terça-feira, 24 de abril de 2018

Em Modo Saudosista #18

Polly Pocket

Adorava estas mini caixinhas! Para o meu pequeno eu, aquilo era mágico, abrir uma caixa tão pequenina e ter todo um mundo lá dentro para poder brincar. Era apaixonada pelas Polly Pocket!

segunda-feira, 23 de abril de 2018

E sintomas?


Sempre ouvi dizer que cada gravidez é diferente da anterior e é bem verdade. Durante a gravidez do meu filho, não tive sintomas assim de maior, além de muita fome e muito sono. Desta vez, tudo me ataca. Dores de cabeça, cólicas, sono; tenho enjoos todos os dias e deixei de conseguir comer uma série de coisas. Enjoei, praticamente, tudo o que é doce. Carne, peixe, massas, arroz? Também já quase não sei o que é isso. Esta criança é toda pelas sopas, fruta (tem-me apetecido laranjas e sumo de laranja a toda a hora!), torradas, iogurtes e ovos. Pouco mais me deixa comer. E os cheiros? Ai, os cheiros... parece que sinto todos e mais alguns! Tudo me deixa nauseada. E comprimidos para os enjoos, perguntam vocês? Pois que eu os tomo, sim senhora. Mas, ainda assim, não funciona a 100%. Estou tramada com este pequeno diabinho que carrego na barriga. 😎

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Novidades

Num dos meus últimos posts, mencionei que tinha duas novidades: o casamento (que se vai dar para a semana!) e a mudança de casa. Esta última ficou em stand-by. A ideia era comprar casa e deixar esta, que é alugada. Porém, com tudo o que se tem passado, decidimos adiar essa decisão e fazer apenas algumas alterações nesta casa para ficar ao nosso gosto enquanto cá estivermos a viver. Ninguém está com cabeça para essas mudanças neste momento e é muita coisa a acontecer ao mesmo tempo.

Sei que as minhas últimas publicações têm sido um bocadinho depressivas e o meu estado de espírito deverá permanecer assim por mais algum tempo, porque ainda é tudo muito fresco, mas não vos quero maçar com os meus problemas em todos os posts; e como nem tudo pode ser mau, venho cá deixar-vos novidades mais animadoras, levar um pouco da chuva que se abateu sobre a minha vida e mostrar o arco-íris que já se deixa ver. A primeira novidade é que me renovaram o contrato (yay!). A segunda e já esperada pelos mais atentos, é que, se tudo correr bem, vou ser mãe pela segunda vez. Contamos agora com 13 semanas e 2 dias de feijãozinho! 😊


quarta-feira, 18 de abril de 2018

Um aperto no peito


Passaram 23 dias desde que perdi o meu tio. Os meus avós foram-se completamente abaixo. A minha mãe também, mas tenta aguentar o barco para ajudar os meus avós. A minha tia idem. Na maioria das noites, o meu filho não consegue dormir sozinho e chora. O meu pai perdeu o companheiro de noitadas, parvoíces e de uma vida inteira, a pessoa que melhor o entendia. O meu padrinho, também amigo de longa data, anda a bater mal com esta perda e a correr todos os sítios onde passavam tempo juntos, desde a altura em que todos se conheceram. Eu, que sou a campeã do sono, que dorme em qualquer lado e a qualquer hora do dia, tenho tido dificuldades em adormecer e em dormir tantas horas como habitualmente.

O meu avô está numa altura da vida em que já precisa de ajuda a vários níveis, mas recusa-se terminantemente a aceitar isso. Continua a querer fazer tudo sozinho, ainda que não tenha lucidez nem capacidade para tal. Como é que podemos ajudar alguém que não quer ser ajudado? O desgosto está a levar-lhe a vontade de viver e se lhe tiramos a independência, o que vai ser dele? Entretanto, a vida de toda a gente anda de pantanas.

