segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Como foi o fim de semana?

Ontem eu e a minha mãe levámos o pequeno a assistir a um espectáculo infantil, uma hora e meia no pavilhão desportivo aqui da vila, com personagens de desenhos animados. Tivemos música, uma Ladybug a fazer acrobacias com arcos, uma Elsa, do Frozen, a patinar ao som de "Já passou" e mais alguns personagens a dançar no recinto. Pelo meio, o apresentador/entertainer fazia umas palhaçadas e até veio às bancadas buscar alguns miúdos e pais para interagir. O pequeno comeu pipocas, ganhou uma espada com laser (que faz barulho, claro, porque brinquedo fixe que se preze é para dar conta da cabeça aos pais) e ainda teve direito a tirar uma foto com a Patrulha Pata.


Sim, o meu pequeno foi um dos que foram lá para baixo. Adora estas coisas!


PJ Masks

Ladybug




Minnie e Mickey



Patrulha Pata

Phineas e Ferb

Elsa e Olaf

Sponge Bob

À noite, depois de jantar, eu e o B. decidimos levar o pequeno ao cinema, a ver um filme que ele já andava a pedir para ir ver quando estreasse, desde que vimos o trailer, "Coco".


Sinopse: Miguel é um menino de 12 anos que quer muito ser um músico famoso, mas tem que lidar com a sua família que desaprova o seu sonho. Determinado a virar o jogo, ele acaba por desencadear uma série de eventos ligados a um mistério de 100 anos. A aventura, com inspiração no feriado mexicano do Dia dos Mortos, acaba por gerar uma extraordinária reunião familiar.







Opinião: É um filme giro, para miúdos e graúdos. Mostra-nos um pouco da cultura mexicana e é um filme que tem várias cenas divertidas, com personagens bem cómicas, mas, ao mesmo tempo, nos ensina a importância da família e que salienta que não se deve passar por cima de outros para conseguirmos os nossos objectivos. Diz-nos também que devemos lutar pelos nossos sonhos e pelo que achamos que é correcto. O meu filho, menino sensível que é, até chorou ali numa parte mais triste (e não foi o único, ouvi mais miúdos!). Gostei muito e recomendo!


Quanto ao domingo, hoje foi dia de acordar sem despertador (há lá coisa melhor?!), tratar de umas coisas por casa, relaxar com a família, lanchar no café e passar algum tempo na lavandaria a secar roupa (uma coisa que tem tido muita adesão por aqui!). Espero que o vosso fim de semana também tenha sido dos bons, junto de quem amam e a fazer a ronha própria destes dias de descanso.

sábado, 25 de novembro de 2017

Dedo na ferida

Uma das séries que acompanho é a "This is us". É uma série dramática, emotiva, que, apesar de ser ficção, é uma representação da realidade de muita gente. Retrata dramas familiares e pessoais e mostra-nos como é difícil ultrapassar certos obstáculos na nossa vida e nas nossas relações (amorosas, familiares e profissionais). Como não sou completamente insensível, é uma série cuja história me chega ao coração. Contudo, o episódio que vi ontem, "Number Two", mexeu muito comigo. Foi um episódio sobre a Kate. Começa com ela a falar com o bebé que tem na barriga, super feliz e entusiasmada, mas acaba depressa. Ela perde o bebé. 


A frustração, a dor, o não saber como lidar com esta perda... Tão familiar. Revi-me nas palavras que ela diz à mãe sobre não perceber como pode estar tão triste, já que o bebé ainda nem tinha tempo suficiente para ela saber o sexo, sendo, por isso, ainda tão pequenino; que nem o conhecia. Revi-me na negação dela em aceitar que aquilo tinha acontecido; e revi-me nos diálogos dela com o noivo, Toby, sobre a situação.

Faz em Janeiro dois anos que sofri um aborto espontâneo. E assistir a este episódio foi reviver tudo aquilo. As dores lancinantes, o sangramento interminável, a impotência, a revolta, a dificuldade em contar ao meu filho o que tinha acontecido, o ter que lidar com as perguntas e comentários das pessoas, a vontade de nunca mais voltar a engravidar. A minha resistência em falar deste assunto, a minha aversão a tudo o que se relacionasse com gravidez e maternidade, a minha relutância em aproximar-me de grávidas e bebés... tudo isso passou, com o tempo. Porém, a mágoa da perda, essa, não passa. Talvez nunca.

