segunda-feira, 29 de abril de 2013

Filmes


Sinopse: O enredo de “The Cabin in the Woods” centra-se em cinco amigos universitários, que decidem passar o fim de semana numa remota cabana no meio de uma floresta. No local, estes descobrem que não terão apenas momentos de lazer e que a estadia na cabana não vai ser tão idílica como pensavam. Juntos vão procurar descobrir a verdade que se esconde por detrás daquela cabana na floresta.

A minha opinião: É um filme, supostamente, de terror, apesar de este ser cortado pela subtrama que se desenvolve ao longo do filme, um mistério paralelo ao que decorre na floresta e que só é explicado no final do filme. Não é dos que mais gostei até hoje, é uma história algo estranha.




Sinopse: Um casal, Annabel e Lucas tem que criar duas sobrinhas que foram encontradas depois de viverem sozinhas durante cinco anos numa floresta, depois dos seus pais terem morrido. Bastante novas, as crianças tornaram-se quase que animais por estarem tanto tempo sozinhas e isoladas da população, mas será que estiveram mesmo sozinhas esse tempo todo?

A minha opinião: É para ser um filme de terror, mas não é muito assustador. Ok, a "Mama" é creepy e a parte inicial das miúdas na casa também. Mas, ao longo do filme, vêm emoções ao de cima, a relação da Mama e da Annabel com elas. Gostei desde o princípio ao fim e o final pareceu-me totalmente adequado à história.





Sinopse: A trágica perda espontânea do bebé de Kate e John, teve consequências devastadoras no seu casamento e Kate é constantemente atormentada por pesadelos e assombrada por demónios de seu passado. Lutando para recuperar alguma estabilidade nas suas vidas, o casal decide adoptar outra criança. No orfanato local, tanto John como Kate encontram-se estranhamente atraídos por uma jovem rapariga chamada Esther. No entanto, pouco depois de acolherem a criança, começam a acontecer uma série de estranhos eventos, levando Kate a crer que há algo de errado com Esther. Para garantir a segurança de sua família, Kate tenta mostrar a John e ao resto da família a verdadeira Esther. Mas ninguém acredita nela e pode ser demasiado tarde para todos...

A minha opinião: São duas horas de filme, mas que não cansam. Gostei, o fim é surpreendente, todos os mistérios à volta da criança são revelados, as cenas são boas, a maldade explícita e insana é tão boa que prende quem esteja a ver. Não posso contar muito, para quem ainda não viu!

sábado, 27 de abril de 2013

InstaLife #6

Mala velhinha! Mas ainda uso e gosto.

Roscas de manteiga

Gelatinas de ananás e morango. Não sou grande apreciadora, mas o filho adora!

Jardim ao cimo da rua. Tinha mais, mas esta era a mais vistosa.

Acabada de vir de um feriado perfeito com o boo <3

Detesto as mudanças de estação. Uma confusão de roupa em casa nestas alturas.

A parede da marquise já lavadinha e branca! Apanha tanta humidade quando faz frio... aqui já foi passada a lixívia. Já agora, alguém sabe o nome do produto para limpar isto, o preço e onde posso encontrar? Sei que o há, mas não sei o que é!

Pronta para ir ter com o namorado

Unhas cor-de-rosa!

Fonte com um golfinho, em Setúbal

Salada russa

O cúmulo do ridículo


Lentes de contacto da Kitty. Seriously?!

terça-feira, 23 de abril de 2013

Saudades do bicho!

O meu bichinho vai estar longe durante duas semanas. O pai do meu filho está fora e vem cá agora, vem buscá-lo na quarta-feira. É uma vez por ano, mas são tantos dias! Sei que me vai saber bem o tempo para mim, o descanso, a liberdade... mas que vou ficar ansiosa para que ele volte, para o estrafegar com beijos e abraços. Coisa mai linda da mãe!

segunda-feira, 22 de abril de 2013

InstaLife #5

Toda primaveril! A mala foi oferta da querida Turista Acidental. Obrigada, adoro!

