sexta-feira, 28 de junho de 2019

Pequenices #1

Eu sou coisas demais para ter um blog dedicado a um só tema, como tal, nunca terei um blog de receitas, de moda, de cinema, de dicas... nem um mummy blog. Mas terei todos eles num só e assim se divide em rubricas. Esta será dedicada ao que diz respeito à pequena Alice.

A minha filha não é adepta de papas, como já aqui referi. A única que aceitou foi a Cerelac Multicereais, mas não é a coisa que mais gosta e demora horrores a comer uma taça. Como tal, e já tendo feito a introdução ao glúten, decidi que vou desistir das papas de compra e investir em coisas que ela goste feitas em casa.

Hoje deixo aqui uma papinha que lhe dei ontem ao lanche, simples, simples! E que ela devorou num ápice. Só têm que cozer uma cenoura média e triturar com meia manga. Mais nada!

quarta-feira, 26 de junho de 2019

Bebé Alice aos 8 meses


Aprendeu a cuspir. E à grande!


Já aguenta sentada sem dificuldade. Uma linda!


Já se vira sozinha para cima e para baixo e passa o tempo todo ao rebolão. 😅


Na foto não se vê muito bem, mas ele está ali. Um mini dentinho! 😊

Na sopa, introduzimos coelho, pescada, couve-flor e couve-de-bruxelas. Adora roer pedaços de pão, fica imensamente contente agarrada à sua côdea até já estar tudo desfeito. Experimentou Yogolino de pêra. Introduzimos a ameixa. Gostou de tudo!


Tivemos que comprar um prendedor de chucha novo, porque o antigo era de plástico com mola em metal e ela estava constantemente a querer enfiar a mola na boca. Este é todo de silicone, com umas cores muito giras e o nome dela. A pequena gosta e pode roer à vontade!

segunda-feira, 24 de junho de 2019

Meu finalista


Meu bebé! Ainda ontem eras finalista no pré-escolar e hoje já estás a deixar a escola primária. Como assim?? Já estás com um pezinho na adolescência e eu não estou preparada para isso! 😱 Estás cada vez mais crescido, tão diferente a cada ano que passa. Vais entrar numa nova etapa da tua vida, cheia de desafios e descobertas e eu estarei aqui mesmo ao teu lado para te ajudar no que puder.




Foi com o teu nascimento que descobri o quanto amo ser mãe e como isso me realiza. Cada conquista tua me enche o coração e esta é mais uma. Vais para uma escola nova e irás enfrentar todo um mundo novo e uma mão-cheia de mudanças. O meu desejo é que corra bem e que sejas sempre feliz! 💙

domingo, 23 de junho de 2019

Separadas à nascença #27


À esquerda - Alicia Silverstone
À direita - Maggie Lawson

Vá lá! Isto é voodoo, ladies. 😂 São tão igualinhas que me faz espécie. 

A Alicia entrou em em três videoclips de Aerosmith e participou em filmes como Batman & Robin (1997), Beauty Shop (2005) e King Cobra (2016), bem como em algumas séries - Suburgatory (2012), Miss Match (2003) e American Woman (2018), tendo sido personagem principal nestas duas últimas.

A Maggie entrou em filmes como Nancy Drew (2002), Killer Hair (2009) e The Story of Us (2019). Foi personagem principal na série que lhe serviu de rampa de lançamento e a tornou mais conhecida, como Juliet O'Hara na série Psych, tendo participado também em It's All Relative (2003-2004), Crumbs (2006) e Angel from hell (2016).

sábado, 22 de junho de 2019

As novelas hoje em dia

Há muitos anos que vejo novelas e, apesar de ter assistido a várias produções brasileiras, acompanho a ficção portuguesa desde que começou a ter mais impacto na televisão. É de mim ou têm vindo a tornar-se mais realistas? Sei que na realidade, a maioria das nossas vidas não é tão excitante e louca como as das personagens das novelas, mas não é nesse sentido, obviamente, que as vejo como mais reais.

Abordam cada vez mais temas da actualidade, como a discriminação e preconceito (não é de hoje, mas é sempre actual, infelizmente) entre raças e classes sociais; a sociedade digital, todo o impacto que a evolução da internet tem tido no mundo; a existência da homossexualidade, que durante anos foi ignorada nas novelas portuguesas. Nenhum destes temas é novidade, mas à medida que o tempo passa, reparo que são tratados com mais profundidade e representados de uma forma muito mais real.

