, com destaque na primeiríssima, que saiu há 17 anos, com o João Catarré e a Benedita Pereira como protagonistas. A NOS Play disponibilizou a 1ª temporada e agora, com toda uma quarentena a acontecer, volta e meia, vou dar uma espreitadela aos episódios. E baixa em mim a adolescente que assistia aos Morangos todos os dias depois da escola. 

Estas são algumas das músicas que integravam a banda sonora da 1ª temporada. Quem se lembra?








Ao mesmo tempo, olho para as personagens e revejo totalmente a nossa forma de vestir com aquela idade. É curioso, porque não tem nada a ver com o que se vê agora. Por exemplo, em ambiente de ginásio, a indumentária eram calças de fato de treino largas e t-shirts, basicamente. Hoje em dia, existe toda uma moda em torno dos outfits de treino, com padrões giros, frases e tudo a condizer. 


Os ganchos metálicos que as moranguitas usavam no cabelo (usei tantos!), muitas vezes a condizer com a roupa (bem como os elásticos). Os rapazes de calças largas e as meninas de bermudas (e calças largas também! Nada de skinny jeans). Lenços e fitas largas na cabeça, muitos tops de alças, muito neón nas cores das roupas, barriguinhas à mostra, relógios grandes e coloridos. E CDs! Tão obsoleto agora...

Vá... confessem-se, quem aqui era fã dos Morangos?

quinta-feira, 19 de março de 2020

Festa remember

No início do mês de Março, antes de esta bomba explodir no nosso país, dei uma festa com o tema final dos anos 90, inícios de 2000. Acho que sou uma sortuda por ter crescido na década de 90 e estou certa de que não sou a única a pensar assim. Fiz a maior parte da comida, alguma encomendei a uma pessoa conhecida. Arranjei acessórios para a malta usar e montei um cantinho com relíquias alusivas à época. Colei imagens pelo espaço da festa (Big Show Sic, Buffy, Dragon Ball, McGyver, Alf, Sailor Moon...). Ouvimos Anjos, Shakira, Britney Spears, Backstreet Boys, N'Sync, Nelly Furtado... no meio de uma playlist assim enooorme. Andei um tempão a fazer quantos-queres para usar na decoração. Fiz plaquinhas com frases que nos transportavam para aquela altura. Assim, numa fase em que não podemos estar com as nossas pessoas e, muito menos, dar festas, deixo-vos aqui um registo fotográfico do dia que me levou de volta à minha infância e adolescência. Alguém se revê?































quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Throwback 2004


Num dos meus posts, publiquei uma foto de 2004, no qual questionei no final qual era a menina de 15 anos que, hoje em dia, se vestia como eu me apresentava na foto em questão. Contudo, não me vestia apenas daquela forma. Da mesma maneira que sempre fui um bocadinho sui generis a vestir, como referi anteriormente, também sempre fui muito versátil. Acho que não me posso definir com um estilo só. Sempre achei muito redutor. Então elegi outra foto do mesmo ano. Também com 15 anos. 

Recordações deste ano?
- Conheci o pai do meu filho, que sacou o meu email de uma daquelas correntes que se enviava por essa via antes do boom do Facebook;
- Em 2004, comunicávamos online pelo MSN Messenger (saudoso!) e a rede social era o Hi5;
- Foi o ano em que entrei para o secundário;
- Era nesta altura que andava perlo mIRC;
- Foi fundado o Facebook, apesar de eu me ter recusado a aderir até 2009;
- Acabou a série Friends;
- Decorreu em Portugal o Euro 2004;
- Fui ver o 3º filme do Harry Potter ao cinema
- Lembro-me do buzz em volta da morte do jogador Fehér em campo, por ter sido tão repentino e inesperado, e lembro-me perfeitamente de o ver cair;

Músicas lançadas em 2004 que eu ouvia:
- Broken - Seether ft. Amy Lee
- Boulevard of Broken Dreams - Green Day
- Don't tell me - Avril Lavigne
- Nobody's home - Avril Lavigne
- My happy ending - Avril Lavigne
- Rich girl - Gwen Stefani
- My place - Nelly ft. Jaheim
- My boo - Usher ft. Alicia Keys
- What you waiting for? - Gwen Stefani
- Welcome to my life - Simple Plan
- Missing - Evanescence
- Calling all angels - Lenny Kravitz
- Somewhere only we know - Keane
- These words - Natasha Bedingfield
- Sick and tired - Anastacia
- I'm not okay (I promise) - My Chemical Romance

E vocês? Do que se lembram desse ano? Reconhecem as músicas? Ouviam-nas?

