Mostrar mensagens com a etiqueta factos sobre mim. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta factos sobre mim. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Pedaços do meu mundo #20


Estive a ler o meu último post desta rubrica, onde publiquei uma foto de 2004 e  no qual questionei no final qual era a menina de 15 anos que, hoje em dia, se vestia como eu me apresentava na foto em questão. Contudo, não me vestia apenas daquela forma. Da mesma maneira que sempre fui um bocadinho sui generis a vestir, como referi anteriormente, também sempre fui muito versátil. Acho que não me posso definir com um estilo só. Sempre achei muito redutor. Então elegi outra foto do mesmo ano. Também com 15 anos. 

Recordações deste ano?
- Conheci o pai do meu filho, que sacou o meu email de uma daquelas correntes que se enviava por essa via antes do boom do Facebook;
- Em 2004, comunicávamos online pelo MSN Messenger (saudoso!) e a rede social era o Hi5;
- Foi o ano em que entrei para o secundário;
- Era nesta altura que andava perlo mIRC;
- Foi fundado o Facebook, apesar de eu me ter recusado a aderir até 2009;
- Acabou a série Friends;
- Decorreu em Portugal o Euro 2004;
- Fui ver o 3º filme do Harry Potter ao cinema
- Lembro-me do buzz em volta da morte do jogador Fehér em campo, por ter sido tão repentino e inesperado, e lembro-me perfeitamente de o ver cair;

Músicas lançadas em 2004 que eu ouvia:
- Broken - Seether ft. Amy Lee
- Boulevard of Broken Dreams - Green Day
- Don't tell me - Avril Lavigne
- Nobody's home - Avril Lavigne
- My happy ending - Avril Lavigne
- Rich girl - Gwen Stefani
- My place - Nelly ft. Jaheim
- My boo - Usher ft. Alicia Keys
- What you waiting for? - Gwen Stefani
- Welcome to my life - Simple Plan
- Missing - Evanescence
- Calling all angels - Lenny Kravitz
- Somewhere only we know - Keane
- These words - Natasha Bedingfield
- Sick and tired - Anastacia
- I'm not okay (I promise) - My Chemical Romance

E vocês? Do que se lembram desse ano? Reconhecem as músicas? Ouviam-nas?

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Uma vez desastrada...

... sempre desastrada.

Sei que estou há imenso tempo sem cá vir. Tive muito trabalho em Agosto, depois fui de férias, entretanto o ano lectivo está à porta, com muito para preparar, detalhes da festa de aniversário da Alice a ser pensados também... 

Tudo isto para dizer que tenho muito que contar, mas neste post, o que venho dizer é mesmo que hoje mandei um trambolhão daqueles cá em casa. Felizmente, não tinha a minha gorda ao colo.

Tropecei no fio da ventoinha, espalhei-me metade no chão, metade em cima do móvel de sala, bati com o joelho numa prateleira onde tenho brinquedos, que, obviamente, caíram todos ao chão, prateleira e tudo.

E é assim... a história da minha vida.😶

terça-feira, 23 de julho de 2019

Ave rara

Nunca vi Game of Thrones. Nem La Casa de Papel.
Não tenho whatsapp.
Nunca usei um hashtag.
Nunca fiz uma instastory.
Detesto praia e verão.
Não uso calças de ganga.
Só uso o cabelo atado em casa. Nunca na rua. Nem no ginásio.
Não bebo café.

Sim, isto não faz de mim única neste mundo, mas certamente parte de uma minoria.

sábado, 20 de julho de 2019

Pedaços do meu mundo #19


Esta era eu aos 15 anos. Esta foto foi tirada em 2004 por aquela que continua a ser a minha melhor amiga. A minha imagem de marca durante anos foram as meias até ao joelho, tinha imensos pares às riscas de diferentes cores e usei-as ainda no secundário, que foi a altura em que, eventualmente, me despedi delas. Vestia-me muito por camadas (ainda hoje...) e já tinha começado a dispensar as calças (há anos que me tornei fã de saias). Sempre fui um bocadinho sui generis na forma de vestir, acho que continuo a sê-lo. Nunca fui em modas, sempre comprei a roupa de que gostava e me vesti como queria, sem pensar se os outros achariam que estava mal. Há 15 anos era uma miúda segura de si e que ignorava as opiniões alheias e hoje continuo; já não miúda, infelizmente 😂, mas igualmente bem resolvida. Só uma ressalva: qual é a miúda de 15 anos que se veste assim hoje?? Querem todas parecer tão adultas... calma, meninas, têm a vida toda para isso.

terça-feira, 9 de abril de 2019

Mais de mim

Coisas random acerca da minha pessoa:

  • Usei totós e meias pelos joelhos até aos 16 anos
  • A minha primeira gravidez não foi planeada
  • A minha personagem favorita da série Friends é o Chandler
  • Durante muito tempo, apresentava-me com o meu segundo nome por não gostar do primeiro
  • Conheci o pai do meu filho online
  • A minha disciplina favorita na escola era Português
  • Só comecei a fumar com 18 anos
  • Sempre disse que não queria casar nem ter filhos (e aqui estou eu agora!😂)
  • O meu amor pela leitura começou com a colecção Os Cinco, de Enid Blyton
  • O meu livro favorito na adolescência foi A Lua de Joana (provavelmente, é mesmo dos melhores que li até hoje)
  • Conheci o meu marido na noite
  • No 12º ano, decorei a letra de uma música francesa chamada Moi Lolita (da Alizée) para um trabalho da escola
  • Quando comecei a sair à noite, a minha bebida de eleição era o Long Island Ice Tea, antes de passar para a vodka limão
  • Quando o meu filho era bebé, eu jogava Second Life
  • Estive no público do Big Show Sic e dancei com o macaco Adriano
  • Ganhei um Tamagotchi num passatempo da rádio Cidade
  • O primeiro filme que vi no cinema foi o Rei Leão
  • No 9º ano, para um trabalho escolar, cantei a I'm not a girl not yet a woman, da Britney Spears
  • Quando era miúda, queria ser cabeleireira
  • Na adolescência, arrumava a minha roupa por cores
  • Na escola, tinha mil canetas coloridas, marcadores e post-its
  • No 6º ano, usava uma saia cor-de-laranja um pouco acima do joelho, com um fecho de cima abaixo, que se estragou a meio de uma aula, deixando-me de roupa interior
  • No secundário, baldei-me algumas vezes às aulas para ir comer gelados para o McDonald's
  • A primeira novela que acompanhei foi a Explode Coração, em 1995
  • Tive uma cassete autografada do Iran Costa
  • Conheci a Ana Malhoa num open day da empresa onde a minha mãe trabalhava (a Ana Malhoa do Buereré, não a Ana Malhoa turbinada 😄)
  • Já perdi a conta às vezes que passei por lésbica nesta vida
  • Já tive o cabelo cor-de-laranja, caramelo, vermelho e preto
E pronto, por hoje é isto. Se pensasse mais um pouco, estou certa de que arranjava uma lista infinita de coisas aleatórias sobre mim, mas não vou escrever um livro com isto. Identificam-se com algum ponto? Contem-me coisas!

sábado, 29 de dezembro de 2018

Em 2018...


Entrei no novo ano em Coimbra.
Celebrei o 9º aniversário do meu filho.
Mascarei-o de Angry Bird.
Engravidei.
Deixei de fumar (outra vez).
Organizei uma festa do pijama para o Leo.
Fui ao jardim zoológico.
Perdi o meu tio.
Casei.
Fui de lua-de-mel.
Comi ovos moles em Aveiro.
Desci às grutas de Mira de Aire.
Visitei o Mosteiro da Batalha.
Comi pastel de arroz doce em Óbidos.
Passeei nos jardins do Palácio da Pena.
Perdi-me no encanto dos recantos da Quinta da Regaleira.
Voltei ao jardim do Passeio Alegre, na Foz do Douro.
Percorri os jardins do Palácio de Cristal.
Comprei coisinhas boas no Mercado do Bolhão.
Fui ao Museu das Descobertas, no Porto.
Soube que ia ser mãe de uma menina.
Fiz uma amniocentese.
Passei uma semana em Monte Gordo.
Passei um fim-de-semana em Coimbra.
Decorei o quarto da Alice.
Lavei muitas roupinhas de bebé.
Comprei uns cortinados opacos para a sala.
Pintei o quarto dos meus filhos.
Adicionei várias decorações à casa.
Li 14 livros.
Vi a novela A Herdeira.
Aderi à Netflix.
Vi 34 filmes.
Nasceu a Alice.
Vi chegarem ao fim 6 séries.
No último dia do ano irei comemorar 7 anos de relação com o B.

E esta é a minha milésima publicação no blog!

Tenho muita pena que o meu tio não tenha conhecido a minha bebé e de nem sequer ter tido oportunidade de lhe contar que estava grávida. E perdê-lo foi, definitivamente, o pior do meu ano. Mas não posso dizer que não me aconteceu muita coisa boa em 2018 e é nisso que me devo focar. Que 2019 seja melhor ainda!

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Contradições

Eu adoro estar de sofá. É mesmo das coisas que me dá mais prazer, estar de pijama, no conforto da minha casa. E sou absolutamente viciada em séries, pelo que combina na perfeição com o meu amor pelo sofá. Contudo, tenho uma comichão qualquer sempre que estou sentadinha, que não me impede de ver as minhas séries, ou filmes, mas que me faz estar constantemente ocupada. Raramente vejo um episódio de qualquer coisa sem fazer mais nada pelo meio. Quando estou em casa, arranjo sempre que fazer. Lavar loiça, tratar da roupa (seja estender, apanhar, lavar, dobrar ou passar a ferro), organizar papéis, escrever no blog, visitar os blogs que acompanho, procurar alguma coisa que me interesse online, ler um bocadinho de um livro, fazer limpezas, fazer as camas, organizar pastas no computador, procurar novas séries para ver, inventar o que escrever nos 1001 cadernos e agendas que tenho com todo o tipo de informações, ver os prazos de pagamento das contas, tratar de coisas relacionadas com o meu projecto solidário. Ninguém diria que sou preguiçosa (que sou!), mas a verdade é que tenho bicho carpinteiro, apesar de andar o dia inteiro a namorar o sofá!

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Qualidades e defeitos

Aproveitava um momento de descanso  da Alice para começar o caderno de saúde dela, como tenho para o meu filho, onde aponto tudo o que está relacionado com este tema. Consultas, análises, exames, medicação, alergias, diagnósticos, antecedentes clínicos, recomendações médicas, tudo o que possa considerar relevante. Quando a minha bebé dorme, faz-se um silêncio cá por casa, que me deixa pensar (coisa que não é possível quando ela abre a goela 😂). Ao fazer isto, apercebi-me de que esta é uma das coisas que mais aprecio em mim. E dediquei-me a um exercício que já não fazia há muito: perceber o que é que gosto e não gosto em mim mesma. Decidi partilhar convosco e descobrir se há por aí alguém que se identifique.


