domingo, 28 de agosto de 2016

52 semanas: Semana 27 #Coisas divertidas para fazer nas férias

A maioria das pessoas talvez escolhesse ir à praia, acampar, sair com amigos, passar uma tarde na esplanada... nenhuma das quais eu escolhia. E é algo irónico fazer este post no meu último dia de férias. Já estou a entrar em fase depressiva só de pensar que amanhã volto ao trabalho, ahah! É triste a vida do pobre!

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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Pelo meu filho? Tudo!

Gostava de poder espernear aqui à vontade sobre o que me tem tirado o sono, mas não posso. Acho que é a primeira vez que me sinto limitada por não ter um blog anónimo. Tenho nome, foto e informações suficientes para chegar à minha pessoa, pelo que não posso desabafar sobre certas coisas. No entanto, deixo uma imagem sugestiva e que expressa bem aquilo que sinto.


quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Pedaços do meu mundo #1

Penso que as rubricas são uma óptima maneira de me conhecerem melhor e nesta nova rubrica vou contar-vos alguns episódios aleatórios, sem qualquer ordem cronológica, da minha vida, conforme me forem ocorrendo, bem como coisas que vou presenciando por esse mundo fora.

E hoje vou contar-vos algo a que assisti ontem. Como se tornou habitual nas férias (que, infelizmente, estão no fim), depois de jantar fui beber uma Frize de groselha (deliciosa, recomendo!) com a minha melhor amiga. Naquela praceta, há sempre miúdos a brincar e ontem não foi excepção.

Sabem aquelas bolas de plástico com brinde que se tiram nas máquinas?


Uma das raparigas, já com os seus 13 anos, talvez, andava com as duas metades de uma bola dessas nos pés. Visualizem: a piquena calçava chinelos e aquilo servia para simular um sapato de salto alto, com as duas metades entre o calcanhar e o chinelo. O que, só por si, já era uma situação caricata. Mas, depois, um rapazinho com cerca de 10 anos perguntou-lhe o porquê e a resposta dela foi que era a nova tendência da Vogue, artigo reciclagem. Ahah! 

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Mais praia (nem me reconheço!)

Sim, sim... fui à praia novamente. O meu filho merece. Hoje à noite vai para casa dos avós, passar uma semana com o pai. Tem sido uma roda viva com o regresso do pai a Portugal e eu quis aproveitar todos os momentos com ele, antes de ele ir lá passar uma semana. Fomos à praia de manhã e depois almoçar fora. Aqui ficam algumas fotos do dia.













sexta-feira, 19 de agosto de 2016

As férias cá por casa

Hoje fui com o pequeno à escola, ver a turma, que já está afixada. A próxima tarefa é colocar o nome e forrar os livros, que já estão ali à espera do dia 15 de Setembro. Está quase! E para não esquecer o que aprendeu, tem feito alguns exercícios que ficaram para trás. Afinal, as férias deles também servem para isso.


Mas aproveitámos também para jogar Monopoly Junior. Ele adora aquilo. Eu devo ser a única pessoa neste mundo que nunca jogou Monopoly, ahah! Mas este já joguei várias vezes.



E aproveitámos a saída para comer um geladinho!




quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Um dia de praia

Já todos sabem que não sou fã do verão, nem do calor, nem da praia. Nem de acordar cedo. E ontem fiz tudo isso. E passei um dia agradável com os meus pais e o meu filho. Infelizmente, o namorido tem trabalhado que nem um doido, em dois empregos, praticamente sem folgas e com poucas horas de sono... e, por isso, não pôde vir connosco. Assim sendo, os meus pais levaram-me e ao meu filho a Sesimbra e ele adorou. E é o que chega para mim. Vê-lo assim feliz.










terça-feira, 16 de agosto de 2016

Em Modo Saudosista #6

Matutazos

Tinha a caderneta e coleccionei tantos destes. Era uma febre! E ainda os tenho guardados.

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Brincadeiras de verão

O meu filhote adora o verão (rico menino, não sai nada à mãe dele!) e tenho feito os possíveis para ele aproveitar o tempo antes de a escola recomeçar. Não temos hipótese de levá-lo a passar férias a outro lado, pelo que tenho que ser criativa e fazê-lo mesmo aqui. Hoje, levei-o a casa da minha mãe com dois amiguinhos para brincarem no quintal. Adoraram! E eu fiquei de coração cheio.