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Dramas de casa-de-banho

O meu percurso na fábrica tem sido atribulado. Entrei para uma linha na montagem final, comecei a aprender, conheci as pessoas de lá, mas a coisa não correu muito bem, pelo que me mandaram para outra linha. Novo team leader, novos colegas. Mais uma tentativa falhada, então mudaram-me para outra área, fui para a pintura. Como foi uma troca com uma pessoa de lá, tive que mudar de turno. Ao fim de 3 dias, voltei para o turno que me interessava, pois pedi para trocar, se houvesse oportunidade. Integrei a equipa daquela linha no turno onde agora estou. Comecei a aprender, foram buscar-me para outra linha dentro da pintura, porque lá precisavam de pessoas. Fui... Aprendi algumas coisas, para chegar um certo dia dizerem-me que tinha que voltar para onde estava, porque, afinal, não podia ficar ali. Enfim, tenho, basicamente, andado ao pontapé lá dentro. De qualquer forma, agora, na pintura, tenho que usar um fato completo antiestático, com fecho à frente. Assim, como na imagem.


O que me traz imensos problemas na hora de ir ao WC. Principalmente, quando tenho que ir à hora dos intervalos. São 10 minutos desde que saio da linha até que volto e a linha arranca, estejamos lá ou não, portanto, convém despachar-me. E é um tempo muito curto. Pior por estar transpirada e o fato custar a tirar. É que, caraças, tenho que me despir toda para ir fazer um xixizinho! E imaginem este drama duplicado quando temos aquelas emergências femininas. Nope. Quem desenhou esta farda, certamente não era mulher!

sábado, 18 de novembro de 2017

A minha experiência em callcenter


A esmagadora maioria dos testemunhos que oiço sobre callcenters é negativa. Oiço coisas difíceis de acreditar que são verdade, mas não tenho dúvidas de que acontecem. Vai desde não deixarem os operadores irem à casa-de-banho até terem, constantemente, o supervisor por cima do ombro a fazer pressão, principalmente quando se trata de vendas. Pressionar os funcionários para vender é o prato do dia em telemarketing e se não trabalham bem sob pressão, este não é o trabalho para vocês. Quando me contactam, apesar de ser peremptória e afirmar que não estou interessada no que estão a vender, tento manter a boa-educação (ainda que me falte a paciência) porque já estive do outro lado. Trabalhar num callcenter é ser pressionado durante as 8 horas de trabalho, é falar com inúmeras pessoas ao telefone, é ouvir problemas sobre o serviço todo o dia, é garantir que não usamos as palavras erradas, é ter uma conversa usando um guião com palavras-chave e não fugir do protocolo, ou levamos na cabeça. Contudo, venho falar do outro lado. Porque este mundo não é apenas um buraco negro que nos suga a energia e a sanidade mental. A minha experiência nesta área não foi má. Estive em dois a vender e noutros dois a fazer apoio ao cliente. Primeiro ponto: apoio ao cliente é, sem qualquer sombra de dúvida, melhor. Vendas é uma área difícil e todos vocês sabem como este mercado é agressivo, saturando os potenciais clientes. É muito complicado apanhar alguém disponível para ouvir até ao fim e, mais complicado ainda, quem queira comprar o que estamos a promover. Por outro lado, no apoio ao cliente, estamos lá para receber chamadas de quem escolhe contactar-nos e para resolvermos eventuais problemas ou esclarecermos dúvidas sobre o serviço. Somos menos atacados e insultados. A pressão não me incomoda, sempre trabalhei sob pressão e não me enervo facilmente. Acontece, claro, mas não me assusta. Conheço quem prefira trabalhar numa fábrica do que num callcenter, mas eu não sou dessas pessoas (apesar de, ironicamente, trabalhar em ambiente fabril há 5 anos). Gosto de estar sentada a um computador a atender chamadas, registar os problemas e tentar resolvê-los. Gosto de poder usar a minha roupa e os meus sapatos em vez de uma farda. Gosto do facto de ser um trabalho limpo e fisicamente pouco cansativo (embora a cabeça, às vezes, acuse o cansaço), ao contrário daquilo que é numa fábrica. Gosto de poder almoçar/jantar com calma e relaxar um bocadinho antes de voltar ao trabalho, sem ter que fazer tudo às pressas. O que quero salientar é que não devem descartar a hipótese de trabalhar num sítio assim, porque, quem sabe, até podem vir a gostar.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Na Cozinha da Cy #31