Likes

Ser organizada - Gosto de ter tudo bem organizado na minha vida, tenho a certeza que já referi isto aqui. E sinto que isso é uma qualidade, pelo menos para mim, que me ajuda no dia-a-dia. Algumas coisas são só para satisfazer a minha necessidade ligeiramente patológica de organização, como ter metade do armário com roupas do Bruno (por uma ordem - primeiro casacos, depois camisas e depois calças) e a outra metade com as minhas (novamente por uma ordem - casacos, depois vestidos) em vez de ser tudo misturado ou ter o frigorífico arrumado de uma determinada maneira. Outras são coisas que, de facto, me ajudam, como ter pastas e dossiers com micas que me servem para separar tudo (facturas das contas, contratos de trabalho, recibos, notas de liquidação do IRS, coisas relacionadas com finanças e segurança social, exames médicos); ou ter uma lista de livros que quero adquirir para não me esquecer e ir riscando à medida que os compro; ter o frigorífico cheio de post-its com lembretes de coisas que tenho para fazer e de consultas e exames médicos; ter apontado a imensidão de séries que acompanho, para ir riscando que episódios já vi, caso contrário, acabo por me perder; ter estes cadernos e agendas para anotar as questões de saúde dos meus filhos; para apontar datas importantes que não quero esquecer; para relembrar aniversários; para não esquecer informações importantes, como NIB para pagar a renda ou números para aceder virtualmente a sites que me interessam.

Ser maternal - Mesmo antes de ter filhos, sempre adorei lidar com crianças. Sempre me senti à vontade com elas e nunca foi um frete tomar conta da minha irmã ou dos meus primos. Sempre foi algo que fiz com gosto e, penso eu, jeito para a coisa. Acho que nunca senti medo de pegar em bebés. Quando o meu filho nasceu, vieram imensos receios com a maternidade, obviamente, mas sempre senti que aquilo me fazia bem, que gostava realmente de ser mãe. Poder agarrar no meu bebé, acompanhar todas as etapas do seu crescimento, poder ter a oportunidade de educar e amar um ser humano desde o seu nascimento, ajudá-lo e protegê-lo, ensiná-lo, responder às suas infinitas perguntas e encher-me de orgulho com todas as conquistas, derreter-me com todos os sorrisos e transbordar de amor com cada abraço e cada beijinho. Com a Alice, quase 10 anos depois, o sentimento é o mesmo. Gosto de lhe dar mimo, de lhe acalmar o choro, de a segurar encostadinha a mim, de lhe sentir o cheirinho a bebé, de poder desfrutar de cada boquinha, cada careta e cada movimento que ela faz. Gosto de sentir que estou à vontade nisto de cuidar de uma criança, mesmo quando elas nos deixam os cabelos em pé.😂

Saber ouvir - Desde os tempos de escola, que isto sempre foi uma característica que todos reconheciam em mim. Prefiro mesmo escutar do que falar. Até houve uma altura durante a minha vida escolar em que meti na cabeça que gostaria de ser psicóloga. E, na verdade, apesar de a minha paixão ser trabalhar com crianças, acho, ainda hoje, que seria interessante trabalhar em psicologia. Quando vêm falar comigo, oiço com atenção. Por vezes, ao conversar ou desabafar com alguém, ficamos com a sensação de que a pessoa está em modo off, completamente desligada do que lhe estamos a dizer. Comigo, acho que isso não acontece, porque presto atenção ao que me dizem. Quando procuram conselhos, tento dá-los como me parece melhor, mas quando não, limito-me a ouvir, porque, por vezes, é só disso que precisamos.

Não guardar rancor - Sei que existe alguma dificuldade, para algumas pessoas, em deixar de lado certas coisas, esquecer, perdoar, seguir em frente. Às vezes, até coisas pequenas. Eu fervo muito, mas nunca guardo, falo sempre, não fico a remoer em nada, porque, simplesmente, não consigo, caso contrário, sinto que vou explodir, fico super inquieta. Se sentir necessidade de falar sobre isso, tenho que o fazer. E, por muito chateada que esteja com alguém ou alguma coisa, não guardo rancores. Facilmente me acalmo e deixo de estar aborrecida. Não esqueço, mas tenho tendência a querer que tudo fique bem e, como tal, naturalmente deixo de me sentir enraivecida com o que me estava a incomodar.

Saber adaptar-me - Ao longo dos meus 30 anos de vida, passei por escolas diferentes, empregos diferentes, ambientes diferentes e conheci muita gente. Com personalidades e vivências diferentes também. Consigo dar-me facilmente com pessoas que nada têm a ver umas com as outras e inserir-me em grupos com ambientes muito diferentes entre si. Penso que seja porque consigo adaptar-me àquele momento, àquele grupo, àquelas pessoas. Sei que há comportamentos e conversas que posso bem ter com uns, mas não com outros e vice-versa. Eu sou sempre a mesma, mas em mim existem várias vertentes. Sinto que tenho uma maneira de ser versátil, se assim se pode dizer. Costumava sair à noite com muita frequência, mas, ao mesmo tempo, apreciava da mesma forma um serão calmo por casa, um cinema, um passeio sem grandes multidões. Sempre tive gostos musicais muito abrangentes, pelo que me identificava com vários géneros. Sempre gostei de me embonecar toda, mas, da mesma maneira, andar super confortável e sem grandes enfeites. Sempre adorei ler, mas nunca deixei de me sentir à vontade com pessoas que detestam ler e que não entendem este meu hobbie.

Saber ignorar - Sempre fui muito defensora das minhas ideias e dos meus gostos, nunca deixando de fazer o que queria, nem vestir o que gostava, só porque podiam gozar comigo ou porque me olhavam de lado. E isso acontecia, de facto. Só que nunca me incomodou. E continua a não me incomodar. Opinião alheia vale zero para mim nesse aspecto. Não acho que ninguém tenha o direito de condicionar as minhas escolhas pessoais, nem julgar qualquer característica minha (física ou não). Sei que, em teoria, toda a gente é capaz de pensar isto. Contudo, na prática, nem todos são capazes de o pôr em prática. Eu sou. E ainda bem, porque sinto que sou mais feliz assim.