Ele adora o parque. Acho que passava lá o dia todo, se o deixasse.



O meu piquenique com o filhote no jardim. Ele delirou!

Amor <3

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Sou a Mafalda!


O meu pequeno terrorista diz que pareço a Mafalda, porque, segundo ele, temos o cabelo igual. Pronto...

Momento quadripolar

O mundo divide-se entre...

... as pessoas que dizem "gengiva" e as que dizem "gengive".
... as pessoas que dizem "compressa" e as que dizem "comprensa".
... as pessoas que dizem "lamber" e as que dizem "lember".
... as pessoas que dizem "despertina" e as que dizem "espertina".
... as pessoas que dizem "a esparguete", "a hamburguer", "as collants" e as que dizem "o esparguete", "o hamburguer", "os collants".
... as pessoas que dizem "maçã" e as que dizem "pêro".
... as pessoas que dizem "atar o cabelo" e as que dizem "amarrar o cabelo".
... as pessoas que dizem "aluguér" e as que dizem "alúguer".




Já agora, gengive, comprensa e lember são coisas para me dar urticária daquela bem forte.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Livros que recomendo #3



Sinopse
Paul Sheldon, um escritor famoso de romances cor-de-rosa, acaba de "matar" Misery, a personagem que o celebrizou. Depois de o fazer tem um acidente. Quando acorda, descobre que foi salvo por uma ex-enfermeira, Anne Wilkes, que o leva para sua casa e trata dele. Anne, fanática da heroína de Paul, está furiosa com a morte ficcional de Misery. Sob tortura, obriga Sheldon a escrever um novo livro, um regresso de Misery. Paradoxalmente, este virá a ser o seu melhor livro.

Opinião
Gostei deste livro, agarrou-me até ao fim, mostra a demência que se apodera de um fã de qualquer artista, escritor, celebridade; uma coisa irracional e incompreensível. É a minha sugestão desta vez.

Mulheres

Lá na fábrica, pelo menos na linha, há muita mulher e pouco homem. Aquilo é um histerismo doido ali. Quando entrei, senti-me assoberbada com aquilo. Agora, já me integrei, falo bem com elas e lido bem com o trabalho. E estou bem assim.

Mas ontem duas colegas minhas, que estão nos conta quilómetros (eu estou nos ares condicionados) falavam, nos balneários, que deviam entrar homens para a linha delas ou que deviam rodar por outro sítio onde, pelos vistos, tem homens a trabalhar, para lavar as vistas. Porque, dizem elas, que ver tanta mulher, tanta mulher, a toda a hora, qualquer dia dá-lhes para a fufice. Oh filhas. Se tiverem um homem como deve ser em casa, como eu tenho, garanto-vos que não viram fufas! ;)

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Vamos ajudar o Rodrigo!

Tenho tido muito pouco tempo livre e paro pouco no computador, pelo que não tenho estado muito presente na blogosfera e só me dei conta deste pedido de ajuda urgente ontem. Este menino lindo é o Rodrigo e tem leucemia.


É um apelo com prioridade acima de todos os outros, porque é uma corrida contra o tempo e é uma vida que está em causa. Tirei esta foto do blog MãeGyver da Pólo Norte. A rapariga da foto é a Vanessa, mãe do pequeno Rodrigo, viúva, que tem assistido à doença a evoluir, a quem foi dito que, ao fim de tratamentos violentíssimos, o corpo do Rodrigo não estava a reagir e que tinha 90% das células infectadas. Ele precisa de um transplante de medula urgentemente! Não consigo escrever este post do início ao fim sem chorar, como não consigo olhar para esta foto, nem ler o post da Pólo sobre isto, sem que me venham as lágrimas aos olhos. Puta de doença!

Deixo aqui um excerto desse mesmo post que podem ver aqui:

"Todos por um" é o tema do evento que terá lugar no próximo sábado, dia 20 de Abril, entre as 10h e as 18h, na Escola Superior de Saúde da Cruz Vermelha Portuguesa.

