domingo, 25 de junho de 2017

Odeio provadores


Primeiro, sou um bocado claustrofóbica, pelo que me sinto comprimida nos provadores. Mas, principalmente, todo aquele veste e despe... tira-me do sério. Odeio, sinto-me sempre mal amanhada quando volto a vestir-me, fico cheia de calor, transpirada, a bufar por todo o lado, nunca consigo colocar a roupa nos cabides como estava... enfim! Acabo a sair de lá toda desgrenhada, esbaforida e com a roupa fora dos cabides ou lá pendurada de qualquer maneira. Hoje, teve que ser. Precisei comprar umas peças e eu detesto comprar roupa sem experimentar e ver como fica. Obviamente acabou como de todas as outras vezes: comigo a odiar mais um bocadinho os provadores desta vida.

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Sugestões em Monte Gordo


Há 10 anos que trabalho e nunca tive férias. Não propriamente. Estive desempregada várias vezes, isso sim. Só comecei a ter férias no trabalho há dois anos. E, ainda assim, nunca fui para lado nenhum nesse tempo de folga. Nem nunca consegui conciliar as minhas férias com o tempo em que o B. estava em casa ou quando ele estava (desempregado), não havia dinheiro para viagens. Este ano, vai ser o primeiro que vamos para qualquer lado. Sim, é em Portugal e sim, é com os meus pais. Mas são férias. Vamos com o meu pequeno mais-que-tudo também. Incrivelmente, nunca consigo passar férias em parte alguma com o meu filho. Portanto, mais uma semaninha de trabalho (tortura!) e tenho uma semana de férias. Vamos para Monte Gordo. Portanto... sugestões? Aceita-se tudo. Restaurantes, bares, praias, sítios que achem que vale a pena visitar. Vamos lá, quero saber tudo o que recomendam.

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Em Modo Saudosista #12

Dragon Ball

Gostava tanto disto. Não consigo, na verdade, entender muito bem porquê. São uns bonecos um bocado parvos, mas que eu era viciada, era. Os desenhos animados agora são todos fofos e queridinhos, mas os da minha infância trazem-me saudades!

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Já??


Oh, por favor. Hoje vi algures online que a Sarah Michelle Gellar, também conhecida como Buffy, a caçadora de vampiros, já tem 40 anos. A sério? Não... Faz-me sentir velha! Sim, obviamente, sei que o tempo passa. E sempre tive noção que ela era mais velha que eu, portanto, estando eu à porta dos 30, isto não é, propriamente, uma surpresa. Mas é a realização de que, porra, o tempo passa sem darmos conta para onde foi!

terça-feira, 20 de junho de 2017

Tão mãe...

O marido e o filho andam a jogar à bola e aos pinotes pela casa (maioritariamente no hall de entrada, com acesso a todas as portas das várias divisões). Levantei-me para atravessar o campo de jogo deles e os meus olhos dispararam para todos os potenciais alvos: os óculos do B. em cima da mesa da cozinha, as molduras nos móveis do hall, o balde com a esfregona ainda cheio de água e detergente no canto, as portas dos dois WC's abertas, mesmo a pedir para acertar com a bola dentro de uma sanita (nenhuma das quais tem tampa neste momento). Eles divertem-se sem preocupações e eu só vejo os acidentes à espera de acontecer. Tive que os alertar, mas sinto-me tão mãe, tão adulta que já não sou capaz de ver só a parte divertida da coisa. É oficial: estou a ficar velha! Ahah!

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Livros que recomendo #19


Sinopse: Justino viveu isolado do mundo os primeiros 26 anos da sua vida, tendo apenas a mãe por companhia. Quando faz a transição para a vida em sociedade, os lapsos de memória que sempre o tinham acompanhado recomeçam, mais fortes e menos espaçados, e assaltam-no memórias de vivências que não tem a certeza de serem reais, mas que se tornam cada vez mais vívidas e perturbadoras.
A aproximação de uma mulher, Sofia, provoca um turbilhão de emoções contraditórias que o conduzem a um caminho sem retorno, e o único fim possível acaba por ser a descoberta da terrível verdade que estava enterrada no seu subconsciente.