Dislikes

Querer tudo na hora - Tenho ideias e objectivos que gostava de ver cumpridos mais rápido do que é possível. Metas que queria alcançar no imediato. Sou um pouco impaciente quanto a ter que esperar para ter algo que quero. Nunca fui habituada a ter tudo logo no momento, no entanto, chateia-me muito, desde sempre, esta coisa da espera. Seja porque não depende só de mim, porque não tenho tempo ou dinheiro ou porque, simplesmente, seja qual for o motivo, não é possível lá chegar antes.

Procrastinar - É um pouco contraditório, mas da mesma forma que quero tudo feito na hora, também tenho o péssimo hábito de procrastinar tarefas que sei que tenho que fazer. E sei que, eventualmente, vou ter mesmo que fazê-las, não irão desaparecer só porque estou a adiá-las, mas acabo por procrastinar na mesma, seja por pura preguiça, ou porque concretizar essa tarefa implica fazer qualquer coisa que não gosto ou apenas porque vou colocando outras coisas à frente.

Ter sempre sono - Há 10 anos, antes de ter o meu filho, necessitava de poucas horas de sono. Aguentava mais tempo acordada fosse em que circunstância fosse. Depois de ter o Leo, tudo isso mudou. Adormeço em qualquer lado, a qualquer hora, não importa quanto tempo tenha dormido. Não posso dizer que não me vou deitar porque não tenho sono, isso não existe para mim. Porque sei que, se me for deitar, vou, sem dúvida, adormecer. Sempre! E se estiver a cair de sono, até em pé adormeço. Verdade. Já aconteceu! E isto é extremamente incómodo para mim. Detesto. Primeiro, acho que dormir é um verdadeiro desperdício de tempo útil. E depois, é chato querer manter-me acordada para qualquer coisa que possa querer fazer naquele momento e não conseguir!

Querer fazer tudo em simultâneo - Acabam por ficar feitas, mas demoram mais tempo. Tenho tendência a começar várias coisas por me cansar da primeira que comecei a fazer. Chego a estar a lavar a loiça, a escrever qualquer coisa aqui no blog, a preparar qualquer coisa para comer, a procurar qualquer coisa na net, a dobrar roupa... tudo ao mesmo tempo. Acabo por terminá-las, mas seria, certamente, mais rápido se começasse e acabasse uma tarefa antes de iniciar a próxima. Um hábito que já vem de há algum tempo e ainda não consegui mudar.

Ser preguiçosa - A preguiça é uma característica minha desde que me lembro de ser gente. E se, por vezes, sinto vontade, no meu íntimo, de ter alguma coisa feita, por outro lado, a preguiça não me deixa tirar o rabo do sofá e penso sempre que fica para depois, porque não me apetece. É como cozinhar... acabo muitas vezes a encomendar (quando posso, que a malta também não é rica) ou a comer umas tostas, fruta ou bolachas, porque não me apetece fazer. Chego a fazer qualquer coisa em pequena quantidade só para o meu filho, porque a ele tento sempre dar de comer em condições. Outro exemplo é a roupa que se vai acumulando cá por casa. Vou lavando porque temos que a vestir, mas dobrar e passar a ferro e algo que vai ficando sempre para segundo plano. Às vezes, algo tão simples como vestir e calçar para ir ao café ou à mercearia me dá preguiça! Shame on me.

Ser gulosa - Sempre tive dificuldade em controlar este lado, sou mesmo gulosa e se me derem qualquer coisa de que goste verdadeiramente é um vê-se-te-avias para não comer demais! Dêem-me mousse de chocolate, tiramisú ou serradura e eu, praticamente, não como. São coisas a que não ligo. Mas se me trouxerem pudim, pastéis de nata ou bolachas de limão, oh-meu-deus! Todos sabemos que não devemos abusar nos doces, mas a gulosice é lixada, digo-vos eu.

sábado, 10 de novembro de 2018

TAG O que eu mais gosto


Fui nomeada pela Teresa, do Ontem é só memória, para responder a esta TAG. Assim, aproveitando uns minutinhos em que a pulguinha está a dormir, deixo-vos as minhas respostas.

1- Carnaval ou ficar em casa?
Preferia ficar em casa, mas como tenho um filho com 9 anos, geralmente, ando com ele na rua. Eu faço um frete enorme, mas ele adora :)

2- Beber refrigerante ou beber água?
Água.

3- Jogar playstation ou no telemóvel?
Tempos houve em que jogava muita PS, agora não. Fico-me pelo telemóvel, mas pouco, que também já não sou muito dada a jogos.

4- Apanhar sol ou fugir dele?
Fugir sempre que posso!

5- Calça jeans ou bermudas?
Leggings ou jeggings. Não uso jeans, nem bermudas.

6- Som alto ou fones?
Depende da música e do estado de espírito no momento.

7- Lavar o cabelo todos os dias ou de vez em quando?
Quando fica um dia por lavar, é ocasional. Geralmente, faz-me confusão não o lavar todos os dias.

8- Pintar o cabelo ou deixar natural?
Passo muito tempo sem o pintar, mas se não tivesse que dispender tanto tempo e dinheiro nisso, fazia-o regularmente, gosto muito.

9- Acampar ou ir a concerto?
Pouco fui a concertos, mas vou optar por essa. Odeio acampar.

10- Comer à mesa ou no sofá?
Quase sempre no sofá. Eu sei, maus hábitos, ahah!

11- Computador fixo ou portátil?
Portátil.

12- Falar muito, ou escutar muito?
Mais escutar do que falar.

13- Óculos de sol ou boné?
Óculos de sol.

14- Comer em casa ou na rua?
Sou muito preguiçosa para sair, mas também o sou para cozinhar (não que não o saiba fazer, mas é com cada preguiça!), portanto, se puder ser comida comprada na rua para comer em casa, é o ideal para mim, eheh!

15- Ver um filme em casa ou no cinema?
Quase sempre em casa, não é muito frequente ir ao cinema. Também o preço dos bilhetes está pela hora da morte...