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

O tempo passa!

Sou só eu que quando penso em acontecimentos posteriores a 2000, associo sempre a algo recente?

O "Homem-Aranha" saiu em 2002. Recente.
O Facebook surgiu em 2004. Recente.
Saí da escola em 2006. Recente.
Tive o meu primeiro emprego em 2007. Recente.
O meu filho nasceu em 2009. Recente.

Sempre que vejo detalhes sobre um filme qualquer que esteja a passar na TV e aparece o ano de lançamento, se vir 2000 e qualquer coisa, na minha cabeça, o filme não tem tanto tempo assim. O mesmo quando, num canal de música, diz serem músicas dos anos 2000. E depois, ao ouvi-las, percebo que já saíram há imenso tempo!

Caramba, desde 2002 já passaram 17 anos!! É muito tempo! Desde que saí da escola e tive o meu primeiro emprego, já tanta coisa aconteceu na minha vida. Como assim? Conheci imensa gente, trabalhei em vários sítios diferentes, saí muito à noite, fiz viagens regulares à Guarda, o Porto tornou-se a minha cidade do coração, tive o meu filho, fui mãe solteira, aproximei-me de pessoas que se mostraram uma desilusão, apaixonei-me, saí de casa dos meus pais, mudei de casa, casei, o meu filho terminou a escola primária, passou por um sem fim de actividades extracurriculares, comecei a frequentar uma academia de dança, fui mãe pela segunda vez... e estou à porta dos 31 anos!

Desde que entrámos nos anos 2000, já passaram 19. Dezanove anos inteirinhos! Mas, inconscientemente, apenas 1900 e troca o passo é que continua a ser antigo para mim.

sábado, 20 de julho de 2019

Aos 15 anos...


Esta era eu aos 15 anos. Esta foto foi tirada em 2004 por aquela que continua a ser a minha melhor amiga. A minha imagem de marca durante anos foram as meias até ao joelho, tinha imensos pares às riscas de diferentes cores e usei-as ainda no secundário, que foi a altura em que, eventualmente, me despedi delas. Vestia-me muito por camadas (ainda hoje...) e já tinha começado a dispensar as calças (há anos que me tornei fã de saias). Sempre fui um bocadinho sui generis na forma de vestir, acho que continuo a sê-lo. Nunca fui em modas, sempre comprei a roupa de que gostava e me vesti como queria, sem pensar se os outros achariam que estava mal. Há 15 anos era uma miúda segura de si e que ignorava as opiniões alheias e hoje continuo; já não miúda, infelizmente 😂, mas igualmente bem resolvida. Só uma ressalva: qual é a miúda de 15 anos que se veste assim hoje?? Querem todas parecer tão adultas... calma, meninas, têm a vida toda para isso.

domingo, 7 de julho de 2019

O horror da idade!

Na semana passada, fui com o meu filho à escola nova, para concluir a matrícula. Vai ingressar no 5º ano na única escola preparatória que existe cá na terra, sendo, portanto, a mesma que frequentei durante cinco anos e onde concluí o 9º ano. 

Apesar de, nestes cinco anos de pré-escola mais primária, ter lá entrado meia dúzia de vezes, por ser a sede do agrupamento de escolas, foi sempre ali à entrada, onde está a secretaria. Desta vez, percorri o recinto da escola, para chegar à sala atribuída para tratar das matrículas da turma dele. Uma sala onde eu tive tantas aulas!

Quando entrei para ali, vinda da primária, claro que me parecia tudo avassalador, enorme, confuso. Com blocos e salas, quando estava habituada a ter uma única sala para todo o tempo de aulas. Saí daquela escola em 2003 e agora, 16 anos depois (!!! como assim??), parece-me pequena (apesar de eu não ter crescido muito em tamanho 😂).

