quarta-feira, 29 de março de 2017

Filmes dos últimos dias


Sinopse: Claire Bennet é uma mulher traumatizada e depressiva, que busca ajuda num grupo para pessoas com dores crónicas. Quando um dos membros do grupo, Nina, comete suicídio, Claire fica obcecada pela história desta mulher, e começa a investigar a sua vida. Aos poucos, começa a desenvolver uma relação inesperada com o viúvo de Nina, Roy. 






Opinião: Um filme que nos traz a dura realidade de lidar com a morte de um filho. Apesar de este assunto mal ser tocado ao longo do filme, assistimos do início ao fim à dor física e emocional desta mãe que se entope de medicamentos, que se separou do marido, que se entregou à raiva e à frustração pelo que lhe aconteceu. Acho que o filme tem muitas partes pouco exploradas e uma história pobremente construída, mas é verdadeiramente emocional e revela uma faceta desconhecida de Jennifer Aniston. Eu, pessoalmente, sempre relacionei esta actriz com comédias e isto é precisamente o oposto. Ela conseguiu imprimir uma dor crua e genuína na sua Claire, foi simplesmente perfeita no papel.



Sinopse: A história do Chile da década de 20 aos anos 70 é contada através da saga da família Trueba, que começa com a união de um homem simples, que fica rico, com uma jovem de poderes paranormais. A saga se desenvolve até esta família ser atingida pela revolução, que no início da década de 70 derrubou o presidente Salvador Allende.







Opinião: Talvez para quem não tenha lido o livro, seja um bom filme. Desde que comecei a ver filmes depois de ler os livros, acho que nunca nenhum tinha fugido tanto ao que li. Foi uma desilusão enorme. No livro, o personagem principal, o senador Trueba, tem a fazenda de Las Tres Marias, mas a família vive numa mansão na cidade, cheia de cantos e recantos, labirintos e quartos, cheios de espíritos que acompanham a mulher, Clara, toda a sua vida. No filme, a vida deles é toda em Las Tres Marias, não se dá o devido destaque aos poderes paranormais de Clara, nem tão pouco ao seu contacto com os espíritos que é tão pisado e repisado no livro. No filme, só têm uma filha, quando no livro têm dois gémeos além dessa filha. Filhos esses cuja vida é relatada, quando vão para o colégio, quando se apaixonam pela mesma mulher, quando essa mulher tem um irmão que acaba por se envolver com a neta de Trueba, anos mais tarde. Essa mesma filha, Blanca, casa-se com um conde de quem mais tarde se separa por descobrir os seus prazeres obscuros com os empregados da casa e no filme o conde é uma personagem muito passageira, com quem Blanca mal fala. A neta de trueba, Alba, no livro, chega à idade adulta, envolve-se com Miguel, um revolucionário, é perseguida pelas Forças Armadas quando tomam o país às suas mãos. No filme, nunca passa de uma criança e todos estes ataques são feitos a Blanca, sua mãe. Até mesmo o seu amante muda de nome, já que no livro é Pedro Tercero e no filme é Pedro Segundo. Este torna-se um músico muito famoso e no filme nem se ouve falar de música. O filme perde muito, mas muito, em relação à história escrita. O livro traz-nos o Poeta, Pablo Neruda, conta-nos como o Partido Liberal venceu sobre o Partido Conservador, como as Forças Armadas assumem o poder no Chile, a perseguição aos liberais, o assassinato do presidente Allende. No filme, nada disso é mencionado e passa tudo muito ao lado, focando-se muito mais na vida pessoal de Trueba e a sua família. Outros pormenores, como Rosa (irmã de Clara) se dedicar a uma colcha de fantasia, Blanca fazer ao longo dos anos figuras para presépios, Clara ficar sem os dentes quando o marido lhe bate, Alba a brincar com a cabeça da bisavó que andava perdida na cave, Clara ter um cão que mais parecia um cavalo e que morre brutalmente no dia do seu casamento, o cabelo verde de Rosa e Alba, a empregada Nana... desaparecem com uma série de acontecimentos e personagens e seria de esperar que num filme com duas horas conseguissem integrar um pouco mais da história. Desilusão!