Quem não figurar nos nomeados e quiser levar a TAG na mesma, estão à vontade, depois passo nos vossos cantinhos para espreitar as respostas! 

Nomeados
Cláudia, do Marés
J*, do Jus à Ju
Susana, do Ao Virar da Esquina
Ana Rita, do Margherita
Titica Deia, d'A Titica

domingo, 15 de julho de 2018

Sunshine Blogger Award


Trouxe este desafio do blog da Joana, com as perguntas que ela lá deixou para quem quisesse trazer. Por aqui, será igual, não vou nomear ninguém, deixarei as perguntas e quem gostar deste tipo de coisa, leva consigo. Peço só que me digam, para eu espreitar as vossas respostas! 

1. Vais passar uma temporada numa ilha deserta e só podes levar cinco coisas contigo. O que levas?
- Livros;
- Protector solar; 
- Fato de banho;
- Tenda;
- Repelente.

2. Descreve o fim-de-semana perfeito!
No primeiro dia, era aproveitar com o marido e o filho, um passeio a qualquer lado durante a manhã, um piquenique para o almoço e uma piscina só para nós toda a tarde, para o pequeno poder mergulhar e nadar à vontade, como peixinho que é.
No segundo dia, só com o marido, num hotel com aqueles pequenos almoços maravilhosos, uma piscina privada, um jacuzzi, uns filmes e umas séries... e estava feito!

3. Preferias ter de renunciar a) café ou a b) acesso à internet durante dois meses?
Café. Não bebo!

4. Cidade preferida
Porto <3

5. Três características que admiras noutras pessoas
- Preocupado e cuidadoso com os que o rodeiam - filho;
- Força para ajudar toda a gente - mãe;
- Tratar o meu filho como se fosse dele, sempre, em todos os momentos - marido.

6. Três características que admiras em ti mesmo(a)
- Optimismo. Vejo sempre o copo meio cheio, tenho sempre esperança;
- Não me incomodar com o que pensam de mim. Conheço quem se sinta julgado pelos outros e imagino o quão sufocante deve ser sentir a toda a hora o que estão a pensar de nós, condicionar as nossas escolhas e atitudes por poderem estar a olhar e a rir-se do que fazemos ou dizemos;
- Saber estar sozinha; não precisar de companhia para estar bem.

7. Deram-te uma quantia ilimitada de dinheiro para gastar em 24 horas. O que fazes?
- Pago 1 ano de renda para as famílias que o meu projecto solidário ajuda;
- Encho a despensa com não perecíveis para vários meses a essas mesmas famílias e o frigorífico com o que for possível;
- Compro os medicamentos todos necessários para eles;
- Compro uma casa;
- Pago a carta de condução;
- Pago a totalidade que falta do carro;
- Pago a dívida aos meus pais;
- Pago todas as obras que são precisas na casa dos meus pais;
- Renovo o guarda-roupa aos meus pais, a mim e ao B;
- Compro um número interminável de ténis ao filhote (é o que lhe faz mais falta e se estraga muito);
- Digo ao meu filho para escolher nesse dia o que quiser comprar e dou-lho (já que o habitual é que se tenha que esperar ou escolher entre várias coisas, porque não se pode trazer tudo; pois nesse dia não há restrições!);
- Pago a totalidade que falta do carro da minha irmã;
- Compro uma casa para ela;
- Ofereço-lhe toda a mobília para a casa;
- Pago alojamento e deslocação para umas férias para nós, a mana e os pais;
- Compro uma casa aos meus avós;
- Encomendo tudo o que quero adquirir para a decoração da casa.
- Pago tudo o que os meus pais tiverem pendente (empréstimos, prestações);
- Compro uma casa aos meus sogros;
- Encho-lhes a despensa e o frigorífico;
- Compro carros novos aos meus pais e aos meus sogros, que os deles já estão todos nas últimas.

8. Viajar para o passado ou para o futuro? Porquê?
Passado. O futuro logo virá e saberei o que me reserva quando chegar. Para o passado, podia escolher qualquer época que gostasse de conhecer e podia revisitar qualquer momento do meu próprio passado para matar saudades!

9. Escolhe um super-poder!
Teletransporte. Acho que seria imensamente útil.

10. Um sonho por realizar
A viagem a Itália.

11. Se a tua vida fosse um filme, qual seria o título?
A Preguiça Optimista (ahah, parece-me adequado!)



As perguntas que deixo para quem quiser levar são:

1. O que te revolta mais do que tudo?
2. Que blog recomendarias?
3. Qual o alimento da tua infância que ainda hoje adoras?
4. Qual é o teu maior medo?
5. Qual a profissão que escolhias em alternativa à que tens?
6. Qual é a tarefa doméstica que evitas a todo o custo?
7. Preferes dia ou noite?
8. Em que supermercado fazes as tuas compras?
9. Que características tuas gostavas de mudar e porquê?
10. A que comida não consegues resistir?
11. O que serias incapaz de perdoar a alguém próximo de ti?

domingo, 25 de fevereiro de 2018

The Entertainer Blogger Award


A Daniela, do blog entre chávenas de chá, nomeou-me para este desafio, pelo que vou deixar aqui as minhas respostas. Obrigada por te lembrares de mim 😘 


Porque é que começaste com o blog?
A minha primeira publicação data de 2010, podem vê-la aqui. E acho que o criei, no fundo, para publicar aquilo que escrevia, tinha uma veia poética a querer sobressair na altura! Não me preocupava quem lia, nem tinha objectivos para o blog, era apenas escrever para quem quisesse ler.

Qual é o teu livro preferido?
Isto é das perguntas mais difíceis que me podem fazer, mas vou eleger A Lua de Joana, que li quando andava na escola. Marcou-me muito naquela época e gostei muito de o ler.

O que menos gostas?
Livro? Ocorrem-me dois que não me despertaram grande interesse. Um Lugar Sem Nome, de Amy Tan, e As Bruxas de Eastwick, de John Updike.