Esta iniciativa foi criada no sentido de ajudar a encontrar uma solução para o Rodrigo, que tem leucemia e que precisa urgentemente de um dador de medula compatível.

Uma vez que o IPO já deu alta ao Rodrigo e a solução poderá estar fora do país, esta iniciativa conta com uma venda solidária de artigos que serão doados por várias marcas, bem como por mães, amigas e bloggers. O valor TOTAL das vendas reverte a favor do Rodrigo para que a mãe possa encontrar uma solução além-fronteiras.

O evento, para além de uma venda solidária terá também unidades de recolha de sangue/medula (estamos só à espera da confirmação do CEDACE que se viu a braços com a nossa pressão de tempo. Não é capricho, o tempo é que não é amigo do Rodrigo...), actividades para crianças, fotografia e bloggers fixolas para vos receberem e darem três dedos de conversa (ou uma mão cheia).

Gostaríamos de vos convidar a todos para aparecerem, trazerem amigos, namorados, vizinhos, ex-namorados, família por afinidade, colegas de trabalho. Sem desculpas! Uma picadinha aqui (não dói nada, já sabem!), uma compra gira ali, os miúdos brincam ali e temos um sábado bem passado em prol do Rodrigo!

Quem quiser colaborar com a doação de peças novas para venda e consequentes receitas para o Rodrigo faça o favor de entregar em mãos ou enviar as mesmas (com indicação do preço de venda ao público) e com recepção garantida, no máximo até à próxima sexta-feira, para:

Escola Superior de Saúde da Cruz Vermelha Portuguesa
A/C Professora Sandra Alves
Escola Superior de Saúde da Cruz Vermelha Portuguesa. Av. De Ceuta, edifício urbiceuta.
1350-125 Lisboa

Esperamos por todos vós! O Rodrigo precisa de todos nós!


segunda-feira, 15 de abril de 2013

InstaLife #4

Creme hidratante de chocolate da Avon. Cheira deliciosamente, dá vontade de comer!

Sabrinas. Adoro! Estas foram oferecidas pelo namorado o ano passado.

Anel

O meu velhinho

No meu quintal

Primavera em flor

A aproveitar o solinho

À espera do autocarro para o trabalho

A pequena Lili

O calorzinho já deu para isto

Lili

Mini

O meu jogador <3

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Coisas que me irritam


Dizer a ele.
Magoar-lhe.
A gente somos.
Levamos-o.
Gostas-te.

Epa, é assim... pessoas!! Dizem tantas vezes coisas como estas, erros destes, que já me enervam. A sério, pá. Dizer-lhe, magoá-lo, nós somos ou a gente é, levamo-lo, gostaste... é assim TÃO difícil? 

Mas não é só isto que me irrita. Pessoas que, ao falar comigo, passam o tempo todo, cooooooonstantemente a tocar-me no braço. Caraças, mas falam com as mãos? Detesto que me toquem!

Pessoas que, ao verem outra ao telemóvel, vão pôr-se ao pé ou a falar com a pessoa. Então, mas... e a educação?! Ficou em casa? Quando vejo alguém ao telefone, afasto-me e, certamente, não me vou pôr de conversa.

Pessoas que não admitem os erros. Lá no trabalho, entrou uma rapariga esta semana que só faz o que não deve, porque tem a mania que é esperta. A que entrou com ela pergunta quando não sabe e pede ajuda. Foi, exactamente, o que eu fiz a semana passada, quando entrei e é o que faço se precisar de alguma coisa. Aquela, além de não pedir, insiste em dizer que não fez determinada coisa, connosco a vê-la fazer. Para além de não ligar ao que lhe dizemos, nem ouvir o que lhe ensinam.

Gente que não me responde às mensagens. Mas não é tipo uma ou duas horas até responder. Isso aceito. É mesmo gente que não me responde, de todo, até precisarem de qualquer coisa. E, especialmente, que insistem para que eu responda quando são eles a mandar e eu não vejo logo. Nervos!!!

