terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Nomes invulgares

Hoje, no trabalho, ouvi uma pequena gritar pela colega e, não querendo ser mazinha, interiormente, tive que me rir! Bom... para dizer a verdade, exteriormente, também, um pouco, porque não ia sozinha e as pessoas que iam comigo tiveram a mesma reacção. Então a menina chamava-se... Sara Cláudia. Lamento desde já se ofender alguém, mas isto são nomes na linha de Cátia Vanessa ou Liliana Marisa. E não resisto! Um bocadinho pimba demais para o meu gosto. Alguns do género com que já me cruzei: Mara Lisa, Cheila Carina, Mónica Leila, Filipa Andreia, Tânia Rita. E, assim de repente, não me lembro de mais. E por aí? Partilhem!

sábado, 28 de janeiro de 2017

52 semanas: Semana 38 #Desculpa, mas eu acho reles...

... dança do quadradinho

... excesso de base

... passar à frente numa fila

... roupa transparente

... twerk

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Livros que recomendo #15


Sinopse: O instante em que encontrou a mãe sem vida nunca se extinguirá da memória de Eva Patterson. Num bilhete, as suas últimas e enigmáticas palavras: Perdoa-me.
O mundo seguro de Eva ruiu naquele momento devastador. Mas o inesperado suicídio de Flora vai marcar apenas o início de uma sucessão de acontecimentos surpreendentes. No seu testamento, Flora deixa a Eva um estúdio em Londres. Este sítio é a primeira pista para o passado secreto de uma mulher que, Eva percebe agora, lhe é totalmente desconhecida.
No sótão do estúdio, a jovem encontra os diários e os quadros da mãe, provas de uma fulgurante carreira artística mantida em segredo. O que levou Flora a esconder tão fundo o seu passado? Ao aproximar-se da verdade, Eva descobre um crime tão chocante que a leva a questionar-se se alguma vez conseguirá, de facto, perdoar.

Opinião: Não é dos meus favoritos da autora, mas gostei do mistério em torno da vida da Flora, a mãe da personagem principal. A vida que aparentava ser tão perfeita para esta família, afinal, escondia muitos segredos e alguns bem sumarentos. A ingenuidade da Eva, por vezes, torna-se um pouco irritante, mas é interessante ver a sua perserverança, apesar de todas as adversidades, para descobrir quem era a sua mãe, na realidade e acompanhar a jornada desta jovem. No geral, e para quem é fã de Lesley Pearse, até é um livro que se lê bem.

sábado, 21 de janeiro de 2017

Como fortalecer as unhas


Há dois anos, comecei a fazer gelinho nas unhas. Algures no ano passado, elas começaram a dar de si. Raramente coloquei extensões e, quando o fiz, foi apenas para tapar uma unha partida, não para dar comprimento. Mudava-as uma vez por mês e optei pelo gelinho por ser menos agressivo. No entanto, quase dois anos disso enfraqueceu-me um bocado as unhas. Já não aguentavam tanto tempo, o verniz começava a saltar, as unhas partiam-se. Decidi fazer o período de descanso e mimá-las para recuperarem. A última vez que fiz foi em Novembro. Em meados de Dezembro, tirei. Estavam fracas, esbranquiçadas, partiam-se, dobravam. Comprei este endurecedor vitaminado da Ecrinal e aconselho vivamente a quem tiver unhas fraquinhas por natureza ou queira fazer o descanso do gel. Neste momento, já não partem, nem dobram e até brilham. O que fiz? Mantive-as sempre pequeninas desde que tirei o gelinho, ponho creme nas mãos de manhã e à noite e duas camadas deste endurecedor duas vezes por dia, todos os dias. Estão perfeitinhas e fortes novamente! 😊

Um ano depois...