Noto que usam muitas referências (filmes, séries, comediantes), inserem expressões estrangeiras nos diálogos, falam das redes sociais. Há uns tempos atrás, nada disto se fazia e eu, pessoalmente, sentia que aquilo não correspondia, de todo, a uma representação fiel da realidade. Inclusivé, chegou-se a inventar nomes de redes sociais, para fugir ao uso do termo "Facebook" na televisão, por exemplo (recordo-me de isto ter acontecido nos Morangos com açúcar, apesar de não me lembrar do nome que usavam). Era tudo muito artificial.

Agora, vê-se personagens a fumar (tabaco e não só!), a fazer piretes, a dizer "merda" e "cabrão" e palavras como "pinar". Outra coisa que, a meu ver, é um ponto a favor, é terem começado a explorar diferentes regiões de Portugal (e fora!). Durante muito tempo, o ponto central das novelas era Lisboa, como se Portugal fosse apenas a capital. Ultimamente, têm usado como palco das gravações outras terras deste nosso cantinho à beira-mar plantado e ainda tiveram a grandiosa ideia de se expandir para outros países, o que acho óptimo para nos ir dando a conhecer um pouco de outras paisagens e culturas.

A televisão portuguesa tem muita merda, que tem... e tem também actores que não merecem esse estatuto, mas acho que há que dar mérito ao que de bom se tem feito.

sexta-feira, 21 de junho de 2019

Séries viciantes #31 \\ New Girl


Sinopse: Jess, uma excêntrica e estranha rapariga, na casa dos 20, que depois de uma complicada e hilariante separação com o namorado decide dividir casa com mais três rapazes solteiros, mudando assim a vida de cada um deles da forma mais inesperada.






Opinião: Todas as personagens nesta série são super engraçadas. As manias do Schmidt, que é, provavalmente, a melhor personagem. Aquela paranóia de quem já foi um puto gordo juntamente com a seu ligeiro transtorno obsessivo-compulsivo dá resultado; a dinâmica da Cece com o Winston, que acabam por ser bons amigos e bastante cúmplices ao longo da série; a relação da Cece com o Schmidt, que são um par muito improvável, mas muito fofo; as parvoíces que o Nick diz e faz e a sua personalidade eternamente infantil; e a forma original como a Jess lida com tudo à sua volta... tudo nesta série tem piada, na verdade. Adoro a excentricidade da Jess, acho que identifico um pouco! As roupas dela são tudo de bom, seria capaz de trazer para o meu roupeiro quase tudo o que ela usa. É um grupo muito cómico, bastante unido e que nos enche o ecrã com as suas peripécias. Todas as personagens que vão sendo introduzidas posteriormente, como a Reagan e a Aly, têm a sua faceta hilariante. Acho brilhante que quem lançou esta série tenha tido imaginação para fazer tantas personagens engraçadas, cada uma de uma forma diferente! Já terminei a série, todas as 7 temporadas e se querem ver algo com piada, esta é uma que aconselho a adicionarem à lista.

quinta-feira, 13 de junho de 2019

Unhas dos bebés

As pessoas mais velhas (algumas) tendem a acreditar que a melhor maneira de cortar as unhas aos bebés é com os dentes. O que me espanta é que malta nova também o faça. Acho uma prática muito pouco higiénica! E não é recomendado... digam lá o que disserem. Há tantas bactérias na boca de um adulto, essa é uma forma muito eficaz de infectar o bebé, caso tenha uma pequena lesão nos dedos, por exemplo, ainda que invisível aos nossos olhos. 

Além disso, como é que pode ser mais prático do que um corta-unhas ou uma tesoura próprios para bebé? Eu sei como é difícil e aflitivo cortar as unhas a um fofinho tão pequenino; com o primeiro filho, como vivia com os meus pais, era a minha mãe que o fazia, porque eu tinha medo de o magoar e agora com a segunda, obviamente, já o fiz desde o início, mas sempre com o mesmo receio, nunca cortando muito curtas e sempre com bastante luz para ver bem o que estou a fazer e evitar magoá-la. Com os dentes, além de não se estar a ver onde estamos efectivamente a pôr a boca, parece-me muito mais complicado, o tamanho de um dente nosso é enorme comparado ao dedinho de um bebé.