Qual é a tua comida preferida no shopping?
Acho que o sítio que geralmente escolho para comer é o Chimarrão, mas outras coisas também marcham! 

Qual é o teu passatempo preferido?
Ler.


Regras:
Agradecer à pessoa que vos nomeou e adicionar o link do blog dela.
Adicionar as regras, para que os outros as possam seguir.
Nomear pessoas que achem divertidas, inspiradoras e agradáveis!
Responder às mesmas perguntas.
Incluir a imagem do desafio no vosso post.


Não vou nomear ninguém, até porque já vi várias pessoas a responder a este desafio, mas sintam-se à vontade para responder ao mesmo nos vossos blogs ou mesmo aqui nos comentários, para ver se temos alguma destas coisas em comum!

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Sonhos recorrentes


Eu sou daquelas pessoas que raras vezes se lembra do que sonhou. Na esmagadora maioria dos dias, nem sequer me lembro de ter sonhado seja o que for, quanto mais saber o que foi. Porém, há uma coisa com a qual sonho ocasionalmente e desses lembro-me sempre nitidamente. Até engulo em seco ao escrever isto, mas são sonhos sobre a morte do meu filho. Acredito que sejam pesadelos que assombram as noites de muitos pais e que reflectem o nosso maior medo, que é perder o nosso amor maior. 

Os meus acontecem em dois cenários. Um deles é numa estação ferroviária, onde vejo o meu filho a cair à linha, com o comboio a chegar e sem qualquer hipótese de o resgatar para a plataforma. O outro é num aeroporto, onde ele cai das escadas rolantes, lá mesmo de cima, de uma altura abismal, sem possibilidade de sobreviver; vejo a queda, impotente, sem o conseguir agarrar e o B. a correr escadas abaixo, chegando lá primeiro que eu e segurando o meu filho já sem vida nos braços. 

Digo-vos uma coisa, é a pior sensação de sempre. De todas as vezes, acordo inquieta, agitada, com dificuldade em respirar, angustiada, com aquele sentimento horrível de que foi real e tenho que correr ao quarto dele para me certificar que ele está bem e a dormir tranquilamente. Nem imagino o tamanho da dor que será passar por uma coisa assim...

E vocês, têm sonhos recorrentes? Contem-me tudo.

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Morning hater!


Tens a confirmação (porque saber, já o sabes há muitos anos...) de que não foste feita para acordar cedo quando sais de casa para ir trabalhar com as duas perneiras na mesma perna e só te dás conta quando lá chegas... True story.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Pedaços do meu mundo #11


Este foi o momento em que recebi a minha faixa e o meu diploma no final do 12º ano, no baile de finalistas. Há 12 anos, foi o ano em que pintei e cortei radicalmente o cabelo: ficou curto, espetado e vermelho. Foi também o ano em que aprendi a dançar valsa (não me peçam é para o fazer agora... porque acho que já não sei!). Fui, provavelmente, a única pessoa que não tirou fotografia com o par e veio de lá com apenas meia dúzia de fotos e todas tiradas assim à socapa. O que não é normal em mim, porque sou uma fotógrafa compulsiva, que gosta de registar tudo, mas naquela altura, dava pouca importância à escola, ao baile e a todo aquele circo. Provavelmente por isso é que fui das poucas que não levou ao baile um vestido de gala a custar os olhos da cara, mas sim um vestidinho assim mais formal, comprado numa loja do shopping. Também não fui à viagem de finalistas, porque simplesmente não quis. Naquele momento, era uma miúda desejosa de acabar o secundário e sair da escola para começar a trabalhar. Estava a meses (ainda não sabia, claro) de entrar para o primeiro callcenter onde trabalhei. Hoje, gostava de ter prolongado um bocadinho mais a vida académica, mas não vivo de arrependimentos. Ali, acabou o meu percurso nos estudos para seguir para uma nova etapa. E vivi essa etapa seguinte ao máximo, feliz. Fico agora contente por ter guardado esta foto, pois ela representa um momento de transição na minha vida.

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Os sites mais visitados

Neste post, vou partilhar convosco os sites por onde mais navego, além do blog, obviamente. E quanto a vocês? Partilhem lá por onde se perdem online.

https://www.booking.com/index.pt-pt.html

Foi através do Booking que fiz a reserva no hotel onde dormimos 3 noites no fim de semana da passagem de ano e é onde vou frequentemente comparar preços. Gosto do serviço e do design do website, que nos permite procurar o que pretendemos sem dificuldade, apresentando-nos alternativas semelhantes, comentários de utilizadores e toda a informação relevante.

https://www.dreambooks.pt/

A Dreambooks é onde mando imprimir as minhas fotos já há algum tempo. Nunca tive problemas com eles, as fotos vêm tal como as encomendo. Podemos escolher o tamanho e se é brilho ou mate. Chega dentro do tempo estipulado e tem um preço bastante acessível. Eu só costumo utilizar para passar fotos para o papel, mas imprimem em telas, almofadas, canecas e vários artigos personalizados, que dão óptimas prendas.




https://www.facebook.com/

Acho que este dispensa apresentações. Desde que aderi em 2009, confesso que sou utilizadora assídua. Encontra-se por lá todo o tipo de coisas, das mais engraçadas às piores de sempre, como notícias falsas e aquelas correntes impossíveis que ninguém aguenta. Contudo, gosto de dar uma vista de olhos pelo feed, ver o que por lá aparece e é o que uso para comunicar com meio mundo.

https://onedrive.live.com/

Desde que perdi tudo o que tinha no meu portátil, há uns anos, decidi começar a fazer backups. Portanto, agora, tenho os meus vídeos e fotos guardados no PC, mas não só. Quando chegamos ao fim do ano, gravo tudo em CD. Do ano corrente, vou guardando numa nuvem, que, neste caso, é no OneDrive, para evitar ficar sem tudo novamente. E é lá que guardo também documentos, receitas e coisas relacionadas com a organização do blog.

