quinta-feira, 30 de junho de 2016

True Story!


Ahahah, everytime! Para ser sincera, revi-me nisto.

Diálogo recente cá em casa:

Eu: Queres ver o filme X?
Namorido: Pode ser.
Eu: Tenho aqui mais, se quiseres escolher outro.
Namorido: Não me importo de ver o X.
Eu: Não te importas... mas queres escolher outro?!
Namorido: Quais é que tens?
Eu: A, B, C, Y, Z...
Namorido: Se calhar, o Y, parece bom.
Eu: ...
Namorido: Também podemos ver o C.
Eu: Pois... talvez...
Namorido: Queres ver o A?
Eu: Nem por isso.
Namorido: Escolhe tu.
Eu: Então vamos ver o X.
Namorido: Que era o que querias ver desde o início, não era?!

Ahahahahah! Pobre coitado.

terça-feira, 28 de junho de 2016

Violência entre crianças

Antes do final das aulas, a turma do meu filho foi a um passeio e no regresso, o pequeno teve um desentendimento com um colega. O meu, espertinho (como todas as crianças, de resto) foi mexer na mochila do outro. Só porque sim. E o outro, em vez de lhe dizer para parar quieto ou de ir queixar-se ao professor, não fez mais nada... deu-lhe um pontapé no braço. Meigo também... E o meu começou a chorar. E só aí é que o professor viu o que se estava a passar e pôde intervir. 

Já não é a primeira vez que acontece uma fricção entre ele e outros miúdos, como é normal, e ele não lhes faz mal. Chora ou queixa-se a quem estiver responsável. Ora, eu não quero que o meu filho seja um coninhas que se deixa bater e não faz nada. Mas também não quero que ele pense que a violência é a solução para tudo.

Conselhos, mães e mesmo quem não é mãe, mas tem uma opinião. Porque toda a gente tem opiniões e, neste caso, são bem-vindas. Como é que se ensina uma criança que se deve defender quando lhe fazem mal sem o incentivar a usar sempre a violência como resposta??

sábado, 25 de junho de 2016

52 semanas: Semana 20 #Fico de mau humor quando...

... acordo cedo.

Calcanhar de Aquiles. A sério que gostava de ser uma morning person. Acordar facilmente, bem-disposta, cheia de energia para enfrentar o dia. Gostava, mas não sou. Odeio de morte ter que sair cedo da cama. Deixa-me extremamente irritada. No geral, até não sou difícil de aturar de manhã. Mas custa-me horrores não poder dormir até às 10h. Ninguém merece ter que acordar às 6:30h. É tortura!

... chegam contas para pagar.

Parece-me sempre dinheiro mal empregue. Racionalmente, sei que não é, porque estou a pagar pelos serviços que tenho e pelas necessidades básicas, como gás, água, luz e renda. Mas irrita-me ter que pagar por tudo isso e nem ver o dinheiro passar-me pelas mãos. Directamente do ordenado para isso!


... está calor.

Uma das piores coisas. Odeio, ODEIO o calor. O verão é terrível para mim. O que me dá raiva sentir a roupa colada ao corpo, a transpiração, a pele quente, a moleza. Ai, não! Mil vezes frio. Sinto-me mal, enjoada, rabugenta, odeio tanto, mas tanto esta altura do ano. Não gosto de praia, portanto nem para isso o verão me vale. A areia, o sal, as pessoas em cima de mim (odeio proximidade com as pessoas, já mencionei?!). Sai, demónio!

... sou pressionada.

Entrei no mundo do trabalho há 9 anos e foi sempre o tipo de trabalho em que havia pressão. Continua a ser. Todos os empregos que tive exigiam que fosse pressionada. E, claro, dá-me nervos. Mas, pior que isso, é a pressão na vida pessoal. Não suporto que me pressionem a fazer nada que não queira fazer. Não suporto que insistam comigo depois de dizer que não. Odeio que me tentem convencer seja do que for. Tenho o meu próprio ritmo!

... vou às compras.

É verdade. Eu sou aquela mulher que não gosta de ir às compras! Sim, claro que gosto de ter coisas novas. Mas o ir às compras é terrível. Detesto ter que andar entre as pessoas, ter que procurar algo que goste, procurar tamanhos... experimentar roupa, então, é um drama! Viva as compras online (infelizmente, nem tudo dá para comprar online...)!

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Vergonha alheia...