Opinião: É um livro pequeno, que se lê num piscar de olhos, com uma história curta, mas intensa, que aborda doenças mentais, um tema que é pouco discutido e aprofundado. E acaba com revelações inesperadas, o que torna a história interessante. História essa que devia ser mais explorada, mas deixo-vos a sugestão porque considero que a ideia é boa.

domingo, 18 de junho de 2017

Maratona de séries

Com este calor infernal, a minha vontade de fazer seja o que for é zero. Amantes do verão, por favor, neste momento, não me venham dizer que tinham muitas saudades, porque este inferno que se faz sentir na rua, que nos impede de respirar, só me causa náuseas e vontade de ir ali cortar os pulsos! A minha casa até costuma ser fresquinha quando está calor na rua e, durante a noite, o calor não me costuma perturbar o sono. Nestes últimos dois dias, até isso mudou! Não se está bem em lado nenhum, nem de maneira nenhuma. Já tomei dois banhos de água fria hoje para combater este calor demoníaco. Mas este post não era para ser dedicado a explicar o quão profunda e intensamente eu odeio o calor e o verão e como penso que devia ser abolido, portanto... como dizia, já que não me consigo mexer sem me derreter, dediquei-me a actualizar-me na imensidão de séries que vou acompanhando. E neste fim-de-semana terminei a 5ª temporada de Arrow, a 6ª (e ainda por desvendar se última) de Once Upon a Time, a 2ª de Supergirl, a 10ª de The Big Bang Theory e a 3ª de The Flash. Estou prestes a chegar também ao fim da 12ª temporada de Supernatural e comecei a ver a 5ª de Orange is the new black, que saiu dia 9 deste mês e a 1ª de Mom, que estreou esta semana na Fox Comedy. Se querem ir acompanhando as séries que vejo e a minha opinião, está tudo aqui nesta rubrica Séries Viciantes. E por aí? O que andam a ver? E o que é que recomendam? Sim, porque estou sempre pronta a adicionar séries à minha lista!

sábado, 17 de junho de 2017

InstaLife #18

Torrada com fiambre, abacate e bagas de goji com uma caneca de leite sem lactose a acompanhar

Pequeno-almoço de sábado: gelatina de iogurte de melão/melancia com melão, bolacha e sementes de linhaça. Tornei-me fã destas combinações!

Pizza de bacon da Mamma Mia. Nunca desilude!

Um kiwi a acompanhar um wrap de requeijão, espinafres, fiambre de frango e orégãos

Gelatina de iogurte de frutos vermelhos com banana, kiwi e sementes de girassol

Churros de kinder bueno e doce de leite. Uma gordice para arruinar a dieta!

Lanche bem simples: pão de centeio torrado e leite sem lactose com bolero

Omelete com abacaxi

Gelatina de iogurte, melão, kiwi, bolacha e sementes de linhaça

Pequeno-almoço: meia torrada de pão de girassol com abacate e sementes de chia, iogurte de piña colada, 1 rodela de abacaxi e 1 kiwi

Gelatina de iogurte com aveia, kiwi e bagas de goji

Ginjinha boa na festinha da terra

Jantar: bacalhau cozido com brócolos, feijão verde, cenoura, 1 batata e 1 ovo

Ahah, uma cenoura divertida!

Torrada de pão de trigo e centeio com sementes de sésamo barrado com philadelphia, fiambre de peru em forno de lenha e alperce com um copo de leite sem lactose a acompanhar

Tosta de pão de trigo e centeio com sementes de sésamo com fiambre peru em forno de lenha, ovo mexido e um pouco de mozzarella light ralado

Com a bff nas festinhas da terra

Maçã com mel e canela. Uma delícia!

Wrap com espinafres, bacalhau e ovo cozido a acompanhar um sumo de pêra e kiwi

Gordice do feriado: crepe de chocolate com gelado. Uma maravilha dos deuses! Porque não só de fitness food se faz uma pessoa feliz.

Iogurte de cereja com alperce e sementes de chia; tostas com philadelphia e fiambre de peru em forno de lenha

Wrap de legumes (alface, cenoura, cebola e cogumelos) e mozzarella light ralado a acompanhar um batido de banana e abacaxi