https://www.wook.pt/

A wook é a minha melhor amiga! Adoro ler, sou uma autêntica devoradora de livros e gosto muito de estar no conforto do lar e poder comprar o que me agrada. Na Wook, encontro muitas vezes livros que me interessam a preços mais baixos, em promoção. E, à medida que faço compras, vou acumulando também um X para poder descontar numa próxima compra. As encomendas chegam rapidamente às minhas mãos e sempre em bom estado.

sábado, 20 de janeiro de 2018

Carta ao meu "eu" adolescente


Sabes... com 29 anos, sei agora o que tu com 14 não sabias. Não por falta de informação, não. Mas por falta de experiência e maturidade e pela ideia que todos os adolescentes têm que devem testar limites, correr riscos e, no geral, viver a vida sem pensar muito nas consequências. Fizeste o que todos os miúdos fazem. Viveste sem te preocupares com o que podia acontecer. Tenho consciência de que houve situações em que te meteste e das quais acabaste por sair sem grandes mazelas por pura sorte. E sei que depois de seres magoada, houve alguma coisa dentro de ti que quebrou e que isso abalou a tua capacidade de amar. Mas sei também que, com a força que te é inata, recuperaste de tudo aquilo por que passaste e ultrapassaste todos os obstáculos que a vida te colocou à frente. Porém, eis o que te diria se te pudesse aconselhar:
Escolhe melhor os rapazes a quem dás conversa;
Não andes sozinha na rua à noite, principalmente com roupas decotadas;
Não tenhas pressa de sair da escola, porque, um dia, irás ter saudades do tempo que lá passaste;
Sê mais selectiva com as pessoas de quem te fazes rodear;
Não fales com rapazes mais velhos online;
Não fumes;
Quando alguém te fizer mal, não escondas, conta a alguém que te possa ajudar;
Dá valor aos esforços que os teus pais fazem por ti;
Desconfia mais, não sejas tão ingénua;
Não traias quem te trata bem;
Não te deixes espezinhar;
Nunca deixes de lutar por aquilo que queres verdadeiramente e não tenhas pressa de crescer...
Não posso mudar tudo o que fizeste, nem apagar as coisas pelas quais passaste. Mas posso agradecer-te. Pois todas as decisões que tomaste, certas e erradas, fizeram de mim a pessoa que sou hoje. Boas e más escolhas. Tudo o que fizeste foi uma aprendizagem. E hoje sei que vais tirar lições importantes de tudo o que te vai acontecer daqui em diante. 

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

A música...



Eu tenho plena consciência que tenho mau feitio, que sou bruta e anti-social; que nem sempre sei ficar calada e que, às vezes, digo tudo o que penso sem filtros e sem pensar que há coisas (e pessoas) que não valem o esforço; e que, para as pessoas, em geral, pareço um bloco de gelo. Até porque raramente falo sobre a minha vida pessoal e, sobretudo, acerca dos meus sentimentos, bem como também não choro à frente de ninguém. Contudo, há qualquer coisa na música que desperta em mim um lado sentimental. Às vezes, são músicas do meu passado, que me dizem muito, que me remetem a situações e circunstâncias onde fui feliz e onde sofri; músicas que me levam de volta à adolescência e a tanta coisa que aconteceu na minha vida nesse período; músicas que me trazem à memória pessoas que conheci e que, de alguma forma, deixaram uma marca na minha vida. No entanto, nem sempre é assim. Outras vezes, são músicas que não têm um significado pessoal, mas cuja letra me toca no coração. Também vos acontece?

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

10 hábitos meus


1 - Cantar para o meu filho adormecer
Quando o meu filho era bebé, era difícil para dormir. Dormia horas seguidas, mas até adormecer... era um problema. Não chorava, era sossegadinho, simplesmente não queria dormir. Então comecei a cantar para o embalar. Ele tem 9 anos e ainda me pede para cantar para ele à noite, pelo que é um hábito que se mantém.

2 - Fazer listas
Uso este método para me orientar em tudo. Aniversários, compras para a casa, compras de natal, coisas que tenho a fazer (como marcar consultas ou comprar material escolar para o miúdo), livros que quero comprar, filmes e séries que quero ver, estreias de cinema que me interessam...

3 - Tirar fotografias
Desde que os meus pais me deram a minha primeira máquina fotográfica, há anos, que ganhei este hábito. Até a levava para a escola, o que me levou a ficar com imensas memórias de colegas de escola. Gosto de registar tudo e tenho anos e anos de fotos (aniversários, saídas à noite, casamentos, simples passeios e saídas com amigos, festas, natais, carnavais...).

4 - Aspirar os móveis depois de limpar o pó
Talvez pareça maluquinha, mas a verdade é que tiro o pó dos móveis com um produto de limpeza e um pano e, no fim, ficam sempre com uns pêlos que me incomodam imenso, pelo que, depois de limpar, passo o aspirador com a peça mais pequenina na ponta, para remover todos esses vestígios! Sim, sou um bocadinho obcecada por ter tudo limpo.

5 - Dormir sem pijama
Adoro pijamas. Por mim, era isso que usava todos os dias em qualquer ocasião. São confortáveis, quentinhos de inverno e é o meu outfit de eleição. Mas, para mim, servem, sobretudo, para andar confortável em casa (nunca entendi pessoas que se vestem para ficar em casa). Nunca consegui dormir de pijama. Gosto de dormir com uma blusa fininha e roupa interior, apenas. Seja verão ou inverno e mesmo que tenha lençóis frios. Quando muito, leggings, que são justas e fininhas e, mesmo essas, geralmente, acabam por sair durante a noite.

