sábado, 20 de outubro de 2018

Dormir é um desperdício


Eu sempre disse que dormir era um desperdício de tempo útil. Tanta coisa que existe para fazer e todos nós sabemos que, muitas vezes, as 24h do dia parecem não chegar. Andamos sempre em correria e nem sempre conseguimos fazer tudo o que gostaríamos. Mesmo quando a maioria das pessoas dorme menos horas do que devia. Porém, a realidade é que todos nós temos que o fazer. Todos temos que dormir, por questões de saúde e porque é fisicamente impossível funcionar sem isso.

Antes de ter o meu filho, era dessas pessoas que dormem pouco. Conseguia dormir entre 2h a 5h e ficar bem as restantes. E aproveitava cada uma delas para estar ocupada fosse com o que fosse. Depois de o Leo nascer, tudo mudou. Toda eu fui consumida pelo sono durante a gravidez e, infelizmente, isso não me passou. Tornei-me numa pessoa incapaz de fazer directas, mas perfeitamente capaz de adormecer no sofá de uma discoteca ou em pé no posto de trabalho! Adormeço a qualquer hora do dia, em qualquer lugar, sem dificuldade alguma. E se, por um lado, é bom não ter insónias, por outro, é bastante chato não ser capaz de me manter acordada quando quero.

Ora, ontem fiquei a saber que o meu rico filho deve sair mesmo à mãezinha dele. Aliás, eu já sabia que ele era duro de dormir... Nunca foi um bebé que me desse péssimas noites, porque, caindo no sono, dormia lindamente. Mas até adormecer, era um castigo. Não chorava, nem esperneava, mas ficava ali simplesmente acordado. Sempre lutou contra o sono. À medida que foi ficando maiorzinho, ganhou o hábito de falar com os bonecos durante imenso tempo e, mais tarde, sozinho, na cama, até adormecer. Actualmente, já com 9 anos, o que acontece é que se lembra de mil coisas para dizer/fazer quando já está deitado, como sejam: contar-me coisas sobre o dia dele, fazer-me perguntas, ir beber água, ir à casa de banho, queixar-se da barriga ou da cabeça, tem frio, tem calor... e tudo o que se possam lembrar.

Ou seja, sempre soube que ele não era adepto desta coisa de perder tempo a dormir. Mas ontem confirmou-se. Quando se estava a despachar para ir para a cama (e já mais tarde do que o habitual, por ser 6ª feira), disse-me que a parte do dia que menos gostava era quando tinha que ir dormir. Pois então ele acha que não devia ser necessário dormir para termos energia, mas antes se pudéssemos ficar 1 ou 2 horas a carregar ligadinhos à tomada, era o ideal.😂

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

O Meu Conto de Fadas #18

Momentos românticos


Foi assim que iniciámos uma noite romântica nos inícios de 2013, ainda antes de vivermos juntos. Fui eu que preparei o quarto com muito amor e carinho.😂 Na foto não tem um ambiente tão giro como estava na realidade, porque tirei a foto com flash e estragou o efeito da iluminação das velas, que dá sempre aquele ar mais intimista. Uma dica, que eu sou amiga... quando quiserem preparar uma surpresa do género, façam como eu: usem pétalas falsas. Não começam a ficar com um ar murcho e podem reutilizar!



Estas duas foram tiradas em 2015, por ocasião do São Valentim, e a surpresa, desta vez, partiu dele. Não é uma data que comemoremos frequentemente, aliás, é até raro o ano em que nos lembramos disso e ainda mais raro sairmos para fazer qualquer coisa, até mesmo porque é um dia terrível para andar na rua! Neste ano, comemorámos em casa. Julgo que o jantar e o serão foi por cá, mas tive direito a flores (raro, raro!), a chocolates e a pétalas na cama (as mesmas que usei em 2013, lá está... reciclagem!).

Não precisamos de muito para fazer a nossa cara-metade sorrir, minha gente. O amor é uma coisa muito bonita e revela-se, sobretudo, em pequenos gestos.

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Destilar ódio...

Toda esta polémica sobre o professor universitário tem trazido ao de cima, mais uma vez, toda a capacidade humana de ser estúpido e cegar completamente. Às vezes, acho que parecemos burros, com as palas nos olhos, incapazes de ver um bocadinho mais além. Já aprendi que não vale a pena responder com a minha opinião e os meus argumentos a tudo o que vejo, porque vai dar merda no final e só me vou enervar. Escolho as minhas batalhas nesse campo e opto por dar opinião quando sinto que, mesmo não concordando, não me irão atacar, como eu não ataco os outros pelas opiniões deles. 

Já me sinto um bocado cansada de ler tanto ódio nas redes sociais dirigido ao homem. Principalmente, porque me apercebo que a maioria das pessoas nem atingiu o que ele quis dizer... E porque continuam a bater na tecla de que as crianças não podem fazer o que lhes apetece e que deixá-las não beijar os avós é igual a deixá-las faltar à escola, comer gelado e batatas fritas ao jantar ou jogar no tablet 24h por dia. E por pensarem que é tudo a mesma coisa é que tem que haver mais sensibilização no sentido de fazer as pessoas entenderem que nenhuma dessas coisas interfere com o espaço pessoal nem com o corpo da criança... Dar-lhes liberdade para cumprimentar sem beijos não é igual a deixá-las fazer tudo o que querem. Será que é mesmo assim tão difícil de perceber isto? Serão as pessoas assim tão ignorantes ou só não querem entender?