É só a mim que isto faz imensa confusão?!

domingo, 9 de junho de 2019

Abraçar durante uma birra

Li aqui que devemos abraçar os nossos filhos quando se portam mal, para que se sintam acarinhados. Porque quando fazem asneiras, sentem que não merecem carinho e amor e nós devemos mostrar-lhes o contrário. E que devemos insistir mesmo quando eles rejeitam o abraço, o que pode acontecer com mais frequência na pré-adolescência ou adolescência.

E eu não sei se concordo muito com isto. Talvez possa resultar em miúdos pequenos, que não sabem ainda muito bem como exprimir e lidar com as suas frustrações, que ainda estão a aprender como funciona o mundo. Talvez. Porém, em pré-adolescentes e, principalmente, em adolescentes, isto parece-me só parvo. Já têm idade para perceber que estão a fazer merda em muitos casos, sobretudo quando, muitas das vezes, as atitudes são propositadas para desafiar/testar a paciência e os limites dos pais (falo apenas em idades mais avançadas!).

Não me parece que esta coisa dos abraços quando os putos fazem asneiras seja muito eficaz, pois não consigo ver como é que, a partir dali, eles vão perceber que estiveram mal. Vão sentir-se amados, claro, certamente, mas não sentirão também que os pais estão a validar as atitudes menos positivas? Acho que pode ser um pau de dois bicos...

sábado, 8 de junho de 2019

Criem filhos, não animais


Um pedido capaz de gerar polémica e de atiçar todos aqueles que não pretendem ter filhos. Não faço parte do rol, portanto não me sinto afectada. Contudo, devo dizer que é um bocadinho arrogante fazer um apelo destes. Se eu concordo que as crianças são infinitamente melhor que os animais? Sem a menor dúvida. Se eu acho que toda a gente tem que pensar como eu? Não, como é óbvio. Sou pela liberdade de escolha, sempre e em qualquer circunstância. 

Apesar de não perceber esta preferência, acho que qualquer pessoa tem o direito de tomar as suas decisões e viver tranquilamente com as escolhas que faz, sem se sentir pressionado para optar por um caminho diferente. Se querem viver sem filhos, porque não? Não conseguimos mudar a forma como alguém se sente em relação isso só pela força de vontade, portanto, a opção é ter filhos sem os querer verdadeiramente só para "garantir a continuidade da espécie"? Mais vale estarem quietos.

Nunca fui aquela pessoa que queria muito ter filhos, não fazia questão. Depois, aconteceu o Leo. E eu descobri com ele que a coisa de que mais gosto no mundo é ser mãe. Preenche-me realmente. Mas consigo perceber que haja quem não sente o mesmo. E não tento mudar isso, porque não me diz respeito. Porém, desde que os meus avós, neste último ano, deixaram de ser capazes de estar sozinhos, pergunto-me o que será, nessa altura da vida, das pessoas que escolhem não ter filhos.

E antes que se sintam tentados a dizer-me que há filhos que abandonam os pais, eu já sei. Mas também há aqueles, felizmente, como a minha mãe e a minha tia, que fazem tudo por eles. Não vos vou descrever a saga que tem sido desde que eles tiveram que sair de casa deles por já não poderem estar sozinhos, mas garanto-vos que não tem sido nada fácil.

O que acontece a um casal sem filhos nessa situação? Quem vai estar lá para ajudar? E quando um dos dois morre primeiro? Acho isso completamente assustador e é muito triste chegarmos ao fim da vida sozinhos e sem família. Será que essas pessoas pensam nisso? Não quero com isto mudar a visão de ninguém, mas tenho genuína curiosidade.

segunda-feira, 3 de junho de 2019

Na Cozinha da Cy #42

Massa com carne em molho de churrasco

Sou super fã de massas e molhos, comida com sabor, condimentos! Mas esta é uma receita básica, básica. É apenas cozer massa e fritar a carne naquele molho de churrasco de compra. E misturar tudo no fim. A quantidade de molho é ao gosto de cada um, bem como a massa e a carne (eu usei laços e carne de porco).

domingo, 2 de junho de 2019

Recordar é viver!