domingo, 26 de março de 2017

Dear John


Sinopse: Dear John é um filme de drama romântico de guerra estadunidense de 2010 estrelado por Amanda Seyfried e Channing Tatum. Na trama o soldado John está de licença quando conhece Savannah e se apaixona. São duas semanas de amor intenso com todos os clichés típicos de filmes de romance, com direito a primeiro beijo na chuva e tudo mais. Terminadas as férias, John tem que voltar para as Forças Especiais do Exército e Savannah para a faculdade. Apaixonados, combinam trocar cartas durante o longo ano em que terão que ficar separados, prometendo colocar tudo no papel durante esse tempo e depois darem continuidade ao romance. Porém, neste meio tempo os aviões sequestrados chocam com as torres do World Trade Center, não só colocando abaixo não apenas as Torres Gémeas como também as hipóteses do casal se reencontrar. Munido de seu sentimento de dever patriótico, John decide renovar seu período de alistamento militar, o que vai gerar consequências para o seu relacionamento com Savannah.






Opinião: É um filme repleto de clichés mesmo. Não é nada de muito arrebatador, mas vê-se bem. Acho a Amanda Seyfried ligeiramente sem sal e o Channing Tatum com severos problemas em demonstrar qualquer tipo de emoção, mas, ainda assim, é uma história bonitinha. O papel de pai do John é brilhantemente interpretado, uma personagem com um autismo que passa ao lado do filho e que é descoberto por Amanda. Acho que o que retirei deste filme foi o quão poderoso pode ser o amor entre duas pessoas, mesmo com tantos e tantos obstáculos pelo meio (a separação, a distância, a guerra, o casamento). Apesar de ser um pouco céptica em relação à veracidade de um amor assim, que resiste a absolutamente tudo, prefiro acreditar que pode ser verdadeiro. E é bonito que esse amor esteja presente sempre que se reencontram.

sábado, 25 de março de 2017

Mudança da hora

Diz que hoje muda, não é? À 1h da manhã passa para as 2h. Isso é que é ver a malta aí a pular de contente, porque os dias ficam maiores. Isso é muito giro e tal. Porque a maioria das pessoas diz que os dias assim rendem mais. Ora, devo discordar. No meu caso, não é assim. E porquê? Ora, porque é de dia até tarde e eu sinto sempre que ainda é cedo e que tenho tempo para fazer as coisas que preciso fazer. De maneiras que me atraso sempre, por achar que é mais cedo do que realmente é. No horário de inverno, despacho as minhas tarefas em casa muito mais cedo, porque vejo que é de noite e sinto-me pressionada a terminar tudo antes que seja hora de dormir. O que me deixa sempre com mais tempo no fim do dia (pouco, ainda assim, porque ainda não faço milagres a esticar o tempo e como gostava!). Além disso, a noite não me incomoda nada. Gosto do escuro. Inclusivé, não gosto de ter muita luz em casa, não me sinto confortável com muita claridade. Sou uma pessoa da noite, definitivamente.

Estrangular os vizinhos

Hoje acordámos pouco antes das 10h com os vizinhos de cima a fazer obras. Com o barulho do berbequim. O namorido acordou com um humor de cão, dado que saiu do trabalho à 00h e já se deitou bastante tarde. Eu apanhei um cagaço todo o tamanho. A sério, gente, ninguém merece. Podem fazer obras durante o fim de semana? É que é insuportável e só me apetece lá ir acima e pregar dois pares de estalos a quem me abrir a porta. Será que posso?