Sobre o casal que teve relações sexuais à frente da filha (e de Portugal inteiro, por esta altura)... que raio passa pela cabeça desta gente, a sério? Não consigo perceber como é que algo assim acontece. Em público, apanhados pela câmara, em pleno dia, à frente da criança! Imagino o que ela vê entre quatro paredes, se é assim na rua. Pobre miúda. É uma vergonha... e a cara da mulher ao ver que foi apanhada e que está a ser filmada? Mete-me nojo. Pergunto-me quais serão os motivos destas pessoas. A necessidade seria assim tanta que não pudessem esperar chegar a casa? Onde está o respeito pelas pessoas que circulavam por ali? Não só adultos, mas crianças. E onde está o respeito, sobretudo, pela filha, a quem deixam assistir àquela cena triste? Como é que pais daqueles podem dar boa educação?!

quarta-feira, 15 de junho de 2016

De coração partido por Orlando


Não podia deixar de me pronunciar sobre este assunto. Quem já me lê há algum tempo talvez saiba que este é um assunto sensível para mim. Tenho (e sempre tive) muitas pessoas que me são próximas que são homossexuais. Sinto uma revolta enorme quando vejo alguma manifestação de homofobia. Racionalmente, sei que não adianta de nada discutir com uma pessoa homofóbica, porque não se mudam mentalidades com argumentos, por mais válidos que sejam. A pessoa tem a opinião que tem e pronto. No entanto, não sou uma pedra sem emoções e não consigo deixar de ferver quando alguém ataca os gays. Não consigo não entrar em discussão, embora, de há algum tempo para cá, tente ignorar. Revolta-me sobremaneira que não haja respeito pelos outros. Revolta-me que não entendam algo tão simples como isto: a orientação sexual (ORIENTAÇÃO, não OPÇÃO) não se escolhe. Ninguém escolhe ser hetero, como não se escolhe ser gay. Custará assim tanto entender isto? Como é possível que se tirem vidas só porque sim? Filhos, irmãos, sobrinhos, amigos... pessoas que estavam na vida deles, que só se queriam divertir um pouco naquele momento e que estavam a incomodar só por serem quem são. Que mentalidade de merda é esta? Parte-me o coração, de verdade!

Vejam este vídeo... pessoas que resolveram assumir-se às suas famílias. Pessoas que receiam assumir-se e o que sentem com medo da rejeição. Ninguém devia ter receio de ser rejeitado pelas pessoas que mais ama no mundo por uma coisa tão insignificante e que não foi escolhida por eles. Só por amar quem ama. Vejam, é comovente.


Estas são as últimas mensagens que uma das vítimas enviou para a mãe. A dizer que a ama, que está escondido na casa-de-banho e que vai morrer (notícia aqui). Nem consigo imaginar o que esta mãe sentiu ao ler isto. O pânico... que horror. É difícil perceber como é que um ser humano é capaz de sujeitar outros a isto...


terça-feira, 14 de junho de 2016

Ainda aqui estou, gente!

Esta semana estive completamente ausente daqui, mas, para dizer a verdade, não tive tempo nem vontade de cá vir. O meu filho foi de fim-de-semana grande com os meus pais para o Algarve e eu fiquei 4 diazinhos em casa, que me souberam pela vida. Coincidiu com as festas populares cá da terrinha, pelo que andei muito por lá. O tempo que passei em casa foi pouco e, na sua maioria, a dormir, para recuperar energias, ahah! Mas, antes de começar a farra, aproveitei o primeiro dia da festa para levar o meu pequeno a curtir os carrosséis. Ele adora, claro! E esta é uma das preferidas. Coisa linda da mãe!

Meu amor pequenino

Foram dias que me souberam a férias: festa, noitadas, amigos, dormir sem restrições de horários, namorar muito... e, claro, a dieta ficou esquecida (shame on me!). Uma vergonha... hamburguers, cachorros, waffles de kinder bueno (ai ai, tentação tãaao boa!), churros, pizza, cerveja, sangria, caipirinhas, vodka preta, enfim... pontapés na dieta que nunca mais acabavam. Claro que se reflectiu na balança, mas esperava pior, confesso. 1 kg a mais... mas voltei hoje aos treinos, confiante de que o vou perder num instante e mais uns quantos a seguir a esse. Foco!