6 - Organizar, organizar, organizar
Na escola, os meus livros e cadernos eram super limpinhos, organizados, com cores, tópicos e post-its. A minha mania das listas também me ajuda imenso a organizar-me; com tudo o que há a fazer, tiro notas e colo no frigorífico. O meu computador tem várias pastas, as fotos e vídeos organizadas cronologicamente e com subpastas para natal, carnaval, aniversário de X, aniversário de Y, passeio ao sítio tal no dia Z... percebem o que quero dizer? Nas músicas, também tudo separado por bandas/cantores.

7 - Ter pilhas de roupa para passar a ferro e adiar sempre
Sou uma freak com as limpezas e arrumações, mas... esta tarefa fica SEMPRE para último. Vou lavando roupa e acumulando... também acontece que tenho um quarto vazio, o que facilita imenso esta procrastinação, porque vou colocando lá a roupa toda. Nem vos vou dizer a quantidade de roupa que lá está... é vergonhoso. Shame on me.

8 - Usar lembretes no telemóvel para tudo
Com tudo o que há a fazer nesta vida, a cabeça não chega para tudo. O telemóvel é o meu melhor amigo aqui. Datas de consultas, ideias para o blog, chamadas importantes, prazos de pagamento, dar os parabéns a alguém, enfim. Serve para tudo e é uma ajuda do caraças.

9 - Fazer backups de tudo
Desde que perdi um telemóvel, comecei a anotar todos os contactos. Tenho uma agenda à moda antiga. Hoje em dia, fiamo-nos tanto nas tecnologias que nos esquecemos que, quando elas falham, ficamos sem nada. E eu, claro, precisei perder tudo para abrir a pestana. Também todas as minhas fotos e vídeos estão guardados numa cloud e em CD.

10 - Planear tudo
Não gosto de fazer as coisas em cima do joelho, portanto, faço planos. Faço uma lista (lá está...) de tudo o que vai ser preciso para concretizar aquele objectivo, aquela viagem, aquele evento. Quantos custos vou ter, que caminhos vou percorrer, quanto tempo vai demorar, o que é preciso comprar. É apenas mais um ponto desta lista que remete para a minha faceta obcecada com a organização!

terça-feira, 31 de outubro de 2017

5 coisas que sou incapaz de fazer

1 - Ser lambe-botas.

Nos tempos de escola, comecei a aperceber-me da existência desta espécie. Começo por dizer que ser lambe-botas não faz de ninguém má pessoa, mas é uma característica que não me agrada. Andar sempre a cheirar o rabinho dos professores, na tentativa de os agradar, de forma a subir a nota e, pior, quando isso não passa com o amadurecer, e se estende até à idade adulta. Passar o tempo a dar música aos chefes, fazer-lhes "favorzinhos", ir pintar-lhes a casa ou fazer-lhes serviços por fora para cair nas suas boas graças é o tipo de atitude que me faz alguma confusão, porque sou da opinião que as recompensas devem ser dadas por mérito e nada mais. Definitivamente, ser lambeta não é a minha praia.


2 - Copiar os outros.

Invejar tudo o que os outros têm, fazem ou dizem é triste. Não acho anormal que tenhamos gostos parecidos com o de outras pessoas, é perfeitamente natural cobiçarmos uma blusa, uns ténis, uma pulseira que vemos em alguém e gostamos. O que não é normal é tentar ser quem não somos. Se te dói os dentes, a mim também dói; se gostas de uns ténis azuis, vou comprá-los já amanhã para mim; se usas uma aliança com o nome do teu filho, também quero uma; se pintas as unhas de amarelo, vou pintar também; se não gostas de praia, também não vou gostar; se o teu prato favorito é lasanha, o meu também é. Querer tudo o que os outros têm e tentarmos fazer-nos à imagem de alguém só revela falta de personalidade.


3 - Virar as costas a quem sempre me ajudou.

As pessoas têm tendência a pedir, pedir, pedir quando precisam e uma tendência ainda maior para se esquecer de quem esteve lá para elas. Muitas vezes, acontece essas mesmas pessoas precisarem de nós, porque todos temos os nossos momentos menos bons, e a ingratidão é uma coisa muito feia. Há que saber colocarmo-nos no lugar do outro, principalmente se esse outro nos ajudou quando mais precisámos.


4 - Ensinar asneiras ao meu filho.

Acho de uma falta de educação tremenda ouvir os putos (pequenos, I mean) a dizer asneiras a torto e a direito. São, claramente, ensinados. Acredito que o meu filho as diga, na escola, com os amigos. Não sou ingénua. Mas connosco não diz, nem à frente dos adultos, da família, em pleno café ou seja onde for. Cá por casa, inclusivamente, evitamos dizer palavrões à frente dele. Os miúdos aprendem maioritariamente por exemplo e fazem aquilo que vêem os adultos fazer. Muitas vezes, assisto mesmo aos pais a ensinarem aos filhos certas e determinadas coisas e penso que raio de parentalidade é essa, que valores está esta gente a passar ao ensinar às crianças que aquilo é bonito e muito giro?


5 - Não tomar banho.

Arrepia-me pensar que há pessoas que passam dias sem tomar banho. Eu, chegando ao fim do dia, não dispenso o meu banho. Adoro sentir-me cheirosa e limpinha. Deitar-me sabendo que deixei a sujidade toda do dia longe! Sabe tão bem, faz-me mesmo muita espécie como é que isto não incomoda a própria pessoa. O cabelo sujo, a pele oleosa, os cheiros que, inevitavelmente, vão surgir se não nos lavarmos. A sério, que nojo, minha gente, lavem-se!


E por aí? Alguma coisa em comum? Qual o top 5 de coisas que são incapazes de fazer?

Do Natal

Este ano vamos ter um Natal diferente. Infelizmente, não poderemos comprar prendas a ninguém. Estamos numa situação delicada neste momento ...