Esparguete e bife de frango acebolado com molho de maionese

Ingredientes:
- 2 bifes de frango
- 1 cebola grande cortada aos pedaços
- sal a gosto
- alho q.b.
- 4 colheres de maionese
- 1/2 cháv. água

Modo de preparação:
Tempere e frite o bife ao seu gosto numa frigideira. Reserve. Na frigideira dos bifes, doure a cebola, acrescente o alho e depois a água. Deixe cozinhar até a cebola amolecer. Depois, adicione a maionese e deixe engrossar. Acrescente em cima dos bifes o creme com as cebolas e está pronto.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Conversar no trabalho


Desde que entrei para a nova empresa, toda a gente me mói a cabeça porque eu não falo. Recordo-me que, há 5 anos, quando entrei para o meu anterior emprego, também me perguntavam se eu era sempre assim tão caladinha. Claro que, com o tempo, começo a ficar um pouco mais conversadora, mas a verdade é que eu não sou mesmo muito de grandes conversas. Inclusivamente, saí da fábrica onde estive todo esse tempo sem deixar lá amigos. Deixei colegas de quem gostava, pessoas porreiras, divertidas, mas não criei raízes. Porque eu sou mesmo assim, não me ligo às pessoas. Uma das minhas colegas disse-me que devia falar com eles, que faço parte da equipa, que assim o tempo passa mais rápido, nem que seja para dizer disparates e que, se não falar, vão começar a pensar todo o tipo de coisas, como por exemplo que eu não gosto de estar ali ou que não gosto das pessoas com quem trabalho. Vamos lá a ver... eu sei que sou um bichinho antissocial, mas, afinal, eu estou lá para fazer conversa ou para trabalhar? Não sabia que ser faladora era um pré-requisito para ser funcionária ali. Não tenho que fazer conversa de circunstância só porque podem pensar isto ou aquilo. Sou uma pessoa que não gosta de falar, nem de grandes confianças com desconhecidos, que é aquilo que eles são para mim. Não tenho nada contra as pessoas, nem razão de queixa, na verdade, todos têm sido impecáveis comigo, explicam-me tudo, tiram-me todas as dúvidas que eu possa ter, são simpáticos. Contudo, eu não estou ali para conversar e se eu quiser estar só na minha a trabalhar, é isso que vou fazer, ora essa.

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Séries viciantes # 18 \\ Last Man Standing


Sinopse: Mike Baxter é pai de três filhas e diretor de marketing da cadeia de lojas Outdoor Man. Ele apoia fervorosamente os valores americanos tradicionais, é cristão devoto e é politicamente conservador. Mike ama suas filhas, mas sua favorita é claramente Eve, a quem ele trata como um rapaz, e cujas opiniões e interesses políticos espelham os seus. Ele orgulha-se da sua capacidade de se destacar em tudo o que ela tenta, incluindo trabalho escolar, caça e esportes. Mike freqüentemente se vê irritado com o jovem funcionário da Outdoor Man, Kyle, e com Ryan, seu genro e o pai politicamente liberal do neto de Mike, Boyd.

Eve (a filha mais nova) e Mike

Casamento Kyle e Mandy (a filha do meio)

Mandy a tentar controlar os estragos da primeira bebedeira da Eve

Vanessa (a mãe) e Kyle numa estranha dança

Vanessa e Mandy

Vanessa, Kristin (a filha mais velha) e Ryan

Opinião: As três filhas de Mike têm personalidades bastante diferentes entre si, o que se torna interessante de ver. E, apesar de estarem sempre a picar-se entre si, no fim, transmitem ao espectador o quanto são unidas. Esta série traz bastante humor, adoro de paixão o sarcasmo e sentido de humor aguçado do Mike (a melhor personagem da série), mas também transmite valores importantes, por isso, 5 estrelas!