Faz hoje um ano que perdi o meu bebé. Custou imenso a passar, mas, olhando para trás, parece que foi ontem que aconteceu, de tão bem que me lembro. 2016 foi um ano turbulento para mim e há um ano estava no hospital a contorcer-me de dores para expulsar o pequeno ser que tinha parado de se desenvolver na minha barriga. A dor não passa, sabem? Continua a custar relembrar aquele cenário de horror e pensar que, neste momento, podia ter um bebé lindo com 6 meses de vida. Durante semanas, não quis falar com ninguém, ver ninguém, nem sair de casa. Entretanto, passou essa fase, fui obrigada a voltar a enfrentar o mundo e consegui. Mas, depois, veio a fase em que não podia, nem queria, estar perto de bebés, grávidas ou recém-mamãs. Não queria ouvir, nem presenciar, nenhuma conversa sobre gravidez, maternidade, ou qualquer coisa relacionada com o tópico. Quis desistir de ter mais filhos. Coloquei a hipótese de tornar essa decisão permanente e não engravidar nunca mais. Doía-me a alma sempre que passava perto de um bebé. Não é uma sensação que consiga pôr em palavras, mas que dói, dói. Agora, um ano depois, já não me sinto assim. Ultrapassei essa aversão e estou a voltar ao meu eu normal. Aquela pessoa que sempre se derreteu na presença de bebés, que só os quer pegar ao colo, dar beijos nas bochechinhas e sentir-lhes o cheiro delicioso. Continuo com muito receio, porque não posso sequer conceber a ideia de passar por tamanha atrocidade novamente, mas já começo a pensar que gostava de ter outro filho. Que não há coisa melhor neste mundo. Mas é um processo... com calma. Muita calma.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

52 semanas: Semana 37 #O que de melhor o mundo virtual me trouxe

Acesso fácil a qualquer informação

Homebanking

Facilidade de comunicação

O pai do meu filho (apenas e só porque o meu filho é o melhor que tenho no mundo)

Receitas

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

O pigoito e a escola


Hoje tive reunião com o professor do meu reguila para saber a avaliação do primeiro período e como está a evoluir na escola. As observações e comentários do professor titular e de todos os professores das Actividades Extra Curriculares seguem a mesma linha do ano passado. Muito bom aluno, óptimas notas, está entre os melhores da turma, tem facilidade em apanhar a matéria nova, tudo vai evoluindo com facilidade. Mas... tem um problema de comportamento. Que também é recorrente desde que entrou para a escola. O meu filho é uma criança muito competitiva. E isso torna-se um problema a partir do momento em que ele ultrapassa a competição saudável. Fica doido. Tem que correr, tem que ser o primeiro e mais rápido em tudo e, se não for, amua, fica danado. Isso prejudica-o em vários aspectos e é uma característica que nós temos que refrear. Conseguimos, por exemplo, que ele percebesse que não podia amuar sempre que perdia um jogo connosco. Que perder faz parte do jogo e que o importante é divertir-se a jogar. Ainda não conseguimos foi que ele aplicasse esse conhecimento aos outros aspectos da vida dele...

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Alice in Wonderland


Sinopse: Alice, agora com 19 anos, regressa ao excêntrico mundo que encontrou pela primeira vez quando era criança reunindo-se assim com os seus amigos de infância: o Coelho Branco, Tweedledee e Tweedledum, a Ratazana, a Lagarta, o Gato Cheshire, e claro, o Chapeleiro Louco. Alice embarca numa fantástica viagem para encontrar o seu verdadeiro destino e acabar com o reino de terror da Rainha Vermelha...






Opinião: Estive para ver este filme desde que saiu e talvez tenha elevado demais as expectativas, por ser um filme do Tim Burton e com actores que admiro tanto, como o Johnny Depp e a Helena Bonham Carter. E porque filmes deste género costumam fascinar-me sempre. No entanto, este ficou um pouco aquém. Torna-se ligeiramente aborrecido e previsível e a personagem da Alice é completamente insossa. No entanto, gostei das interpretações dos já referidos actores e, visualmente, o filme é brutal. Isso, por si só, não faz um bom filme, mas tem cenários muito apelativos e personagens engraçadas (gostei muito dos Tweedles!).