A melhor turma por onde passei na minha vida escolar foi, sem qualquer sombra de dúvida, a do nono ano. Dessa turma, faziam parte várias pessoas que vieram comigo da primária, mais as que se foram juntando pelo caminho. 

Desde que saímos daquela escola, em 2003, fomo-nos afastando, como naturalmente acontece à maior parte das pessoas. No entanto, ocasionalmente, juntamo-nos para relembrar os velhos tempos. Passámos por tantas coisas juntos, existem tantas memórias da nossa adolescência que partilhamos que é muito bom reviver. 

Muitos de nós passam meses, anos, sem falar, sem nos vermos, alguns sem saber sequer uns dos outros. Contudo, nestas reuniões, parece que os anos não passaram. Claro, estamos todos mais velhos, somos adultos, trabalhadores, pais e mães, todos nós temos vidas completamente diferentes e com imensas coisas a acontecer, mas a cumplicidade que nos unia vem sempre ao de cima. 

Estes jantares dão-se sempre em casa dos meus pais, que era O spot na altura da escola, onde fazíamos imensas festas, e sou sempre eu que organizo. A vida vai acontecendo e dei-me conta de que o último já tinha sido em 2012! Eu e a minha melhor amiga (a única dessa malta toda que me continuou a acompanhar ao longo destes anos) entrámos em contacto com eles e lá decidimos fazer mais um. 

Só conseguimos reunir alguns, é difícil conciliar a vida e a disponibilidade de 20 e tal pessoas, principalmente se tivermos em conta que muitos de nós estão emigrados. Mas ainda que sendo poucos e faltando muitos membros, estes momentos são sempre tão bons...











Tentarei fazer disto uma coisa anual. A ver vamos se consigo! E se aproveito para retomar um contacto mais frequente com, pelo menos, os que sempre me foram mais próximos. E vocês, como é a vossa relação com a malta que vos acompanhou na escola? Ainda dura? Contem-me tudo.

sábado, 1 de junho de 2019

Livros que recomendo #30 \\ O Assassino do Crucifixo


Sinopse: Um corpo mutilado.
Um assassino impiedoso. 
Um pesadelo que parece não ter fim.

O corpo de uma jovem é encontrado numa cabana abandonada, no meio de uma floresta. Quando é chamado ao local do crime, o detetive Robert Hunter vê-se no meio de um cenário que parece saído de um filme de terror.
Nua e presa pelos braços a dois postes, a vítima foi torturada até à morte e no seu corpo foi entalhada uma cruz que o detetive reconhece de imediato: é a assinatura de um psicopata conhecido como Assassino do Crucifixo. Mas como é possível, se o Assassino do Crucifixo foi condenado e executado há dois anos?
Poderá este criminoso ser um imitador? Ou será que o impensável aconteceu e ele está, afinal, vivo e à solta? O detetive Robert Hunter e o seu parceiro embarcam numa investigação perigosa para descobrir a verdade e capturar de uma vez por todas este violento assassino.
Mal sabem eles que estão, na verdade, prestes a entrar no mais terrível dos pesadelos.


Opinião: Uma das coisas que me cativou neste livro de Chris Carter foi começar logo com a acção no início da história, espicaçando-nos a curiosidade para perceber como se chegou até ali. 

Outro ponto positivo é ter capítulos curtos, que é sempre uma coisa que me atrai nos livros, devido ao facto de nem darmos pela velocidade a que estamos a ler, não se tornando cansativo. 

De salientar também que o enredo está tão perfeitamente elaborado que não nos deixa perceber quem é o assassino até chegarmos, de facto, à revelação da sua identidade.

Agora, relativamente à história propriamente dita, é brilhante. Dos melhores policiais que li até ao momento, com rasgos macabros à moda do Saw, sem censura nas descrições gráficas, que nos chocam e prendem ao mesmo tempo, com pormenores sórdidos dos crimes e das autópsias.

Velhos hábitos

Nunca fui de ver filmes nem séries em outras línguas que não o inglês. Ocasionalmente, mas sempre resisti um bocadinho. É-me estranho, ...