Primavera escondida

Estou a adorar estes dias frios e chuvosos. A tentar saborear ao máximo por saber que, num piscar de olhos, estão aí os dias quentes e horrorosamente longos. Que me fazem destilar e suspirar por um pouco de fresco. Que me deixam rabugenta, transpirada, com a roupa colada ao corpo... Nem é bom pensar. E só oiço gente a queixar-se. Há umas semanas, fez aquele calor que já nos fazia andar de manga curta, sabrinas e sandálias no pé... e era inverno. E ninguém se queixou por haver calor fora do tempo. Agora que a natureza está a repor esses dias roubados ao inverno sendo já primavera, toda a gente reclama. Temos muito tempo para ter calor, gente! Calma convosco.

terça-feira, 21 de março de 2017

Mommy's little girl


Sinopse: Sadie, de 10 anos, foi criada com os avós controladores e severos numa casa remota no meio do campo, sem amor, sem frequentar a escola e sem socializar com outras crianças. Quando, finalmente, pode ir viver com a mãe, está determinada a não deixar que ninguém as separe, o que torna a adaptação à nova família e à nova vida muito difícil.


Opinião: É, certamente, um filme inquietante. Porque quando pensamos em psicopatas, a primeira coisa que nos vem à cabeça não são crianças. Bem, falo por mim. E, apesar de não ser baseado em factos reais, acredito que uma situação assim possa tornar-se real. Uma conjugação de maus genes com uma educação austera e cruel pode afectar muito a personalidade de uma criança. Crescer sem amor, no meio do nada, com adultos que a tratam mal e que lhe incutem a agressividade como uma coisa normal podem impedir a criança de distinguir o certo do errado. É muito sinistro assistir a comportamentos tão frios e tão incrivelmente cruéis vindos de uma criança. O desespero louco em sentir-se amada após anos sem carinho e a determinação em manter esse amor torna esta personagem completamente desequilibrada e faz-nos perguntar como é que se lida com uma criança assim, como é que se aceita que um filho nosso possa ter estas tendências para a loucura?

Séries viciantes #12



Sinopse: A história é sobre duas raparigas que foram trocadas na maternidade, separando-se das suas famílias biológicas. Anos depois os pais descobrem o erro do hospital e começam a dividir a mesma casa. A série tem um pouco de drama, comédia e romance. Bay Kennish é uma artista e luta para ser reconhecida pelos pais adoptivos; Kathryn Kennish é uma dona-de-casa que não gosta de ficar mal falada pelos vizinhos snobes e John Kennish é um jogador de beisebol aposentado. Seu irmão, Toby, é músico. O sucesso na carreira de John é o que o faz ter muito dinheiro, vivendo assim a família Kennish na parte rica da cidade. Daphne Vasquez é surda (devido a meningite, quando criança), e estuda numa escola especial para surdos, mas ela consegue comunicar com as pessoas ouvintes, desde que tenha contacto visual, para que possa fazer leitura labial. Daphne mora na parte hispânica da cidade com a mãe Regina, uma cabeleireira orgulhosa que já teve problemas com álcool, e a avó. Apesar de certas divergências, as famílias vão tentando se acertar e conviver, para que as mães conheçam as filhas biológicas.

Opinião: Esta é uma série relativamente leve, com dramas do quotidiano, nada de muito pesado, com personagens cativantes. Apesar de ser um drama a troca na maternidade, o curioso é ver a adaptação de uma família à outra, à medida que se vão conhecendo. É giro ver a relação das personagens surdas com as ouvintes, a forma como comunicam tão facilmente, ou assim faz parecer para o telespectador. Como se não fosse, de facto, uma barreira difícil de ultrapassar. Não é uma série arrebatadora, mas vê-se bem e não me tenho cansado de a acompanhar.

domingo, 19 de março de 2017

Mimos ao pai cá de casa





Feliz Dia do Pai


Parabéns por seres um pai com quem se pode contar e de quem me posso orgulhar. Tenho muito a agradecer-te, pois sempre estiveste e continuas a estar presente para mim. És aquele pai que faz absolutamente tudo pelas filhas e nunca desiste delas. És aquele pai que nos faz rir. És aquele pai a quem perguntamos qualquer coisa quando não sabemos porque "o pai sabe tudo", como eu e a mana dizemos. Feliz dia do Pai! 💗



Parabéns a ti também, por seres pai de um filho que te caiu no colo já com 3 anos, por teres decidido aceitar essa função e amá-lo e cuidá-lo. Obrigada por me ajudares a educar o meu pequeno príncipe e a torná-lo num homenzinho. Parabéns por teres conseguido conquistar o lugar de pai no coração dele. Sabes que ele te ama e que, tal como eu, está agradecido pela tua presença na nossa vida. Feliz dia do Pai! 💖



Parabéns a todos os pais por esse mundo fora. Tenham um dia feliz!