domingo, 15 de janeiro de 2017

A maternidade e a vida social

O livro que acabei de ler hoje, em determinado momento, descrevia como uma de duas amigas se sentia relativamente à relação de ambas após a outra ter sido mãe. E deixou-me a pensar. Aqui, a mulher que não tinha filhos sentia-se frustrada pelo facto de a maternidade ter afectado a sua amizade com a outra. Sempre que queria falar com ela, não conseguia, por ser difícil conciliar os horários. A mãe só tinha disponibilidade durante a tarde, quando a filha dormia a sesta e a amiga estava a trabalhar. Por outro lado, a que não tinha filhos, preferia falar à noite, quando já tinha saído do trabalho e era mais complicado para a amiga, pois tinha que tratar da filha ou já estava a dormir. Frustrava-a o facto de já não poderem usufruir da espontaneidade de uma amizade sem a responsabilidade da maternidade. Intrigava-a como as mulheres com filhos podiam abdicar de tanto tempo da sua vida para dedicar aos rebentos. A verdade é que sei que há, realmente, mulheres que pensam como esta personagem. Que não entendem como há outras que podem querer aceitar noites em branco e tudo o que acarreta a maternidade. Mas é um exagero como, por vezes, isto é descrito. Como se todas as mães andassem sempre mal vestidas, com roupa desleixada, despenteadas, desistissem da maquilhagem, do ginásio e dos maridos. Como se ser mãe significasse, automaticamente, não ter amigos, nem vida social. A realidade é que ser mãe muda a vida de uma mulher, não vamos negar. Passamos a estar condicionadas. Mas não temos que nos transformar em zombies de nódoas na roupa e olheiras, com miúdos ranhosos e a casa de pantanas só porque somos mães. A partir do momento em que tive o meu filho, senti na pele as mudanças que isso traz. E, certo, há amigos que se afastam quando surge uma criança. Mas penso que isso pode ser uma coisa boa. Serve para filtrarmos as nossas amizades. E vemos quem vale a pena ou não ficar na nossa vida. Não vou negar que fiquei muito mais sozinha depois de ser mãe, mas isso mostrou-me que essas pessoas, que eu tive por amigos, não o eram na verdade. Porque se afastaram quando deixei de estar sempre disponível. A minha melhor amiga continua a conviver comigo regularmente, por exemplo. Já não posso sair sempre que me apetece, em qualquer altura do dia/noite, sem restrições. Mas as coisas fazem-se. Basta querer.

sábado, 14 de janeiro de 2017

InstaLife #14

Recordações do belo Porto

Na sala de espera do consultório na altura em que andou doentito

Bolo de maçã e canela para o jantar de Natal com os sogros

A prendinha de aniversário do namorido feita pelas mãos do nosso pequeno artista

A única foto que tirámos na passagem de ano

Os meus meninos entretidos com a Wii

Bolo de chocolate do pequeno para cantar os parabéns com a família

Jantar maravilhoso feito pela mãe no aniversário do meu pequeno

O bolo de iogurte com cobertura de chocolate que fiz para o pequeno aniversariante levar para a escola

Tâmaras com bacon. Delicioso!

Esparguete à carbonara

Bacalhau à brás

Um pijama fofíssimo que lhe oferecemos no Natal

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Um murro no estômago

Hoje fui ao funeral da avó da minha melhor amiga. Tinha 88 anos. Estava já debilitada. Tinha dificuldades em andar. Sim, era o esperado. Sim, todos sabíamos que ia acontecer, um dia. Mas isso não torna a perda mais fácil. Ela vivia em casa deles. Conheço a minha melhor amiga há cerca de 15 anos e sempre me lembro da presença da senhora lá em casa. Foi tão... pesado. Há anos que não ia a um funeral. E ver pessoas que me são próximas a sofrer é tão... que palavra usar para descrever? Aflitivo? A mãe e a irmã dela a chorar. Abraçá-las e senti-las a soluçar. Sabemos que é a lei da vida, mas, caramba, se custa. A sobrinha mais velha da minha amiga, com 7 anos, está a ter muita dificuldade em aceitar. Escondeu-se debaixo da secretária a chorar. Fez um coração de papel quando lhe deram a notícia e não o largou durante horas. A senhora levou-o com ela no caixão. A mais pequenina, de 5 anos, viu as flores que a família ia levar para o funeral e disse que a avó ia gostar delas. E, quando lhe disseram que ela não podia vê-las, porque tinha morrido, ela respondeu que a avó ia sentir o cheiro. A sério, é de partir o coração. A minha amiga ficou à entrada do cemitério, porque já não suportava ver aquilo de perto. Esteve com ela no velório e assim que veio o carro funerário, não aguentou mais. E eu fiquei com ela, à porta, a assistir de longe, em silêncio. E foi assim que a avó da minha amiga se despediu deste mundo. Num dia que começou escuro, escuro do nevoeiro, em que o sol abriu para vê-la partir.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

