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quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Azares de gaja


Hoje começou aquela altura chata do mês para mim. O que corresponde a mais idas à casa-de-banho. E coincidiu com uma alteração que me fizeram no trabalho. Deixei de estar na montagem final e passei para a pintura, foi hoje o primeiro dia. O que significa conhecer todo um edifício novo, pessoas diferentes, farda nova, outras rotinas... porque aquilo é todo um mundo à parte, que até têm refeitório próprio, não se misturam com o resto da fábrica. Confesso que é um pouco estranho, porque sinto que estamos excluídos do resto do mundo ali dentro. De qualquer forma, é todo um processo de aprendizagem outra vez, não só do trabalho, como do local. Inclusivamente, saber onde são as casas-de-banho. E se hoje precisei delas!

Além disso, hoje foi-me atribuído um cacifo (finalmente!) no balneário feminino. Estou há quase um mês na fábrica e nunca se preocuparam com isso, foi sendo sempre adiado. Hoje, assim que entrei na nova área, entregaram-me logo a chave e levaram-me ao balneário para conhecer o espaço e descobrir o cacifo para o poder começar a usar. Peguei no que queria ter perto de mim e que cabia nos bolsos (pensando eu que tinha tudo) e deixei lá a mala. Algum tempo depois, já no posto de trabalho, comecei a sentir-me um bocadinho desconfortável e lembrei-me que tinha deixado os tampões dentro da mala. Avisei a pessoa que me estava a dar formação que precisava de ir ao balneário, mas ninguém se dignou a dizer-me que as portas estavam trancadas durante o horário de trabalho. Primeiro, perdi-me, tive que voltar para trás e perguntar o caminho (ficam já a saber que o meu sentido de orientação é o pior de SEMPRE). Depois, cheguei lá e bati com o nariz na porta. Não sabia o que fazer, nem onde me dirigir, pelo que contactei a portaria e mandaram um segurança para me ajudar. Com isto, demorei uma vida a despachar-me e cheguei à linha à hora de voltar para trás, para jantar. Este foi o primeiro stress que tive devido a essa coisa fantástica que é a menstruação. Mas não ficou por aí.

De manhã, fui às compras, mas esqueci-me dos tampões, pelo que pedi ao B. para mos comprar quando chegasse do trabalho (esta semana, estamos em turnos trocados), para ter à noite, quando tomasse banho depois do trabalho. Tomei o meu banho calmamente, para, no fim, descobrir que tampões, tá quieto. Esqueceu-se, com tanta coisa que temos para fazer e em que pensar. 1h da manhã e eu enrolada na toalha com um drama destes em mãos. Sim, porque é dramático! O que é que ia fazer? Felizmente, a minha irmã saiu comigo do trabalho à mesma hora, portanto, sabia que ela estava acordada e pedi-lhe encarecidamente para que me viesse trazer uns tampões para me desenrascar. E ela lá veio. Quem tem uma irmã, tem tudo, minha rica menina!

Mulher sofre.

domingo, 17 de janeiro de 2016

Pesadelo...


Hoje acordei com perda de sangue, como se estivesse menstruada, assustei-me imenso e fui a correr para o hospital. Fizeram-me uma eco nas urgências obstétricas e está tudo a parecer-me irreal. Foi uma ameaça de aborto. E o médico que me fez a eco diz que é impossível eu estar de 11 semanas (como supostamente estaria, era para completar 11 semanas na 3ª feira, segundo as contas do centro de saúde pela data da última menstruação). Eu não fiz testes de ovulação e, por isso, não sei se ovulei mais tarde... portanto, estava à espera da possibilidade de ter uma ou duas semanas de diferença dos cálculos pela menstruação. Mas não assim tanta diferença, disseram-me no hospital que devo estar de 4 ou 5 semanas!! Ora, eu tive a última menstruação dia 3 de Novembro e o positivo de dois testes a 2 de Dezembro (para nem falar na barriga, que já se nota imenso!), como é que posso estar de tão pouco tempo?? E o que é facto é que na eco não se vê nada para além do saco gestacional... estou aqui com a cabeça a mil e já farta de chorar. Fui ao posto médico e passaram-me baixa, repouso absoluto. Vou fazer nova eco numa clínica na 4ª feira e consulta com a médica de família na 6ª... e vamos ver o que me dizem. Agora estou cheia de medo...

Novo emprego, novas aprendizagens

2024 foi um ano de muitas mudanças na minha vida, depois do que aconteceu em setembro de 2023. Mudanças essas que continuam a acontecer no m...