Eu tenho um Dean Winchester




Já conhecem o Dean Winchester da série Supernatural? É uma série que estreou em 2005. Faz parte da minha vida há mais tempo do que o meu filho. Há mais tempo do que o B. Estou, actualmente, a ver a temporada 11. E este personagem lembra-me tanto o mais-que-tudo. Olhando para um e outro, não posso dizer que são parecidos, na verdade. Mas é a forma de vestir. O gosto musical. A atitude de bad boy. O cepticismo. O cabelo. A postura.O facto de ser gozão. Revejo tanto do B. no Dean. E assim tenho um Winchester em casa. 😏

sexta-feira, 17 de março de 2017

Ser filho de pais separados

Quando o meu filho era pequeno, ser filho de pais separados não era um problema. Ele nunca conheceu outra realidade, nunca viu os pais a viver juntos, nunca soube o que era fazer parte de um seio familiar onde o pai e a mãe fossem um casal. O pai emigrou quando ele tinha 2 anos. Os primeiros tempos foram um pouco difíceis, porque ele não entendia porque é que o pai não estava com ele. Era pequeno, como é que lhe explicava de modo a que ele entendesse? Até que ele se habituou e deixou de perguntar. E até aos seus 3 anos, não havia uma presença masculina a fazer o papel de pai, porque eu estive solteira durante esse tempo. Quando ele tinha 4 anos, viemos viver com o B. Pouco tempo depois, começou a chamar-lhe pai, sempre com a noção de que este não era o pai dele, porque sempre disse que tinha um verdadeiro e um emprestado, sem que ninguém lho ensinasse. Com 5 anos, entrou para a pré-escola. Chegando o Dia do Pai, trazia sempre uma prendinha. E o pai continuava fora. Nunca estava com ele neste dia. Nunca o meu filho colocou a hipótese de lhe dar essas prendinhas, sempre as deu naturalmente ao B. Há uns meses, o pai voltou para Portugal. E tudo se começou a complicar. As pequenas complicações foram surgindo ao longo dos anos, mas começou a pegar fogo há cerca de um ano, por uma série de pormenores com os quais não vos vou maçar. Hoje, o meu pequeno trouxe uma prendinha da escola para o Dia do Pai. E não sabia o que fazer com ela. Agora, está com o pai a cada 15 dias, sensivelmente. Disse-me que, se calhar, devia dar a prenda ao pai porque é o pai verdadeiro. Mas queria dar ao pai que vive com ele também. Tentando escolher as melhores palavras, tentei explicar-lhe de forma simples e que entendesse, que ele podia gostar igualmente dos dois e que não precisava escolher. Porque ser pai era mais do que fazer com que ele nascesse. Que cuidar dele e educá-lo, ajudá-lo com os trabalhos de casa, preparar-lhe o jantar, levá-lo ao médico, brincar com ele e tudo o mais também faz parte de ser pai. Deixei-o, então, tomar a decisão sozinho e ele quis oferecer a prenda da escola ao pai. E pediu-me ajuda para fazer uma para o B. E assim fizemos. No postal, agradeceu ao pai emprestado por viver com ele e cuidar dele. E escreveu que gosta quando o B. brinca com ele. Ser filho de pais separados é amar o pai e o padrasto. É sentir-se dividido. É ter dúvidas à medida que cresce. Porque, se quando ele era pequeno, isto não lhe fazia confusão, as coisas mudaram. Desde que entrou para a escola e começou a conhecer outras realidades, começou a fazer-me perguntas sobre esta dinâmica familiar. Porque é que eu e o pai estamos separados? Zangámo-nos? Porque não vivemos juntos? E como apareceu o pai emprestado na nossa vida? Somos namorados? Porque não sou namorada do pai dele? Porque é que não tem uma madrasta, se tem um padrasto? Porque não podemos viver todos juntos? E eu tenho que arranjar forma de lhe explicar tudo isto, sempre tendo em conta que ele não tem culpa seja do que for que se passe entre mim e o pai; sempre escolhendo as palavras cuidadosamente e sempre engolindo os nervos que trepam por mim acima quando o tema vem à baila, para que ele se sinta amado por toda a gente. Ser filho de pais separados é ter não uma família, mas várias.