Bateu uma saudade...
Estava sentada dentro da sala enquanto a senhora para lá mexia no computador e, ao olhar em volta, comecei a lembrar-me de uma vez em que um colega meu se enfiou dentro do armário. Da professora de francês que estava sempre de sorriso na cara, mesmo quando nos repreendia. Das aulas de história que tínhamos ali com a estagiária. Dos últimos dias de aulas em que andávamos a tirar fotos, a jogar jogos e a recolher dedicatórias.

Ao percorrer o recinto, lembrei-me de todas as vezes em que jogámos às escondidas, em que corríamos para o bar quando tocava, em que passámos intervalos e furos no campo de basket, das aulas de educação física naquele campo.

Quando fui à secretaria buscar o comprovativo, cruzei-me com aquela que foi minha professora de Matemática e Formação Cívica, bem como directora de turma, do 7º ao 9º ano. Sempre querida. Gostava muito dela. Falou-me super bem, relembrou algumas coisas, disse ao meu filho para ir ter com ela sempre que precisasse de alguma coisa ali na escola. Uma das funcionárias que lá estava comentou com ela "Já viu a nossa Cy... já com dois filhos!".

Tenho saudades. Se, para muita gente, a adolescência foi o pior período da sua vida, para mim, foi dos melhores. Fui muito feliz nessa altura. Se me dessem oportunidade de revisitar uma parte do meu passado, era essa que escolhia. E voltava já hoje.

quinta-feira, 30 de maio de 2019

A passagem para a maioridade

Os meus 18 anos. Aquele momento que marca a passagem da adolescência para a vida adulta. Apesar de, na maioria das vezes, a malta nesta idade ser muito pouco adulta! Com 18 anos, tive o meu primeiro trabalho, num callcenter, a fazer vendas. Comecei a sair à noite com muita frequência. Comecei a fumar (shame!). Foi um ano em que fiz amigos novos e conheci imensa gente, devido ao trabalho e às saídas. Foi o ano em que vivi em pleno a minha juventude, antes de engravidar aos 19. Foi um ano bom. E começou assim.

Já a noite ia longa!

Família

Bons momentos

As meninas do secundário

Um brinde com o grupo do secundário

Já com algum álcool no sangue!

A primeira bebedeira do meu primo mais próximo

Abraço ao melhor pai do mundo

Karaoke. Singstar que fez parte de tantas das nossas festas

O soprar das velas

Nenhuma delas sou eu!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Throwback 2007


Esta foto foi tirada no verão de 2007 e é das fotos que melhor mostra a forma como eu me apresentava na altura. O cabelo pintado de preto (a minha cor natural é castanho), que usei durante bastante tempo. Os tops de alças, que eu usava com tudo; tinha em preto, vermelho, amarelo, branco, laranja... Os casaquinhos mini, que eu também adorava e conjugava quase sempre com um dos tops. Acho que este branco era mesmo o meu favorito! E as saias... aquele género de saias que eu a-ma-va e usava praticamente o verão inteiro. Comecei a usar porque gostava ainda antes de ser moda e toda a gente me olhava de lado por isso. Sabem como são as pessoas com tudo o que é diferente. No verão seguinte, era o último grito da moda, encontravam-se saias destas em tudo o que era loja e toda a gente tinha uma. Enfim! Confesso que tenho saudades desta versão minha, tinha um ar tão fresco! Suspeito que estar no auge dos meus 18 anos ajudasse... 😂

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Daquelas amizades duradouras


