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sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Mariquinhas me confesso

Até há duas semanas, deixava a persiana da cozinha aberta durante a noite e, apesar de todas as janelas ficarem fechadas, não trancava nenhuma. Vivo num segundo andar, portanto, não me sentia propriamente insegura. Até um amigo me contar um episódio engraçado (só que não) que aconteceu à prima, que também vive aqui na vila. 

Estava ela descansadinha sozinha em casa, porque o marido trabalha à noite, deitada na cama a ler, quando ouve passos dentro de casa. Pegou na única coisa que tinha à mão no quarto (um candelabro ou algo que o valha) e saiu para o hall de entrada. Numa fracção de segundo, o olhar dela cruzou-se com o de um assaltante. Pelos vistos, regra geral, ela tranca a porta de casa... o que não fez nessa noite e talvez tenha sido a sua sorte, porque, ao vê-la, o homem fugiu porta fora. Quem sabe o que teria feito se esta estivesse trancada e ele se visse encurralado?

Parece que foi remédio santo para começar a trancar tudo à noite. Julgo que ela devia ser mais relaxada pelo mesmo motivo que eu. Uma pessoa não imagina que anda um homem-aranha por aí a trepar prédios... é que ela vive num 3º andar! Desde que ouvi esta história que não há uma única noite em que não baixe todas as persianas e tranque todas as janelas e porta de entrada. E se, eventualmente, me deitar sem o fazer, tenho que me levantar. Começo logo a imaginar assaltantes a entrarem-me casa adentro!

quinta-feira, 28 de março de 2013

Fear Factor

O Fear Factor passa no FX e, apesar de já ter visto muitos episódios, há sempre coisas que me conseguem surpreender e, principalmente, enojar. Eu sou uma mariquinhas de primeira apanha, mas garanto que mais depressa fazia as provas em que têm que cair à água ou equilibrar-se em vigas lá no alto, ou serem mandados ao ar, ou ficarem suspensos em qualquer lado... do que fazia as demonstradas nas fotos e piores. Admiro imenso aquela gente, porque eu tenho a certeza que não era capaz. Estar fechada e, especialmente, com bicheza a passear por cima de mim... só a ideia arrepia-me! Era coisa para ter logo um ataque de asma e claustrofobia, tudo ao mesmo tempo. Já os vi beber batidos de minhocas, comer donuts de escaravelhos, beber sangue, comer focinhos de vaca, queijo podre, pénis de boi, caranguejos vivos, aranhas, enfim, toda uma panóplia de coisas nojentas, porque a imaginação da produção deste programa parece não ter fim.







Novo emprego, novas aprendizagens

2024 foi um ano de muitas mudanças na minha vida, depois do que aconteceu em setembro de 2023. Mudanças essas que continuam a acontecer no m...