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Colegas de trabalho

Na fábrica onde trabalho, os temporários não podem ficar por mais de um ano. Têm que sair e ficar um mínimo de quatro meses fora da empresa, para depois poder voltar. Não é o meu caso, porque o pequeno sítio onde estou é chamado de outsourcing (recebemos menos, mas temos direito a férias e a ficar por termo incerto). Esta semana, um colega meu completou um ano e, por isso, teve que sair. Na 4ª feira, veio um rapazinho substitui-lo. Devo dizer que ali existe um pouco de má gestão e organização. Nunca recrutam a pessoa nova enquanto a outra ainda lá está, para integrar e dar formação a quem vai substitui-lo. Contratam o substituto e largam-no aos leões. Depois passa-se um de dois cenários: ou essa nova pessoa apanha colegas disponíveis e pacientes para o ensinar e ajudar ou tem o azar de ficar com pessoas que não estão interessadas em ensinar ninguém, o que dificulta muito a integração. Eu já tive que ser ensinada lá várias vezes, pois não estive sempre no mesmo sítio e sempre tive sorte, porque apanhei colegas simpáticos, que me ajudaram sempre. E onde estou agora, não é que não goste dos colegas que tenho, mas sei que não são fáceis de lidar quando se entra de novo. Nenhum deles se disponibilizou para ensinar o rapaz. É um miúdo de dezanove anos, que, provavelmente, nunca trabalhou e é assim caladinho. Precisa de orientação, obviamente. Eu e as minhas duas colegas estamos numa parte do armazém em que só o podemos ajudar até certo ponto, porque a grande maioria do trabalho que ele deve fazer é da responsabilidade de quem conduz as máquinas e esses, simplesmente, não estão nem aí para o miúdo. Devido ao facto de as coisas serem feitas muitas vezes em cima do joelho e precipitadamente em muitos aspectos, os funcionários ficam aborrecidos com a forma como as coisas são conduzidas. E um dos pontos que os está a lixar é terem mandado o rapaz que lá estava embora, porque ele era desenrascado, despachado, fazia tudo, já conhecia o trabalho e havia uma esperançazinha pequenina que lhe fizessem um contrato pela empresa, o que não aconteceu. Vai daí, está tudo emburrado e, apesar de o rapaz não ter culpa nenhuma disto, ignoram-no. Não têm paciência, nem vontade de o ensinar. Fazem o trabalho deles e o moço anda lá, meio perdido, atrás deles, muito provavelmente, a sentir-se um inútil, porque nem lhe dão trabalho, nem lhe explicam como se faz. Acreditem que até me dá alguma pena, porque certamente essas pessoas não gostariam que fizessem o mesmo aos filhos deles, quando estes começarem a trabalhar. É nisso que penso quando olho para estes miúdos: um dia pode ser o meu.

Separadas à nascença #13


Logan Marshall-Green (à esquerda)
Tom Hardy (à direita)

São ambos actores e devo confessar que estes, se não aparecerem juntos no mesmo filme, passam muitíssimo bem um pelo outro aos meus olhos. Caraças, que estes foram mesmo separados à nascença!

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Eu ou nós?

Um dos motivos pelos quais a minha relação com o B. resulta é sabermos estar sozinhos. Não enquanto casal, mas individualmente. Daquilo que vejo, muitas relações pecam por isto: simplesmente, uma das partes não sabe estar sozinha, nem quer que o outro esteja sem ela. O nosso bem-estar não deve passar por estarmos, constantemente, colados à nossa cara-metade. Claro que deve incluir a outra pessoa, saber estar enquanto casal, trabalhar como equipa quando há que fazer face aos problemas diários e questões familiares, gestão do lar e das finanças; há que não perder o que nos une, continuar a saber conversar e apreciar a companhia um do outro. No entanto, também é muito bom que a outra pessoa nos dê espaço, que possamos ter momentos para apreciar a nossa própria companhia, fazer algo que só nós gostamos, estar em sossego a curtir um filme ou uma série que a outra pessoa não gosta. Mas reparo que isto não se passa, exclusivamente, nas relações amorosas. Há pessoas que, pura e simplesmente, não conseguem, nem querem estar sós. Não consigo compreender a necessidade constante de companhia, de conversas. Eu cá gosto tanto dos meus momentos de paz e sossego...

terça-feira, 13 de junho de 2017

O Meu Conto de Fadas #7

O momento em que ele conheceu o meu filho

Como referi aqui, na última publicação desta rubrica, o B. acabou por confessar-me que gostava de levar a nossa relação para um nível mais sério. Eu não estava preparada para isso, mas também não queria deixar de estar com ele. Não deixei que a conversa desenvolvesse muito no sentido de oficializar a nossa relação (até porque eu ainda não estava solteira, tampouco), mas continuámos a ver-nos. E, embora eu não quisesse admitir, aquilo que sentia por ele começava a evoluir e prova disso foi deixar que ele conhecesse o meu filho. Um dia, em que eu não estava a trabalhar, o B. veio ter comigo a casa dos meus pais. O meu filhote estava a dormir a sesta (tinha 2 aninhos na altura) e nós ficámos a conversar e a ouvir música (vá... e um beijinho ou outro!) até ele acordar. Acordou, vesti-o e levámo-lo ao parque. Dei-lhe lanche antes de ir brincar. Estava fresco e era dia de semana em horário laboral e escolar, pelo que não havia ninguém no parque. Ele andou no que bem quis e cravou o B. para andar com ele de escorrega e tudo. Não estranhou a presença dele, deram-se bem e inclusivé passaram uma série de tempo num banco de jardim a brincar com as folhas secas de outono. Apanhavam as folhas, colocavam-nas em cima do banco e depois mandavam-nas para o passeio novamente. E repetiam o processo, enquanto o pequeno se divertia imenso com aquilo. Sim, o meu filho entretinha-se com pouco (ainda hoje, é assim). Quando chegou a hora, fomos levar o B. ao comboio e ele tentou dar-me um beijo de despedida, que eu recusei. Sim, gostava dele o suficiente para o apresentar ao meu filho, mas não achei que fosse ainda altura de lhe mostrar que não éramos simples amigos. Claro que ele ficou desconcertado, mas entendeu quando eu, mais tarde, lhe mandei SMS a explicar que não queria que se passasse nada entre nós à frente do pimpolho. Foi um momento constrangedor, aquela despedida, mas guardo essa tarde com carinho na memória.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Pedaços do meu mundo #7