Para quem vê de fora, provavelmente, esta parece só uma fotografia parvinha. Mas, para mim, tem um significado. Foi tirada em meados de novembro de 2006, portanto, há uma vida atrás. Há 12 anos, eu era uma pessoa diferente, com um contexto diferente e ainda com tanta coisa por acontecer que eu não fazia ideia. Era uma miúda de 18 anos e este foi o dia em que terminei a minha relação mais duradoura até à data. E foi das coisas mais difíceis que tive de fazer. Porque terminar uma relação nunca foi o meu forte e porque, como já referi numa das minhas publicações, acho sempre triste que exista uma separação, que o tempo que investimos naquela relação acabe por ir por água abaixo. Principalmente, porque, neste caso, eu ainda gostava da pessoa em questão, mas uma terceira andava a baralhar-me e eu só queria estar sozinha para evitar magoar qualquer uma das partes (eu incluída). As duas meninas que estão comigo na foto estavam à espera que a conversa terminasse para me receberem de braços abertos e passar a noite comigo, em casa de uma delas, onde fizemos muitas palhaçadas, tirámos fotos e conversámos muito. Foi um grande apoio para mim e evitou que me fosse enfiar no meu quarto sozinha a ter pena de mim própria. Duas boas amigas, que ainda conservo e que estarão, igualmente, lá para mim hoje em dia, quando precisar. Relativamente ao término da relação, o meu objectivo de não magoar nenhuma das partes falhou miseravelmente, porque acabei por magoar todos. A pessoa que foi o motivo da separação, porque ficou esperançosa e eu acabei por não ficar com ele, a mim própria por me sentir imensamente culpada por deixar uma terceira pessoa entrar no meu coração e arrependida de me separar de quem gostava e a pessoa de quem me separei. Que teve reticências em voltar a assumir uma relação comigo, mas que acabou por fazê-lo. Acredito que nem todas as relações sofram da mesma forma, porque nem todas as pessoas são iguais, mas a minha experiência pessoal é que não volta a ser a mesma. Nunca. No nosso caso, não voltou, nem da minha parte, nem da dele. Houve alguma coisa que quebrou ali e, dois anos mais tarde, acabámos por nos separar definitivamente.

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Casa da minha infância

Frequentemente, oiço pessoas a falar carinhosamente das memórias que têm dos avós ao longo da sua infância, das coisas boas que lhes proporcionaram durante o seu crescimento, pormenores que lhes recordam a proximidade e cumplicidade com a família nesses tempos, os cheiros da infância que os remetem muitas vezes para a casa da avó e os dias lá passados. E eu nunca me identifiquei com isto, porque nunca o senti. Nunca passei dias em casa dos meus avós, nem maternos, nem paternos. Nunca gostei da comida da minha avó, nem nunca fui mimada por eles com beijinhos, docinhos, coisinhas boas ou as vontadinhas todas feitas. Não me lembro do cheiro, nem do toque dos meus avós na minha infância, nem sequer de passar muito tempo com eles. Nem tampouco mostram o amor pelos netos com lamechices, como a maior parte.

Contudo, ao ir a Coimbra neste fim de semana, fui visitar uns tios-avós que lá vivem e apercebi-me que essas memórias lhes pertencem a eles. Não vivemos perto e não passei a minha infância enfiada lá em casa, mas costumávamos ir lá nas férias. Gostava de passar tempo com a minha prima, uns anos mais velha que eu e a única filha dos três que ainda vivia em casa dos pais na altura. A casa tem r/c (cujos quartos estão alugados a estudantes), primeiro andar (onde os meus tios vivem) e sótão, que, actualmente, já foi renovado e transformado em dois quartos, uma sala e uma casa de banho, mas na época, era apenas um sótão, cheio de tralha. E aquela casa, para mim, era um mundo. 

No primeiro andar, existe uma porta que dá acesso aos outros dois pisos, com umas escadinhas de cimento estreitas e sem corrimão, que me parecia sempre uma espécie de caminho secreto. Adorava descer lá abaixo, ver as portas dos quartos alugados fechadas e imaginar o que lá estava por trás; tudo silencioso e eu a percorrer o corredor em bicos de pés para não perturbar o silêncio, para não denunciar a minha presença. Saía pela porta que dava acesso à rua, dava a volta ao quintal, onde me lembro bem de haver galinhas e animais sempre presentes, subia as escadas e corria para o terraço. Entrava pela porta da cozinha dos meus tios e voltava a correr para a porta por onde tinha entrado inicialmente.

Subia muitas vezes ao sótão, adorava explorar tudo o que havia por lá. Não eram mais do que recordações e tralha da família, mas eram pequenos tesouros para mim. Tinha imensas coisas da escola da minha prima, às quais eu adorava passar revista, bonecos e brinquedos que ela já não usava, pois estava demasiado crescida para isso, trapos e toda a espécie de coisas que me fascinavam (sim, eu deslumbrava-me com pouco). Nunca esqueci o cheirinho e do sabor do pão (que não encontrei igual em mais lado nenhum) que eles tinham sempre em casa, comprado no café do outro lado da estrada, que era tão molinho como estaladiço e tão apetitoso que ainda me cresce água na boca só de pensar.