Outro argumento que me deixa os nervos em franja é o facto de que aos avós se devem dar beijos e ponto final. Sem abertura para mais nada! Avós são avós. E os netos devem cumprimentá-los com beijinhos. Estas pessoas serão, certamente, as mesmas que pensam que não há avós no mundo capazes de molestar os netos. E, obviamente, nunca no seio da sua própria família! Não se foquem na parte de serem avós ou não, gente... são adultos como qualquer outro. Se a criança se sente fisicamente desconfortável, acham bonito forçá-la? Eu cá só acho um abuso. E, definitivamente, não é a mesma coisa que obrigá-la a ir à escola ou a lavar os dentes depois das refeições. Tanto quanto sei, isso não a obriga a ter intimidade nem contacto físico com ninguém, nem aqui, nem na China.

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Obrigar as crianças


Ainda não tinha visto as declarações tão polémicas deste senhor, mas, ao ver tanta crítica dura ao homem, decidi ir ver o vídeo. E caiam-me lá em cima, se entenderem, mas eu concordo com ele. Os argumentos de quem discorda, dentro e fora do programa, são que os beijinhos aos avós não são violência nenhuma e que é uma questão de respeito e educação, bem como de normas na sociedade. Mas desde quando? Porque raio é que temos que ensinar aos nossos filhos que é OBRIGATÓRIO cumprimentar seja quem for, até familiares, com beijos? Pá, não. O respeito e a educação passam por cumprimentar as pessoas, dizer olá, sorrir, acenar. Se ela quiser dar um beijinho, óptimo, se não, porque é que isso é uma falta de educação? Se um adulto não quiser cumprimentar com um beijo, ninguém o obriga. E está tudo bem com isso. Porque é que querem obrigar os miúdos? E quem está mal são aqueles que dizem que as normas da sociedade ditam que deve ser assim. Mas que raio? Ditam que se seja educado e se cumprimente! Isso não inclui um beijo. Forçar a criança com certeza que a faz pensar que, se um adulto exige que ela tenha essa intimidade, ela é obrigada a dizer que sim. E, sendo criança, que não tem maturidade para distinguir as coisas tão bem como um adulto, se um dia acontecer de a quererem forçar a coisas piores, ao ver que é um adulto e, principalmente, se for familiar, ela também vai sentir que tem a obrigação de dizer que sim! É disso que se trata. O corpo da criança é delas, não é dos pais. Ensinem-lhes respeito, a cumprimentar as pessoas que estão à sua volta, a responder quando as cumprimentam a elas. Ensinem que uma forma de cumprimento é o beijinho na bochecha, mas, por favor, não as obriguem a beijar ninguém. Ensinem-nas antes que, se algum contacto físico as faz sentir desconfortáveis, têm todo o direito de dizer que não. É mais importante para vocês que o adulto não se sinta ofendido com esse comportamento ou que a vossa criança saiba que tem a liberdade de dizer que não a qualquer intimidade que a incomode? É uma questão de prioridades. Para mim, o meu filho está acima de tudo, incluindo a opinião dos outros sobre a educação que lhe dou.

Compromissos...

Ser mãe de uma criança em idade escolar é basicamente ter noção de que ela tem uma agenda social sempre mais preenchida do que a nossa. Durante o verão, em período de férias, tudo fica um bocadinho em pausa. Ou, pelo menos, sentimos que pode tudo ser feito com mais tempo. Agora, com o início do ano lectivo, volta tudo assim em força. No fim de semana passado, o Leo recomeçou os ensaios do grupo de percussão, o que significa que todos os sábados à tarde, lá vai ele. Felizmente para nós, decidiu que queria desistir da natação. Este domingo tem uma festa de anos. E no dia 27, já tem outra. Hoje fizeram pizza na escola, com ingredientes saudáveis, por isso, foi dia de mandar uma coisinha para contribuir. O Halloween aproxima-se a passos largos e, apesar de no meu tempo de escola primária, isso nem existir, agora já se integra nas comemorações escolares. O que significa que amanhã lá vamos à procura de um fato de Halloween para o pequeno. E é isto. 

terça-feira, 16 de outubro de 2018

Separadas à nascença #23


À esquerda - Cameron Diaz
À direita - Ellen Barkin

A Cameron Diaz tem 46 anos e a Ellen Barkin 64, o que ainda é uma diferença substancial. Além disso, sempre achei a Cameron Diaz mais bonita, contudo, são duas actrizes que sempre me fizeram lembrar bastante uma da outra, não consigo muito bem identificar porquê.

39 semanas


E às 39 semanas, temos uma bochechuda a rondar os 3.500kg, que, finalmente, se deixou ver! Vá, gordinha, podes vir... estamos à tua espera! 😍

Dormir é um desperdício

Eu sempre disse que dormir era um desperdício de tempo útil. Tanta coisa que existe para fazer e todos nós sabemos que, muitas vezes, a...