Há umas semanas, depois de jantar, numa noite que mais parecia de verão, aproveitei o bom tempo para ir com o meu fofinho pequeno ao parque que há aqui perto de casa. A madrinha dele veio ter connosco e lá fomos. Ele foi entreter-se para o parque e nós ficámos por perto, a vigiar, a conversar e a beber a Frize de groselha da praxe (acho que já o disse aqui, mas é muito boa, recomendo). Estivemos lá perto de uma hora e meia. Pouco antes de virmos embora, um grupo de miúdos dentro do parque, com idades compreendidas entre os 5 e os 12 anos, rapazes e raparigas, largaram a brincadeira e estavam reunidos lá para um canto. O meu não era um deles, continuou na dele, a brincar. Às tantas, eu e a minha amiga, que, apesar de estarmos a conversar, estávamos atentas ao que se passava, ouvimos um dos miúdos perguntar ao grupinho "Quem é que gosta de f*der no mato?" e ficámos abismadas. Não percebemos as respostas, aliás, não conseguimos apanhar a conversa toda, mas ouvimos mais umas quantas, como estas: "Preferia f*der com ela do que contigo!"; "Tem namorado, não é? Por isso é que chupa". Acabei por pegar no meu filho, apesar de ele não estar a prestar muita atenção, e vir embora para casa. Tenho vergonha por aqueles putos. E sabem que mais? Estavam cerca de 15 crianças naquele parque e eu era a única mãe a tomar conta. Todos os outros estavam sabe-se lá onde, porque não se avistavam mais adultos. Não querendo culpar os pais de tudo o que os filhos fazem, porque os putos conseguem ser muito ordinários e parvinhos por iniciativa própria, mas pergunto-me: primeiro, onde andavam os pais daqueles miúdos todos? E segundo, será que eles não aprendem certas coisas com a própria família? Porque vejo com cada atitude parental, que me faz parar o coração por segundos...

domingo, 11 de junho de 2017

Fim de semana preenchido

Ensaio

Sangria com a bff

Um baloiço original

O meu macaquinho

O pequeno na euforia dos carrinhos de choque

No carrossel Royal

Mais-que-tudo

Manhã de domingo no parque

Passeio matinal de bicicleta com uma amiguinha



sábado, 10 de junho de 2017

Bom português (parte 2)

Mais umas pérolas que, infelizmente, oiço com mais frequência do que devia:
- Rabuçados (rebuçados)
- Saluços (soluços)
- A gente não se entendemos ("a gente não se entende" ou "nós não nos entendemos")
- Onteontem (anteontem)
- Trocer (torcer)
- Comprensa (compressa)
- Tijóis (tijolos)
- Arreceber (receber)

sexta-feira, 9 de junho de 2017

InstaLife #17

Lanche; 2 tostas com fiambre de frango, cerejas, melão e gelatina de iogurte com sementes de chia

Sandálias. Porque andar com o pé à fresca é do melhor.

Pequeno-almoço: papa de aveia com côco, mel e bagas de goji

Orgulho da mãe. O meu fofinho é o dos ténis fluorescentes.

Lanche: gelatina de iogurte de frutos vermelhos com morangos, cerejas e sementes de girassol e 2 tostas de milho e sementes com mel e queijo light fatiado

Pequeno-almoço: meia torrada de pão de milho c/ sementes de girassol, leite sem lactose e um kiwi

Como é bom ser criança!

Jacarandá

Sempre a inventar. Diz que é ninja.

Batido de morango. Home made.

Lanche: tostas de milho e sementes com philadelphia e fiambre de frango acompanhado por um batido de melão com mel e canela

Breakfast: papa de aveia com morango, cacau e sementes de girassol

Mais um pequeno-almoço: meia torrada, iogurte e maçã. Descobri as maravilhas do pão de milho com sementes de girassol. Divinal!

Snack da noite: gelatina de iogurte, bolacha e morangos

Gelatina de iogurte com flocos de aveia, abacaxi, mel e bagas de goji. Uma combinação saborosa !

É tão bom vê-lo a divertir-se!

Descobri estas meninas e já experimentei as duas. Adoro!

Sumo de morangos e pêra com mel. Super natural, cremoso e delicioso!

Lanche de hoje: sumo de morango e pêra com mel (bem bom!) e 3 tostas com fiambre de frango, abacate e sementes de chia. Aprovado!