Pessoas que tentam meter o bedelho na forma como educo ou falo com o meu filho. Ora, vamos lá a ver. Quem é que andou com ele 9 meses na barriga e o pariu? Quem é que o fez e cuida dele? Não mando palpites na educação dos filhos dos outros, também não admito que o façam comigo.

Gente antipática, a quem uma pessoa diz bom dia ou boa tarde e que nem se dignam responder. Dá logo vontade é de perguntar se vão sozinhos ou se querem que os mande.


A melhorar!

Lá ná fábrica, estou a trabalhar na linha. E a célula onde estou tem três máquinas. Ou melhor, seis, porque são duas de cada. Já sei mexer em todas e repor o material. Já atino com os caminhos lá dentro e com o material correspondente a cada modelo de ar condicionado. Esta semana, entraram raparigas novas e já me puseram a ensiná-las a mexer nas montagens e a repor o material. Ontem a produção estava atrasada e elas puseram as novas a repor deixaram-me a mim com as mais experientes nas montagens finais para despachar porque já consigo acompanhá-las melhor. Já me dou bem com elas e, apesar de continuar mais low profile e de não comunicar aos gritos e guinchos, já converso e já se ouve a minha voz lá dentro.

Não tenho tido tempo livre para nada, o pouco que tenho é aproveitado com o meu filhote, o meu namorado e nas lides domésticas. Ando a dormir cerca de quatro horas por noite e, ainda assim, parece que o tempo não chega.

Liguei de volta para o colégio de onde me ligaram e de onde me disseram que estavam em fase de recrutamento. À primeira, disse que já tinha arranjado trabalho, depois pensei melhor, liguei para lá e expliquei que era trabalho temporário e que não era na minha área. Consegui uma entrevista para amanhã. Vamos lá ver como corre!

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Vamos ajudar a Luana!


A querida Turista Acidental tem sido incansável num projecto solidário que iniciou e só tem vindo a crescer (eu própria já fui ajudada pelos Anjos da blogosfera). Muita gente há que precisa de ajuda e o ideal seria prestar auxílio toda a gente, mas uma só pessoa não tem recursos para tal. Daí que venho divulgar este caso e solicitar que, por favor, quem me lê e possa ajudar, o faça. 

Esta princesa é a Luana e tem paralisia cerebral. A mãe dela pediu ajuda no blog dela Sentir Versus Sentidos neste post aqui. Deixo-vos a lista do que a Luana necessita e o contacto da mãe dela, mas sugiro que dêem um olhinho ao post.


"Luana usa fraldas a etapa 5 da marca branca pingo doce.
Toalhitas de marca branca Lidl,continente ou pingo doce.

Farmácia:
-Bebegel ou microlax criança
-Xarope Laevolac
-Cebiolon
-Protovit

Papas:
A Luana come qualquer papa que não tenha pedaços sólidos(tipo Estrelitas) se não engasga-se :
Costumo comprar papa para fazer com leite e outra para fazer com água ambas de marca branca.

Produtos de higiene:
Gel de banho da Aderma porque a pele dela é super sensível.
Creme gordo (uso Dove )
Shampoo Johnson

A nível de roupa :
A Luana veste a partir dos 7 anos e quanto mais confortável melhor , pois ela passa desde as 9 da manhã até ao deitar sentada na cadeira adaptada.
Calçado a partir do 27 dependendo do tipo de formato, e claro quanto mais confortável melhor. O pé direito já tem uma acentuada deformação."


Continua no post para o qual já coloquei o link e o contacto é laura_taborda@hotmail.com.


terça-feira, 9 de abril de 2013

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Manias

Meias. Não consigo dormir de meias e, sempre que me deito com elas, acabo por tirá-las. E, na maior parte das vezes, ficam no fundo da cama, tiro-as com os pés e lá ficam. Na manhã seguinte, já não me lembro delas e chego a ter uma colecção de meias aos pés da cama à pala disso, até me aperceber que tenho poucas na gaveta ou até dar por mim à procura de um determinado par, sem sucesso.