sábado, 13 de agosto de 2016

Testemunhas de Jeová

Hoje acordei com uma dor de cabeça descomunal, que me persegue desde ontem à noite. Pensei que passasse durante a noite, com o descanso, e não tomei nada. Wrong. Não passou. Tinha análises para fazer, mas a clínica estava aberta até às 11h, pelo que não contava levantar-me muito cedo. Wrong again. Acordei às 7h e pouco e já não consegui dormir mais. Nem podia tomar nada, porque não podia comer, tinha que ir em jejum às análises. Pelo que decidi levantar-me e ir. Antes das 8h já estava na rua, a caminho da clínica. Irónico como no meu primeiro dia de férias, acordo pouco depois da hora que costumo acordar nos outros dias. Seriously... Fui a pé e, no caminho, deparei-me com duas testemunhas de jeová. Já tenho larga experiência com esta malta e sou uma pessoa pouco paciente para este tipo de coisas, mas não quis ser mal-educada, pelo que parei quando me abordaram. Big mistake. Já devia saber. Aliás, eu sabia. Mas não quis ser antipática. Bem me lixei, que lá fiquei 20 minutos, com dor de cabeça, a começar a ficar com calor e com fome.

Eu não acredito em deus, nem na bíblia. Por muito que me falem e me tentem converter, eu não acredito e não vale a pena perderem tempo. Deixei-os falar e, depois, expliquei isto mesmo. Perguntaram se não tive contacto com a religião ao longo da minha educação. E eu tive. A minha mãe é crente, toda ela é fé, deus e santinhos. E nunca conseguiu incutir isso em mim. Eu, por iniciativa própria, quis experimentar a catequese. Acabei por querer desistir, porque detestava aquilo. Mais tarde, já mais velha, com os meus 12/13 anos, tive uma grande amiga, com quem eu passava a maior parte do meu tempo, que me deu a conhecer a bíblia. Li, se não tudo, quase tudo. E li vários livros que ela tinha que falavam sobre jovens crentes. Dos quais até gostei muito, mas que não serviram para mudar a minha opinião. Ela era evangélica e eu acedi a ir com ela a vários encontros. Tudo muito giro, com pessoas simpáticas e receptivas, mas... nada disso, nem nada do que me disseram, alguma fez com que eu acreditasse em deus. Inclusive, tenho duas testemunhas de jeová na família e nem essas me conseguiram converter. E foi tudo isto que expliquei aos senhores. Ainda me disseram que devia fazer uma pesquisa, que devia estudar a bíblia, que eles faziam isso gratuitamente. E eu disse que podia ler aquilo de trás para a frente as vezes que quisesse, decorá-la e tudo, que não me ia fazer acreditar em deus. Acabei por dizer também que não tinha tempo, nem paciência para me dedicar a pesquisar sobre algo que não me diz nada, porque tenho os meus próprios problemas com que me preocupar. A senhora perguntou-me se eu achava que eles se iam resolver e como, ao que eu respondi que, certamente, não ia ser deus que mos ia resolver, mas sim eu. Que as pessoas crentes não deixam de ter problemas, não deixam de morrer de cancro, nem deixam de ser violadas às mãos de um qualquer tarado. Ter fé em deus não me ajudaria em nada. E forçar-me a ter, pior ainda. Foram muito simpáticos, mas são insistentes como o raio e não há quem aguente. Ainda tentaram que eu trouxesse um papel, mas recusei e disse "Não vale a pena, porque vai acabar ali no lixo". Agradeceram-me a sinceridade e o facto de ter parado para os ouvir.

Que fique registado que eu, geralmente, não sou assim. Já tive grandes pegas com esta gente. Hoje estava num dia em que não me apetecia mesmo chatear. Porque, habitualmente, fujo deles a sete pés ou acabamos a discutir. Já tive uma a vir atrás de mim, quando eu ia a caminhar à pressa para chegar a horas ao trabalho. E ela não me largou até entrar no edifício. Não tenho paciência para vocês, senhores. Saiam do meu caminho e do resto do mundo, já agora. As pessoas, se estiverem interessadas, irão à procura! Irra, parecem carraças, são piores que a malta das telecomunicações que não nos largam a porta, nem o telefone.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Pessoas que interrompem os outros

Pessoas que interrompem os outros: odeio-vos para sempre. Isso é o quê? Falta de educação? Querer chamar a atenção? Achar que o que têm a dizer é mais importante do que aquilo que a outra pessoa está a dizer? Seja o que for, é odioso. NÃO o façam. E isto inclui tentar falar com alguém quando essa pessoa está ao telefone, interromper a pessoa que está a falar directamente para vocês ou meter-se na conversa entre outras pessoas, cortando a palavra a quem está a falar. PAREM COM ISSO. A sério. Ninguém vos aguenta.

52 semanas: Semana 25 #Tenho pavor de...

Alturas

Tenho vertigens. Faz-me imensa confusão olhar para baixo quando estou num sítio muito alto e, certamente, nunca me iria colocar num sítio arrepiante como na foto!


Cancro (esse monstro)

Esta doença odiosa que leva tanta gente e com a qual é tão difícil lutar.