Quem conhecesse o meu tio, pensaria que ele era uma pessoa de bem com a vida. Víamo-lo sempre alegre, de sorriso na cara e copo na mão. Sempre cheio de piadas e parvoíces na ponta da língua. Sempre com brincadeiras e bem-disposto. Mas, no fundo, ele chorava em silêncio, em casa. Nunca teve uma vida fácil e os problemas sempre foram muitos. Aquela capa que ele usava era mesmo isso, uma máscara. Dizia ele que bem podia morrer, porque não fazia cá falta a ninguém. Mas fazia. Faz. Aos amigos, aos irmãos; aos sobrinhos, aos pais... Como faz, que deixou um buracão na vida de toda a gente!

Desculpem lá a deprimência deste post, especialmente depois de tantos dias sem cá pôr os pés. Prometo que o próximo não vai ser tão triste e espero que estas últimas semanas tenham sido mais generosas convosco do que foram comigo.

sexta-feira, 30 de março de 2018

Locais a conhecer #4 \\ Pavilhão do Conhecimento e da Ciência Viva


Acho que este dispensa apresentações, já toda a gente deve ter ouvido falar do Pavilhão do Conhecimento, ainda que não o tenham visitado, localizado no Parque das Nações. É, basicamente, um museu interactivo, que ensina ciência e tecnologia através da experimentação. Frequentemente tem exposições, neste momento está a decorrer a dos Angry Birds, até setembro, à qual já fomos e que é bem gira.

Foi o Pavilhão do Conhecimento dos Mares na altura da Expo 98 e dava-nos a conhecer a relação do Homem com os oceanos ao longo da história. Na época, podíamos ver mini hologramas e numerosos modelos de barcos e submarinos. Lembro-me de ter visitado este pavilhão naquela altura e de ter gostado bastante. Depois da remodelação, relançou-se como Pavilhão do Conhecimento e da Ciência Viva. Aconselho a visita, principalmente com crianças, é uma óptima maneira de eles aprenderem.











Adoptar o apelido

Porque é que é tão aceitável que uma mulher adopte o apelido do marido no casamento e tão olhado de lado que seja o marido a adoptar o apelido da mulher? Mas que raio? E porque é que tantas mulheres assumem que é tão espectacular perder o último nome que sempre tiveram para usar o do homem com quem casaram, mas nem sequer colocam a hipótese de eles usarem o delas? Os meus pais adoptaram ambos o nome do cônjuge e lembro-me, na escola, que era a única nessa condição. Igualdade, gente. E se o objectivo é terem os dois o mesmo nome, porque é que o eleito é sempre o do homem? Por aqui, mantemos cada um o seu e pronto. Simples assim.

quinta-feira, 29 de março de 2018

Do luto que não acaba

Deve haver pouca coisa mais difícil do que superar a perda de um ente querido. Sempre foi um dos meus maiores medos: perder quem me é mais próximo. Contemplar sem vida uma pessoa que sempre vimos a sorrir e com nada mais do que uma boa-disposição contagiante. É muito doloroso ver alguém partir das nossas vidas demasiado cedo (não é sempre demasiado cedo?), acredito que nunca estejamos preparados para lidar com tamanha dor. Escrevo-vos neste momento deitada na cama, porque tenho um nó que se estende do estômago à garganta que não me tem permitido dormir muito bem nos últimos dias. Tenho a meu lado o meu filho a dormir um sono inquieto e que custou a pegar, porque as lágrimas o venceram quando a noite chegou. Disse-me que gostava quando o tio brincava com ele e que desejava que ele não tivesse ficado doente. Ou que os médicos o tivessem conseguido salvar. E quando oiço estas coisas do meu filho a soluçar de tristeza, a barragem rebenta. A minha família está incompleta. E eu estou cansada. A morte é uma cabra que nos arranca um pedacinho de nós quando nos leva assim alguém.

Em Modo Saudosista #18

Polly Pocket Adorava estas mini caixinhas! Para o meu pequeno eu, aquilo era mágico, abrir uma caixa tão pequenina e ter todo um mundo...