Organização. Sempre tive a mania de organizar a roupa por cores, os livros por tamanhos, os vernizes por tons; ter uma caixinha com anéis, outra com pulseiras, uma com elásticos, outra com fios; ter o tapete alinhado com os mosaicos do chão, o edredon e o lençol alinhados à mesma altura de ambos os lados da cama e esta feita sem vincos e dobras no lençol de baixo; álbuns de fotografias separados com etiquetas, uns só para família, outros só para o meu filho, ou só para amigos, etc.; fazer listas de coisas a fazer, marcar e separar tudo com post-its e cores diferentes. Se alguém vai ao meu quarto, eu sei sempre, porque há sempre qualquer pormenor que não está como deixei, nem que seja um objecto 10cm fora do sítio onde costuma estar (obsessive much?).

Corrigir. Desde sempre que me dei bem com as aulas de português na escola, não errava nos ditados, ia a campeonatos de ortografia, escrevia textos, histórias e poemas que mostrava às minhas professoras e sobre os quais recebia elogios (em compensação, sempre um zero à esquerda a matemática). E, se há coisa que me faz espécie, são erros. Dá-me logo comichões! Escritos ou falados e há aqueles que toda a gente diz e que eu fico toda roída quando oiço e tento não corrigir. Porque, parecendo que não, é irritante e há pessoas que podem levar a mal. Mas coisas como trocar o "à" com o "há", colocar cedilhas onde não existem e dizer "tenho um amigo meu" quando a forma correcta é "tenho um amigo" (pois se tens, claro que é teu!) são muito comuns e deixam-me com urticária.

Telemóvel. Sou viciada, sempre fui. Pensei que pudesse passar com a idade e, de facto, melhorou, mas não passou. Já ficava horas agarrada a ele antes de aparecerem as mensagens grátis, mas desde que isso apareceu, que tem sido a minha companhia constante e sem o qual não saio para lado nenhum. O primeiro ainda era da Telecel, passei para a Optimus, depois mais um da TMN e um já da Vodafone, chegando a ter três e usava todos! Actualmente, só tenho um, porque uso menos, tenho menos contactos, sou mais selectiva com as pessoas com quem falo e com quem me dou e, também, porque a vida não está para sustentar três carregamentos constantemente.

O tique de abanar a perna. Isto chega a ser doentio, dizem os meus pais na brincadeira. Mas a verdade é que eu, estando sentada, não consigo estar sossegada e passo o tempo todo nisto. Ontem dei com o meu namorado sentado ao meu lado a fazer o mesmo, há uns dias era o meu pai que dizia que, se estivesse ao pé de mim, passado um bocado, dava por ele a fazê-lo também. Sempre o tive, mas acentuou-se muito mais quando engravidei. Passei a gravidez toda parada, não trabalhava, era cama sofá, sofá cama e pouco mais, passava muito tempo sentada e comecei a fazer isto. Também quase sempre trabalhei sentada. Uma pessoa fica agitada!


E pronto, acho que podia continuar aqui o resto do dia, porque o que não me falta são manias, mas ficamos por aqui. E vocês, quais são as vossas?

A morte

"Estás morto. Estás morto desde o dia em que nasceste". Esta é uma citação de um filme, numa cena em que um amigo tenta convencer o outro a relaxar, convencendo-o que, se aceitar que a morte é algo certo e inevitável, irá ficar mais tranquilo quanto a isso. Este é um assunto que me assusta, mas que, principalmente, me deixa nauseada. A ideia de partir, deixar de estar viva, é algo que me perturba sobremaneira. Não acredito em vida depois da morte, nem em espíritos. Sei que, depois de morta, acaba-se, já não serei capaz de pensar nisso. Mas entristece-me saber que já cá não vou estar. Será que, com uma certa idade (assumindo que lá chego!), já irei encarar o assunto de forma diferente? Serei capaz de pensar e aceitar que vivi, que tive o meu tempo com as pessoas que amo e que está na hora?