Eu e as manas catatuas


Amiga de longa data

Caipiblack

A minha melhor amiga e parceira no crime


O amor da minha vida


Agora, finito. Como diz o outro "Foi bom... enquanto durou! Mas hoje acabou" e agora de volta à vida normal. Treino, alimentação saudável e o pior... trabalhar. Bora lá!

terça-feira, 7 de junho de 2016

Provado e Aprovado #2

Leite sem lactose Área Viva Continente

Não sou intolerante à lactose, nem nada, mas a minha mãe é e lá em casa bebe-se deste leite, pelo que resolvi experimentar. E adorei, é bom, bom! Fiquei fã.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Dá-lhe zumba!

Uma das preferidas neste momento, é a minha nova queridinha das aulas de zumba. Vejam a coreografia. Adoro!


domingo, 5 de junho de 2016

Cinema em casa: Bolt


Sinopse: Bolt é um cão que protagoniza uma série de TV, na qual possui superpoderes. A sua companheira é Penny, com quem vive diversas aventuras. No entanto, Bolt não sabe que o mundo que o cerca é falso, acreditando que, realmente, possui dons especiais. Quando, nas gravações de um dos episódios, Penny é sequestrada por Calico, o vilão da série, Bolt consegue fugir da caravana onde vive e parte atrás dela. Ao lidar com a vida real é que, aos poucos, ele toma consciência de que não tem superpoderes e que é um cão normal, com a ajuda da gata Mittens.







Opinião: É um filme fofinho e que se vê bem. Como a Disney nos habituou, este filme tem o seu lado mais sério e comovente, onde nos mostra a relação de afecto que se estabelece entre uma menina e o seu animal de estimação, não só pelos olhos dela, como pelos do próprio cão. O carinho que ele nutre pela dona faz com que, apesar de se ver sem os poderes que pensava ter, seja suficientemente forte e obstinado para voltar para Penny. E tem também o lado divertido, com as personagens com que Bolt se cruza ao longo da história. Os pombos, a gata Mittens e o hamster Rhino são absolutamente hilariantes. Vejam!


sábado, 4 de junho de 2016

Dia da Criança #4



Os meus pais são uns poetas! No Dia da Criança, também o meu pai me deu um poema que escreveu para mim e que, por motivos que se tornarão óbvios para quem me costuma ler, me toca de uma forma muito directa. 


                       O Silêncio

Shhh!!...

Façam silêncio!... Ouvem-no?...
É o silêncio da vida, é a esperança que ecoa,
É silêncio que antecede uma vida parida,
Só quebrado pelo choro que uma criança entoa
QUal prenúncio de missão, vital e proibida
Que, sem permissão, em silêncio lhe foi incumbida

Neste pequeno silêncio... com raiva explodi-lo
Em explosão de silêncios acumulados
Num grande silêncio... em muitos expandi-lo
Como pausas ondulando entre notas!...
Silêncios breves, silêncios prolongados
São pautas vivas cantando em folhas mortas

Ouçam bem o vosso fado...
Escutem-no e tracem o vosso destino
Em memória do silêncio derramado
Por um qualquer psicopata tresloucado
Que, no silêncio outrora trauteado,
Sem saber, também ele já foi menino

Shhh!!...

É o silêncio que os manda calar... respeitem-no!
Sem ele, não há ondas no mar a marulhar,
Não há pássaros no ar a chilrear... sem ele,
Nem se ouvem na Terra crianças a brincar!
Apenas se ouve o tempo, no espaço a esvoaçar...
Afinal... silêncio é música a tocar!...

Não quebrem o feitiço!
Há quem não ouça mais nada,
Só e apenas isso... de forma normal...
Uma tremenda voz imaginada,
Um enorme silêncio mortal...
É voz gritante de uma mãe amargurada

Já nada pode fazer... já nada pode mudar,
A não ser... em silêncio chorar...
Grande é a dor da mãe que viu fugir a vida que, um dia,
Com grande felicidade, em silêncio pariu...
É o silêncio da verdade...
No silêncio nasceu... em silêncio partiu...

Shhh!!...
Foi o silêncio que pediu!...

sexta-feira, 3 de junho de 2016

52 semanas: Semana 18 #Sinto saudades

Adolescência

Escola

Guarda

Porto

Ser criança

Dia da Criança #3



A minha mãe, fofinha que só ela, escreveu isto para mim, porque, apesar de já não ser criança, vou ser sempre a criança dela. Aqui partilho convosco este mimo e digam-me lá se não é lindo. Mãe mais linda!