52 semanas: Semana 44 #Os meus vilões preferidos são...

Chucky

Gru, o Maldisposto

Maleficent

Rainha Má, Once Upon a Time

Sue Sylvester, Glee

quinta-feira, 16 de março de 2017

Livros que recomendo #16



Sinopse: As irmãs Dulcie e May têm uma vida perfeitamente normal em Inglaterra… até ao dia em que o pai, por acidente, mata a mãe. Quando ele é condenado a uma pena por homicídio involuntário, as duas meninas ficam sozinhas no mundo.
É no orfanato que as irmãs percebem o verdadeiro significado da palavra crueldade. Mas a promessa de uma "vida melhor" na Austrália enche-lhes o coração de esperança… Infelizmente, a realidade reserva-lhes mais um duro golpe.
Será apenas muito mais tarde, ao conhecer o jovem Ross, também um "sobrevivente" dos orfanatos, que Dulcie tem um vislumbre da felicidade. Mas após uma vida a ouvir tantas promessas vãs, terá ela a força de espírito para confiar em alguém a ponto de lhe entregar o seu coração? E conseguirá ainda salvar May das garras de um destino trágico?

Baseado em factos reais, Confia em Mim podia ser a história de milhares de crianças vulneráveis, arrancadas aos seus lares e aos entes queridos em meados do século passado. Com a ternura a que já nos habituou, Lesley Pearse retrata a chocante realidade da migração infantil, bem como as marcas duradouras que deixa nas suas vítimas



Opinião: Os livros de Lesley Pearse que mais tenho gostado até agora são deste género, com histórias de vida duras e baseados em factos reais. Também existe romance e amor na vida da personagem principal, mas não é nisso que se foca o livro. Relata-nos a reviravolta enorme que se dá na vida de duas irmãs que perdem a mãe e cujo pai vai preso, sendo entregues aos cuidados de um orfanato. É um livro com uma história chocante, com uma personagem principal forte, que sobrevive a várias provações, umas atrás das outras e tocou-me, sobretudo, por saber que tantas crianças passaram por coisas do género. Este, definitivamente, recomendo!

quarta-feira, 15 de março de 2017

Amor a transbordar!

Quando se é mãe, percebe-se que uma coisa que parece tão insignificante para o resto do mundo pode encher o nosso coração e fazer-nos sorrir até doer. Como o meu filho de 8 anos trazer para casa um livro e dizer que o requisitou na biblioteca da escola. Ou eu perguntar-lhe porque anda com um livro na mochila, que leva de casa, e ele explicar-me que, no recreio, às vezes, não lhe apetece ir brincar e prefere sentar-se a ler. Eu sei que pode ser difícil de entender. E pode parecer que são coisas simples e sem importância. Mas, para mim, é muito. É vê-lo crescer. É saber que ele me vai escapando das mãos à medida que fica mais velho. É saber dar muito valor e apreciar os momentos em que ele ainda quer que eu fique com ele até adormecer, em que ele me pede para lhe contar uma história antes de ir dormir, ou em que ele me vem abraçar e diz que me ama até ao infinito. Ser mãe preenche, de facto. É quase inexplicável. Amor de rebentar o peito! 💕


terça-feira, 14 de março de 2017

segunda-feira, 13 de março de 2017

Parabéns, Mãe!


Parabéns pelos teus 55 anos! Que contes muitos mais. Obrigada por me teres educado para me tornar na pessoa que sou. Obrigada por me ajudares sempre. Obrigada por seres o meu maior apoio. Espero ter-te ao meu lado por muitos e muitos anos mais. Um grande beijinho da tua filha mais velha. 💓🎉🎈