O Meu Conto de Fadas #3

A primeira saída

Como expliquei na última publicação desta rubrica, eu estava numa relação quando conheci o namorido. Por isso mesmo, as coisas não avançaram logo. Começámos a falar e eu simpatizava com ele. Gostava das nossas conversas pela noite dentro, fazia-me companhia, mas apenas virtualmente, pelos motivos óbvios. Na realidade, a minha relação daquele momento, como também já referi, estava prestes a terminar e eu já me tinha arrependido de a ter começado. Porque antes de entrar nessa relação, tinha estado 3 anos solteira. Só eu e o meu filho. E tinha-me sabido bem. Era assim que eu queria estar e tinha sido um erro envolver-me com a pessoa com quem estava. Naquele momento, já o sabia e, por isso, estava cheia de certezas sobre não querer cometer o mesmo erro. Tinha a certeza que queria estar sozinha. Não me queria envolver emocionalmente com mais ninguém. E, por causa disso, aceitei sair com o mais-que-tudo, mas numa saída de amigos. De maneira que combinámos uma saída à noite com os meus amigos. Nessa noite, jantei em casa das minhas amigas gémeas (as que estavam comigo quando o conheci), arranjei-me por lá e recordo-me que elas me fizeram caracóis no cabelo enquanto eu mandava mensagens para ele. É curioso o quão bem me lembro do bar onde fomos e do comentário dele sobre a sessão de cabeleireiro ter valido a pena porque eu estava bonita. Estivemos um bocadinho nesse bar, a conversar (eu, maioritariamente, com os meus amigos, confesso, e pouco com ele). Passámos o tempo a trocar olhares e sorrisos enquanto estive com eles, mas falámos pouco. Quando saímos, decidimos ir dançar para o sítio onde eu costumava ir com as minhas amigas, onde nos tínhamos conhecido. Mas quis o destino que não fosse ainda essa a nossa noite. Assim que entrámos na discoteca, recebo uma chamada da minha mãe, muito aflita, a dizer que ela e o meu pai tinham que ir para o hospital com a minha irmã, que ela estava com um problema qualquer (que parecia grave, mas acabou por não ser, felizmente) e eu tinha que ir embora, porque eles estavam a tomar conta do meu filhote, que já dormia. Não tinha carro, pelo que tive que cravar o amigo que estava comigo para me vir trazer a casa. Despedi-me à pressa das minhas amigas e do mais-que-tudo, coitado, que lá ficou o resto da noite com o meu pessoal. Acabámos por não falar muito, não dançar, não aproveitar a saída. Ah, e perdi o dinheiro da entrada. Passámos o resto da noite a falar por SMS, mas continuávamos a nunca ter estado juntos sozinhos. Mas isso não durou muito... 😉

domingo, 8 de janeiro de 2017

Aniversário do príncipe

Ontem foi a festinha dos oito anos do meu piolho lindo. Houve uma palhacinha a pintar as carinhas larocas dos pequenos, a fazer bolas de sabão, modelagem de balões e jogos tradicionais. Houve música, um bolo fofinho da Patrulha Pata feito pela madrinha, prendas, confettis e muita correria. Andaram de bicicleta, trotinete, jogaram basket, andaram de baloiço. E saíram da festa todos sujos da relva, o que é sinal que se divertiram. Aqui fica uma amostra!