Dizer a ele.
Magoar-lhe.
A gente somos.
Levamos-o.
Gostas-te.
Epa, é assim... pessoas!! Dizem tantas vezes coisas como estas, erros destes, que já me enervam. A sério, pá. Dizer-lhe, magoá-lo, nós somos ou a gente é, levamo-lo, gostaste... é assim TÃO difícil?
Mas não é só isto que me irrita. Pessoas que, ao falar comigo, passam o tempo todo, cooooooonstantemente a tocar-me no braço. Caraças, mas falam com as mãos? Detesto que me toquem!
Pessoas que, ao verem outra ao telemóvel, vão pôr-se ao pé ou a falar com a pessoa. Então, mas... e a educação?! Ficou em casa? Quando vejo alguém ao telefone, afasto-me e, certamente, não me vou pôr de conversa.
Pessoas que não admitem os erros. Lá no trabalho, entrou uma rapariga esta semana que só faz o que não deve, porque tem a mania que é esperta. A que entrou com ela pergunta quando não sabe e pede ajuda. Foi, exactamente, o que eu fiz a semana passada, quando entrei e é o que faço se precisar de alguma coisa. Aquela, além de não pedir, insiste em dizer que não fez determinada coisa, connosco a vê-la fazer. Para além de não ligar ao que lhe dizemos, nem ouvir o que lhe ensinam.
Gente que não me responde às mensagens. Mas não é tipo uma ou duas horas até responder. Isso aceito. É mesmo gente que não me responde, de todo, até precisarem de qualquer coisa. E, especialmente, que insistem para que eu responda quando são eles a mandar e eu não vejo logo. Nervos!!!
Pessoas que tentam meter o bedelho na forma como educo ou falo com o meu filho. Ora, vamos lá a ver. Quem é que andou com ele 9 meses na barriga e o pariu? Quem é que o fez e cuida dele? Não mando palpites na educação dos filhos dos outros, também não admito que o façam comigo.
Gente antipática, a quem uma pessoa diz bom dia ou boa tarde e que nem se dignam responder. Dá logo vontade é de perguntar se vão sozinhos ou se querem que os mande.