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Peripécias no shopping


Como disse na última publicação, sobre o passeio a Lisboa, almoçámos no Vasco da Gama. Qualquer pessoa que já tenha feito uma refeição num shopping sabe a selva que aquilo pode ser. As filas na zona da restauração são absolutamente intermináveis entre as 12h e as 14h e, depois, para encontrar uma mesa, é uma odisseia. Na maioria das vezes, parecemos parvos, de tabuleiro na mão, em busca de um lugar vazio. Pior ainda se nem toda a gente quiser o mesmo e cada um tiver que ir a um local diferente buscar comida. É uma aventura. Quando vaga uma mesa, vai tudo a correr para lá, é o salve-se quem puder. Mas a coisa que mais me enerva, assim mesmo até ao âmago, são as pessoas a ocupar mesas sem estarem a comer. Devia haver pessoas a patrulhar isso. A sério, que falta de respeito! Eu não o faço, porque acho ridículo. Por isso, é que depois sou a parva com o tabuleiro na mão à procura de sítio para me sentar a comer. Os outros é que são espertos, na verdade. Sentam-se e esperam que quem está com eles traga a comida, garantindo assim a mesa. No Vasco da Gama estavam duas mulheres a ocupar três mesas! Uma em cada mesa e uma data de casacos e malas na terceira. Perto de nós, estava um homem sozinho e o B. ainda lhe foi perguntar se estava a usufruir da mesa, porque nós já tínhamos a comida e ele não. Claro que não se levantou e ainda ficou indignado. A vontade qual era? Mandá-lo para o c*ralho. Assim, acabámos por ficar naqueles balcões com bancos altos, que servem como mesas também. Eu e o L. sentámo-nos e o B. ficou de pé no meio de nós (não havia cadeira livre), já a espumar de raiva e a dizer que ia comer de pé para não se chatear mais. Ao meu lado, estava um casal a ocupar as duas cadeiras do lado também ainda sem o almoço. Eu aproximei a minha cadeira o máximo possível e sentei-me a comer, até que se devem ter sentido incomodados por eu, praticamente, estar ao colo deles, e levantaram-se. Lá me cheguei para o lado para o B. poder sentar-se também. Toda uma camada de nervos só para fazer a porra de uma refeição! Pelo que tomei uma decisão. A partir de agora, quando for almoçar/jantar a um centro comercial, se já estiver atendida e houver pessoas a ocupar mesas sem as usar, vou sentar-me. E depois quero vê-las a ter a coragem de correr comigo.

domingo, 12 de novembro de 2017

Fomos passear!

No passado fim-de-semana, fomos fazer um passeio em família. Começámos por saborear o pequeno-almoço no café aqui da rua e depois rumámos até Lisboa. Andei a pesquisar que programa poderíamos eleger e dei com a apresentação da exposição dos Angry Birds, no Pavilhão do Conhecimento - Ciência Viva, no Parque das Nações.


O B. e o L. a mandarem porcos abaixo na fisga gigante



O B. e o L. a mandarem porcos abaixo no slide


A exposição abriu este mês e vai estar por lá até setembro de 2018, portanto, ainda têm muito tempo para ir lá espreitar e passar um dia divertido, dá para miúdos e graúdos. O meu filho delirou!















Chegada a hora de almoço, fomos ao C.C. Vasco da Gama, o que foi toda uma odisseia, para conseguirmos almoçar (falarei sobre isso). Lá comemos e escolhemos não ficar por ali e continuar a aproveitar o dia. Fomos ver o que estava em cartaz no cinema e tinha um filme de animação em exibição. Já tínhamos visto o primeiro, portanto decidimos comprar os bilhetes.


Sinopse: Quando finalmente podiam estar descansados com a quantidade de mantimentos que tinham conseguido apanhar, algo inesperado acontece: a loja dos frutos secos explode e com ela toda a comida! Para piorar ainda mais a situação, Flecha e o seu gangue ficam a saber que o diabólico Presidente da Câmara quer demolir o Parque da Liberdade para construir um parque de diversões. Juntos com os seus novos aliados, os animais precisam de agir depressa para o impedir, antes que percam o seu santuário para sempre!


Deixo-vos com o trailer e algumas fotos deste filme que nós adorámos. Fez-nos rir a todos! Para além de nos dar uma lição de amizade e de que a união faz a força, os personagens são super engraçados.













Mariquinhas me confesso

Até há duas semanas, deixava a persiana da cozinha aberta durante a noite e, apesar de todas as janelas ficarem fechadas, não trancava nenh...