                          MENINA BONECA

Só a mãe trabalhava e portanto não foi planeada
No entanto a vida estava a querer mostrar mudança
O pai arranjou trabalho, começou uma nova fase
E desde sempre foi uma bebé desejada

Éramos novos, a vida nem sempre corria bem
Com altos e baixos e enjoos da mãe
Muito sono e muita azia, mas sempre a trabalhar
Com colegas de trabalho que passaram a apoiar

E nove meses passaram, num instante e a correr
A mãe cheia de medo, ao hospital foi parar
E a menina boneca nasceu, com o pai a ajudar
Com tudo a correr bem, o pai toda a noite a festejar

Logo de início se viu que devia sair ao pai
Muito ZEN e sem chorar, dormiu 16 horas seguidas
Começou cedo a cair por sempre estar a mexer
Mas era uma bebé simpática a mudar as nossas vidas

Por dificuldades várias, três anos em casa com a mãe
Passámos necessidades, mas acho que lhe fez bem
Passeatas de comboio e no jardim a brincar
Tanta ferida nos joelhos por nunca querer parar

Comecei a trabalhar e os horários sem condizer
Pai de dia, mãe de noite e o casamento a tremer
Mais uma fase difícil que sem ela perceber, lá passou
E de novo num instante a fase da escola chegou

Gordinha como a mãe e muito calma como o pai
Se gozavam não ligava, estava sempre na dela
Brincava com toda a gente que gostava e podia
Sempre feliz e contente passava o seu dia-a-dia

Quando nasceu a mana ficou toda feliz
Queria fazer de mamã, a toda a hora a ajudar
Nunca mostrou ciúmes e brincava muito com ela
E até nas suas festas ela a deixava participar

Chegou a idade do ciclo com amores e desamores
No início não escondia, era tudo natural
Fosse com mãe, o pai ou a irmã ou mesmo todos juntos
Lá começava ela a chorar quando algum corria mal

Com a idade a passar começava a agravar
Pois já escondia mais coisas do que seria de esperar
Tinha passado a fase de “tudo eram maravilhas”
E as asneiras cresciam como ervilhas

Arranjou um namorado e ao fim de algum tempo
Quis ir viver com ele para o Porto, não havia muito a fazer
Era maior, podia decidir e com muita dificuldade, lá apoiámos
A casa ficou mais triste, chorámos, mas continuámos a viver

A coisa não correu bem, começámos a perceber
E ajudados por uma amiga, chegou a hora de a voltar a receber
Porém não vinha sozinha, trazia na barriga um rebento
Sem trabalho, sem estudos acabados, claro não reagi bem
Sofri, chorei mas mais uma vez o pai a animar e a dar alento
Tudo iria correr bem e o que importava era a saúde
Lá me convenci, mesmo sabendo que vida dela se ia alterar
Tudo foi compensado com a chegada do Príncipe, lindo
E nova etapa começa para ela, sendo mãe e a trabalhar

Mais uma vez com altos e baixos, dias piores e melhores
A vida vai correndo até que arranja novo namorado
Ao fim de algum tempo foram viver juntos como casal
E nova tristeza aqui se instalou, parecendo tudo vazio e banal

Continuam juntos, parecem dar-se bem
Às vezes com trabalho outras vezes sem ele
Às vezes com dinheiro, outras vezes sem ele
E sempre com muitas dificuldades

Apesar das rasteiras que a vida já lhe passou
E dos dias de melhor ou pior humor
Ainda se dispõe a ajudar quem mais precisa
Dedicando ao que faz o seu tempo e amor

O tempo voa, rápido, é levado da breca
Mas mesmo com dias mais sombrios na vida
E tendo-se tornado também mais selectiva
Ela continua a ser a menina Zen e positiva
Continua a ser a nossa MENINA BONECA

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Dia da Criança #2


Ontem levámos a criança cá de casa a ver o filme dos Angry Birds. Até os adultos acharam piada ao filme. Sala cheia e só se ouvia rir. É uma animação gira, com personagens muito engraçadas e cenas divertidas. Sem dúvida que recomendo para uma tarde em família!

Chuck, na invasão à Ilha dos Porcos

Terence, nas sessões de controlo da raiva

Bomb, Chuck e Red no Lago da Sabedoria

Chuck, Red e Bomb

Rei Porco

Red a liderar a invasão à Ilha dos Porcos

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Dia da Criança #1

Já não sou criança, mas hoje foi dia do meu mimo do mês: as unhas. Ficaram fofíssimas ou não?!