Sim, a minha morte é algo que me inquieta. Mas o que, verdadeiramente, me deixa nauseada de receio, é o simples pensamento de vir a perder pessoas que amo. Isso é o que me assusta realmente. Nunca perdi ninguém verdadeiramente próximo. Uma prima de quem gostava, mas com quem tinha muito pouco contacto e que raramente via (quando tinha 15 anos), o meu avô paterno, de quem sempre me lembro doente, de quem nunca fui próxima e que poucas vezes via (com 8 anos) e o pai do meu padrinho, que tomava conta de mim quando era pequena e a cujo funeral fui, já mais velha. Estas mortes custaram, toda a tristeza que se instalou, o ambiente pesado que fica quando alguém parte; mas não eram pessoas assim tão próximas. 

A ideia de perder os meus pais, a minha irmã, o meu filho, o meu namorado, a minha melhor amiga... isso, sim, provoca-me náuseas, literalmente. É uma sensação de pânico, uma realidade que gostava de nunca conhecer e é coisa para me tirar o sono. Se acreditasse em Deus, rezava por eles. Como não acredito, só posso esperar que nada lhes aconteça e que permaneçam sempre comigo.

sábado, 6 de abril de 2013

Livros que recomendo 2#



Sinopse
Todas as manhãs ele lê para ela, de um caderno desbotado pelo tempo, uma história de amor que ela não recorda nem compreende. Um ritual que se repete diariamente no lar de idosos onde ambos vivem agora. Pouco a pouco, ela deixa-se envolver pela magia da presença dele, do que lhe lê, pela ternura … E o milagre acontece. A paixão renasce, transpõe o abismo do tempo, as memórias perdidas, e por instantes ela volta para ele…

Opinião
Recomendo totalmente! Óbvio que não é para todos os gostos, mas é dos mais tocantes que li, é lindo, tenho tudo de bom a dizer deste livro. Já o li mais do que uma vez e vi o filme também várias vezes, nunca me canso. A história é muito comovente, é uma lição de vida, de verdadeiro amor e como este supera tantos, mas tantos obstáculos e vence no fim. Não sou especialmente romântica, nem acredito no destino, mas este livro é mágico e toca no coração!

Timing do caraças!

Pois que... uma pessoa está um ano em casa, desempregada, envia currículos todos os dias, fica frustrada, procura, procura, procura. Nada aparece, nem uma única oferta. Começa a trabalhar e nessa mesma semana, ligam de outro sítio! Ora... sinceramente!

Tenho um curso de auxiliar de educação infantil e ligaram-me de um colégio. É para começar só no início do ano lectivo, portanto em Setembro. É a área onde estou à vontade, que gosto, na qual tenho experiência e formação. É o que eu quero desde sempre. Onde estou é uma fábrica com contratos semanais, sem qualquer tipo de garantias. No entanto, ganho mais porque trabalho à noite. E aqui onde estou, se mandam embora pessoas e voltam a chamar, recorrem muitas vezes às que já lá estiveram. Se saio por mim, sem me mandarem embora, e algum dia voltar a precisar, já não entro lá mais.

Então não estou lixada com isto?!

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Trocas


Há uns tempos, descobri um site que dá um jeitaço! É o Troca-se e serve para as pessoas se desfazerem de coisas que não querem, não usam, não lhes dão qualquer utilidade e que andam lá por casa a ocupar espaço. É muito mais fácil trocar do que vender, devo dizer, porque consegui trocar coisas aqui que não consegui vender e que estiveram meses online. 

Encontra-se de tudo: bijuteria, malas, sapatos, roupa de homem, mulher ou criança, brinquedos, livros, filmes, cd's, telemóveis, computadores, electrodomésticos, candeeiros, cortinados, enfim. Toda a espécie de artigos. Hoje, em troca de umas coisitas minhas, recebi isto: uma mala XXL, sombra para os olhos com quatro cores, um porta-moedas, dois pares de brincos, um secador e dois livros.

Bem-vindos ao maravilhoso mundo das trocas!