Diversão de feira

Ahah, sim. Sou uma maricas. Não consigo andar nestas coisas. Falta-me o ar!


Morte de um ente querido

É uma das coisas que mais me assusta na vida. Sei que acontece a toda a gente, sei que é a lei da vida, mas... dá-me náuseas, sinto-me fisicamente mal por pensar que posso perder alguém que amo. Nem faço ideia como iria conseguir lidar com tal situação.


Não conseguir proteger o meu filho

Obviamente, sei que não posso protegê-lo de tudo, mas custa-me aceitá-lo. E, embora saiba que não posso protegê-lo de um desgosto de amor, de um chumbo na escola ou de perder um amigo que o traiu, gostava, pelo menos, de ter a certeza, de que vou conseguir protegê-lo de coisas piores e mais graves nesta vida.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Provado e Aprovado #3

Tostas de trigo, milho e sementes

São da marca Continente e são deliciosas! Costumo comê-las com queijo Philadelphia e, por vezes, com um pouco de fiambre de frango por cima. Fica muito saboroso, consigo comer isto muito melhor do que as tostas simples.


quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Férias à porta



Estou a contar os dias para as minhas tão desejadas férias! Esta é a última semana de trabalho, antes de poder gozar duas doces semanas de férias. Não vou passar esses dias a lado nenhum, mas... são férias! Longe do trabalho, do calor odioso que se faz sentir lá, sem ter que acordar cedo (uma parte TÃO importante!). Posso ficar na cama o tempo que quiser, aninhar-me no sofá durante horas a actualizar-me nas minhas séries. Posso, finalmente, passar mais tempo com o meu amor pequenino! É pena serem só duas semanas, mas valem ouro! Para quem já gozou as suas, lamento, aposto que estão prontos para mais. Para quem ainda não as gozou... boas férias para todos e façam-nas durar! Sabem sempre a pouco.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Livros que recomendo #13


Sinopse: 1938. A Nova Zelândia é um país belo e tranquilo. Um paraíso de onde Mariette, filha de Belle e de Étienne, só pensa em fugir. Cansada da tacanhez da pequena cidade onde vive, ela está disposta a embarcar para a Europa mesmo sabendo que essa viagem poderá ser-lhe fatal. O mundo prepara-se para a guerra, mas, para a irreverente Mariette, ficar é uma alternativa bem pior.
Chegada a Londres, a jovem depressa se deixa encantar pelas suas tentações e esquece o breve vislumbre que teve do amor. Londres é tudo aquilo com que sempre sonhou. Mas a noite do seu vigésimo-primeiro aniversário vai mudar tudo. Os violentos bombardeamentos nazis transformam a cidade mais vibrante da Europa num pesadelo de terror, devastação e morte. Pela primeira vez, ela sente o peso esmagador da solidão. É dos escombros da guerra, porém, que emergirá uma nova Mariette. A adolescente egoísta dá lugar a uma mulher forte, madura e abnegada que está disposta a tudo - até a morrer - para ajudar os mais desprotegidos. E é no seu momento mais vulnerável que o amor lhe bate à porta. Um amor tão inquieto e desesperado quanto o mundo que a rodeia.


Opinião: Este é o terceiro livro da saga de Belle. E conta-nos a história da sua filha, que é uma jovem tão lutadora como a mãe. Como no livro anterior, transporta-nos na história, com o relato da vida em tempo de guerra, da forma como viviam (e morriam) as pessoas em Inglaterra à data da Segunda Guerra Mundial, dos horrores vividos e o que era preciso fazer para sobreviver. Paralelamente, dá-nos a conhecer o fruto do amor entre Belle e Étienne, que é uma menina mimada, egoísta e algo inconsciente, apesar de ter bom fundo. A guerra transforma esta menina deslumbrada numa mulher lutadora, corajosa e altruísta. Que desempenha um papel fundamental na vida de pessoas que precisavam de ajuda, a quem a guerra tirou tudo. Acompanhamos o crescimento e evolução desta personagem, que muda radicalmente ao longo da história. A pessoa que conhecemos no início do livro não é a mesma que nos é apresentada no final. A obrigatoriedade de estar presente na guerra, pois esta a impedia de voltar para casa, fez com que ela percebesse o que é, realmente, importante e mostra-nos que, muitas vezes, damos importância às coisas erradas. Mostra aos leitores que devem dar valor ao que têm.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Separadas à nascença #7


À esquerda - Mayim Bialik (Amy, The Big Bang Theory)
À direita - Eden Sher (Sue, The Middle)

Apesar de a Mayim ter 40 anos e a Eden ter 24, acho-as incrivelmente parecidas. Pensei, realmente, que pudessem, até, ser parentes uma da outra, com tantas parecenças que lhes encontrei!