Na rua deles, fiz uma amiga, uma menina cujo nome não me recordo, mas do que me lembro é de ir brincar para casa dela, que ficava no último andar; tinha uma clarabóia no sótão onde nós brincávamos; e a mãe dela dava-nos nestum de uma forma que me marcou e que é assim que ainda hoje faço, quando como: misturado no leite, como é suposto, mas polvilhado com alguns flocos secos por cima. Achava aquilo fantástico, porque não era assim que comia em casa e adorava. 

Quanto aos meus tios, eram (e continuam a ser) pessoas mais empáticas, mais carinhosas, mais dadas aos miúdos. E a comida da minha tia era (e é!) sempre boa. E lembro-me de tudo isso. Claramente. Gosto sempre de voltar àquela casa, porque me sinto transportada. E sempre bem recebida. E sinto ali uma ligação que nunca senti e continuo a não sentir com os meus avós, apesar de viverem há muito tempo na mesma cidade que eu e desde sempre mais perto que os meus tios. Como é com vocês? Têm memórias nostálgicas dos avós? Ou, como eu, transferiram-nas para outros familiares? Ou nem sequer existe tal coisa na vossa vida?

sábado, 14 de julho de 2018

O Meu Conto de Fadas #15

Música ao som da qual o ensinei a dançar kizomba


Não sou nenhuma pro a dançar kizomba, longe disso, aliás. Mas gosto muito e ajeito-me nos passos mais básicos. Quando conheci o B., ele não ouvia kizomba, nem sequer faz o género dele e naquela altura ainda menos. Contudo, quis aprender, talvez por ser uma dança sensual e na qual dá para estarmos agarradinhos. E foi ao som desta música que o ensinei a dançar. Transporta-me sempre para os primeiros tempos do nosso namoro.


quarta-feira, 30 de maio de 2018

A banda da minha vida


Não podia deixar de falar da existência dos Evanescence na minha vida. Sem dúvida, um grande pedaço do meu mundo. Acho que já referi isto aqui, mas foi a banda que mais me acompanhou ao longo da adolescência e um dos meus maiores arrependimentos é nunca ter ido a um concerto deles. Os meus pobres pais levaram uma injecção sonora desta banda que foi qualquer coisa! Ouvia outras coisas, mas a voz da Amy Lee era daquelas que nunca me enjoava e das poucas que me fez gostar de todas as músicas deles ou dela apenas, as que lançou a solo. Adorei o álbum Fallen, era apaixonada pelo guarda-roupa dela, o piercing no sobrolho era a minha paixão (acabei por fazê-lo no meu 23º aniversário), gostava imenso de todo aquele ar de boneca meio dark que ela tinha. Esta foto é de 2006 e este era um poster que eu tinha a ocupar quase toda a parte de trás da porta do meu quarto (dos tempos em que comprava a Bravo e a Super Pop!).

domingo, 28 de janeiro de 2018

Memórias...


O Leo tem 9 anos, feitos este mês. Está crescido, desenvolvido, com as atitudes parvas da idade e saídas que me fazem sentir velha, confesso, ahah! Mas continua o mesmo menino mimoso. Sinto que devo apreciar e aproveitar isso enquanto ele ainda tem vontade de passar tempo com a mãe; enquanto ainda me dá beijinhos em público e aceita ir de mão dada comigo na rua; enquanto ainda me pede para lhe cantar uma música de embalar ao adormecer e me diz que me ama.

Adoro vê-lo crescer, cada conquista sua me enche a alma e cada obstáculo que consegue ultrapassar me deixa orgulhosa. Contudo, por vezes, bate aquela saudade... aquela vontade de voltar atrás só por um dia, para reviver alguns momentos; quando ele era o meu bebé pequenino, gordinho e desdentado; quando ainda era o meu carequinha sorridente e cabia no meu colo!


Novo emprego, novas aprendizagens

2024 foi um ano de muitas mudanças na minha vida, depois do que aconteceu em setembro de 2023. Mudanças essas que continuam a acontecer no m...