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Falta de tempo

Agora que comecei a trabalhar e, principalmente, ainda não ter aprendido a gerir bem o tempo com estes horários, deixa-me sem tempo nenhum para cá vir. Chego a casa à 1h30 da manhã, deito-me por volta das 2h. Às 9h/9h30 já tenho que me levantar, para poder passar algum tempo com o meu filho, que vai para a creche às 13h. E durante a manhã tenho ainda que tomar banho, dar-lhe banho, preparar lanche para levar para o trabalho, vestir, tratar de roupa e loiça, fazer o almoço. Depois há sempre mais qualquer coisita a fazer, ou é anotar as encomendas da Avon, ou é receber a encomenda e separar os produtos todos, ou é ter que ir aos correios enviar qualquer coisa. É uma correria. Só vou poder descansar como deve ser nos fins-de-semana, porque os restantes dias serão todos assim.

O segundo dia de trabalho passou-se um pouco melhor. Apesar de que chega ali às 23h30, mais ou menos, já começo a ver tudo trocado, já sinto a vista cansada e a esforçar para acertar com as peças. Mas já me oriento um pouco melhor dentro da fábrica, já consigo voltar ao posto de trabalho sozinha à primeira, ainda que sem ter muito a certeza do caminho. Já consigo encontrar a casa de banho e o refeitório sem problemas. Menos mal!

terça-feira, 2 de abril de 2013

Primeiro dia de trabalho

A força de vontade é muita, porque preciso muito deste trabalho. Mas no fim do dia, sentia-me deprimida. Cheguei super cansada, o meu filho já dormia, senti a falta dele, porque há muito tempo que estava com ele em casa e custa. Foi o tempo de comer qualquer coisa e ir-me deitar. Doía-me a cabeça como tudo por causa dos óculos que tenho que usar no trabalho, mal consegui falar com o meu namorado durante o dia, já que, enquanto estou em casa, ele trabalha e, enquanto ele está em casa, trabalho eu... e ele já estava a dormir quando cheguei. 

Assim que cheguei à fábrica, dei de caras com uma pessoa que costumava ser minha amiga, um dos meus amigos mais próximos até, e parecíamos estranhos. Foi constrangedor e preferia não ter que voltar a vê-lo, depois de certas coisas que se passaram e que nos afastaram. E tinha logo que começar a trabalhar ali no mesmo dia que eu. Oh sorte!

Nunca tinha trabalhado numa fábrica e não fiquei particularmente apaixonada pelo trabalho. O que vale é que o que me puseram a fazer não é especialmente difícil. Por agora. Estou rodeada de mulheres, histéricas que só elas. Uma delas até me perguntou se eu era sempre assim tão caladinha. Sou. Mas, mesmo que não fosse, ao pé delas, iria sempre parecer que sim. São umas gralhas, gritam e falam que se fartam e eu estou ali que ninguém me ouve. Sinto-me totalmente deslocada ali e um bocado perdida, os balneários são enormes, os cacifos são tantos que tenho dificuldade em encontrar o meu e, se saio do meu posto de trabalho sozinha, nunca consigo encontrar o caminho de volta à primeira. Nunca pensei ter tantas saudades de trabalhar num callcenter!

Mas hoje é outro dia, o pior costuma ser o primeiro, espero sentir-me diferente hoje ao fim do dia e o que me anima ainda é que hoje o namorado vai buscar-me e vem dormir comigo. Tenham um bom dia!

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Na Cozinha da Cy #2


Bolo de chocolate com cobertura de morango. Foi o bolo que fiz para o meu jantar de aniversário do ano passado.

InstaLife #3

Viagem de comboio

Do quintal do lado

Adoro!

O meu pequeno viajante. Adora andar de comboio.

Serradura

Ovinhos da Páscoa

Um bolo de plasticina pelas mãos do piqueno

Bavaroise de ananás

Piglet

Um queque da Páscoa. Uma espécie de coelho (cá a mim, parece-me um gato)

Morangos. Delícia!